No passado dia 6 de Novembro, a Igreja Baptista de Tondela teve mais um momento festivo com a realização de mais um Culto de Batismos.
Foram três as pessoas que, em obediência ao mandamento de Jesus, desceram às águas, dando desta forma testemunho público da sua fé.
A nossa comunidade ficou assim assim mais "rica", não só por causa destas três vidas, mas também pela inclusão de um grupo de quatro irmãos já batizados e que já frequentavam a nossa Igreja há algum tempo.
Cheio de dinheiro, o jovem rapidamente conquistou "amigos", com quem desperdiçou a sua fortuna. E, quando já não lhe restava nada, os "amigos" também o abandonaram. Passou, então, a ter uma vida miserável, tendo chegado ao ponto de desejar comer as bolotas dos porcos que passou a guardar a fim de garantir a sua sobrevivência. É de notar que, quando estava junto do pai, ele tinha tudo o que precisava e em abundância!
Percebendo o erro que tinha cometido ao pensar que teria uma vida melhor longe do pai, o jovem, genuinamente arrependido, regressa a casa do pai e pede-lhe perdão. Estava ainda longe dos limites da propriedade quando o pai o avista...
Rejubilante por ver o filho amado, o pai corre ao seu encontro, com os braços estendidos... É com um carinhoso abraço que recebe o filho que tanta dor lhe causara quando resolveu viver por sua conta e risco.
Que magnífica ilustração do amor de Deus por nós! Ele também estende os Seus amorosos braços na nossa direção, mesmo antes de nós nos aproximarmos dEle. Maravilhosa graça! Amor inigualável!
Assim como o pai do filho pródigo lhe estendeu os braços, estendamos nós a maravilhosa graça do nosso Deus a todos à nossa volta...
O livro de Ageu foi escrito no ano 520 a.C. Após um longo período de cativeiro na Babilónia, os Judeus regressaram a Jerusalém e encontraram o templo destruído. Começam, então, a reconstruí-lo, mas rapidamente abandonam o projecto e, durante 15 longos anos, o trabalho de reconstrução não avança. É neste contexto que surge a mensagem de advertência da parte de Deus, através de Ageu.
Que prioridade tem Deus na nossa vida? As prioridades vêem-se no tempo que dedicamos às coisas e na qualidade desse tempo. Que tempo é que damos ao Senhor Deus? É o melhor tempo ou é o tempo menos produtivo do dia? É Deus que tem realmente a primazia na nossa vida?
O verso 6 contém as consequências de não se aplicar o coração aos caminhos do Senhor. Havia pobreza no meio da abundância... Tinham muito, mas nada os satisfazia. Os bens materiais não nos trazem satisfação duradoura...
O verso 8 contém uma ordem que requer obediência. Deus exige ao povo que arranje madeira daquela que eles utilizaram nas suas próprias casas e a usem na reconstrução do Seu Templo. Ou seja, Deus quer que Lhe demos aquilo que queremos para nós.