quarta-feira, 31 de março de 2010

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

O Pr. Jónatas Lopes baseou o estudo bíblico de hoje em I Pedro 3:13-18. Muitas vezes, ficamos amedrontados com certas coisas que as pessoas nos dizem e acabamos por abdicar de determinados princípios para que não nos critiquem. No entanto, as críticas não nos devem perturbar, desde que façamos o bem, desde que actuemos com justiça.

No verso 15, somos aconselhados a santificar o Senhor Deus nos nossos corações. Isto significa que devemos deixar que Cristo seja o Senhor da nossa vida, sabendo que Ele nunca nos abandona e tem sempre o melhor para nós. Esta certeza ajuda-nos a não temer as críticas ou as injustiças dos homens. O nosso alvo deve ser agradar sempre a Deus! Quem tem Cristo como Senhor tem a maravilhosa esperança de um dia morar com Ele no Céu, um lugar de delícias, onde não sofreremos injustiças nem sentiremos dor.

Se as nossas atitudes forem correctas, se tudo o que fizermos for realizado com boa consciência, aqueles que nos criticam acabarão por ficar envergonhados. De qualquer modo, é melhor sofrermos injustiças, mas ter a consciência tranquila, do que adoptarmos comportamentos menos correctos, para agradar aos que nos rodeiam, e, no final, ficar com a consciência pesada.

Que a integridade seja sempre uma característica nossa. Que as nossas atitudes possam agradar sempre ao Pai Celestial!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Culto de Dedicação do Samuel...

Hoje, tivemos mais um momento especial na vida da nossa igreja. O pequeno Samuel, filho do Pr. Jónatas Lopes e da Filipa, foi dedicado ao Senhor Deus.

O compromisso assumido, em acto de culto, pelos papás do nosso querido Samuel de instruírem o seu menino nos caminhos do Senhor (Provérbios 22:6) foi testemunhado por algumas dezenas de familiares e amigos desta família querida.

O pregador convidado, o Pr. Pedro Girão, falou do “Plano de Estabilidade e Crescimento Espiritual”. Uma mensagem baseada em II Crónicas 7:11-14. Depois de uma festa com abundância de comida, Deus comunica a Salomão que tempos difíceis irão chegar. Era costume, no Velho Testamento, Deus alertar para os tempos difíceis quando o povo estava em festa. Isto mostra que é em tempos de estabilidade que nos devemos preparar para os tempos conturbados. Devemos preparar-nos para agir e não para reagir. Muitas vezes, somos apanhados de surpresa porque não mantemos vivos os avisos que Deus nos vai dando através da Sua Palavra.
Como referiu o Pr. Pedro Girão, o versículo 14 mostra-nos o que é necessário para que Deus nos atenda:
1- Humilhação. Tendemos a ser orgulhosos e arrogantes, achando que controlamos tudo. Oxalá imitássemos Jesus, o exemplo supremo de humildade, que sendo Deus, despojou-se da Sua glória, carregou os pecados da humanidade e morreu para nos salvar. É espantoso como o homem, tão pequeno e insignificante, está sempre a vangloriar-se , quando Jesus, que fez coisas tão extraordinárias, não atribuía a Si os milagres que realizava. Dizia sempre que Deus os fizera através de Si. Temos de aprender a depender inteiramente de Deus, Aquele que domina tudo.
2- Oração. Orar é buscar a Deus; é perguntar contínua e constantemente qual a Sua vontade para todos os dias da vida que Ele nos concede aqui na Terra. Buscar a Deus é estar ansioso por saber aquilo que Deus quer que façamos. Quanto tempo é que passamos a perguntar a Deus aquilo que Ele quer para a nossa vida? Jesus chegava a passar noites inteiras a orar, perguntando ao Pai qual era a Sua vontade. Só depois agia…
3- Conversão. I João 1:8 afirma que se dizemos que não temos pecado, somos mentirosos. Todos nós fazemos coisas que desagradam ao Pai Celestial. Jesus foi o Único que nunca desagradou a Deus. Assim, temos de reconhecer que erramos e precisamos de nos arrepender genuinamente, pedindo perdão a Deus. Deus só nos responde quando nos apresentamos diante dele devidamente, pois o pecado separa-nos de Deus. (Isaías 59:1-3)
O Samuel Úria presenteou-nos com uma música que compôs para o nosso querido Samuel e o vovô Pr. José Lopes explicou o significado do nome e falou da importância de irmos passando os princípios e valores bíblicos de geração em geração. O trabalho dos pais deve ser contínuo e constante. Devem entregar os filhos a Deus todos os dias. Os filhos são herança do Senhor (Salmo 127:3). Logo, é dever dos pais cuidar muito bem deles, educando-os no caminho do Senhor Deus.
O Pr. José Lopes fez ainda referência ao importante papel que cabe às testemunhas (padrinhos). Eles assistem ao acto de dedicação da criança e devem observar a forma como os pais a vão instruindo ao longo dos anos, responsabilizando-os caso não o façam de acordo com os padrões bíblicos.
Após a cerimónia, tivemos mais um agradável momento de confraternização.
Foi um dia magnifico! Estamos gratos ao nosso bondoso Deus.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Hoje, o Pr. Jónatas Lopes apresentou-nos um estudo sobre a importância das nossas palavras. A língua é um pequeno órgão que consegue minar a vida de uma família, de um local de trabalho e de uma congregação. Os grandes problemas, normalmente, surgem por causa da má-língua. A Bíblia ensina-nos a lidar com a nossa boca...
Tiago 1:26 afirma que é vã a religião daquele que não consegue refrear a sua língua. Temos de ser muito cautelosos em relação àqueles que, assim que chegam junto de nós, começam logo a falar mal de alguém.
"A vida e a morte estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto". (Provérbios 18:21)
Em Efésios 4:29, o apóstolo Paulo diz o seguinte: "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem". O adjectivo "torpe" era, normalmente, usado em relação ao peixe podre. Ou seja, da nossa boca não deve sair nada que cheire mal, que não preste... As nossas palavras devem ser sempre agradáveis! Mas, a boca fala daquilo que o coração está cheio (Lucas 6:45). Enchamos, então, o nosso coração de coisas boas para que as nossas palavras sejam aprazíveis!
"Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde". (Provérbios 12:18)
Uma boa palavra no momento certo é muito importante. Porém, lembremo-nos que o silêncio também é necessário e, às vezes, é mais eficaz do que as palavras.
Quantas vezes, alguém nos está a contar uma determinada situação e nós apresentamos logo uma receita, sem sequer ouvirmos o final da história?! Mas, actualmente, as pessoas precisam, mais do que nunca, de alguém que as ouça. Será que estamos dispostos a ouvir com ouvidos de ouvir?! Às vezes, a melhor ajuda que podemos oferecer não são palavras, mas, sim um ouvido atento...

terça-feira, 16 de março de 2010

Culto da tarde

Ontem, no culto da tarde, o Pr. Jónatas Lopes introduziu o subtema para este mês de Março: Humildade. Filipenses 2:3 foi o versículo bíblico que serviu de base à mensagem. Humildade é algo que escasseia na nossa sociedade. E, muitas vezes, também falta nas nossas igrejas. Vê-se cada vez mais pessoas que falam mais de si do que daquilo que Deus tem feito nas suas vidas. Também falta humildade nos nosso lares. Falta a capacidade de se pedir perdão ao conjuge e aos filhos. Tendemos a pensar que pedir perdão revela falta de autoridade. Mas não é assim! Muito pelo contrário. Ganhamos autoridade quando pedimos perdão.
No texto bíblico de hoje, vemos que o apóstolo Paulo achou-se na necessidade de advertir os crentes a não fazerem nada por partidarismo. Infelizmente, nas nossas igrejas, as decisões são muitas vezes tomadas por partidarismos, quando deveríamos valorizar a opinião de todos. Tendemos a julgar pelo aspecto exterior da pessoa, algo que não deveria acontecer no Corpo de Cristo!

Paulo também alerta os crentes de Filipos para o perigo de se fazer algo por vanglória. Vanglória significa "glória pessoal". Por outras palavras, Paulo diz: "Não façam nada nas vossas igrejas que retire a glória devida a Deus, e a coloque em vós mesmos"...
Ou seja, o que quer que façamos deve ser feito para glória de Deus.

Servir a Deus não deve ser com partidarismo, nem vanglória, mas com humildade. O nosso serviço não deve ser feito para que os outros vejam, mas para glorificar o nosso Pai Celestial, sempre em atitude de humildade, pois nada somos perante Deus, o Criador do Universo.
Paulo também diz que devemos considerar os outros superiores a nós mesmos. Pessoas que tratam os outros consoante a sua posição social têm personalidade duvidosa. Se considerarmos os outros superiores, trataremos todos da mesma maneira e respeitaremos mais o nosso próximo. Devemos ter relacionamentos saudáveis, valorizando todas as pessoas. Quando há humildade, cumprimentamos todas as pessoas. Às vezes, encontramos pessoas que estão presas a algo que aconteceu no passado e não falam com um determinado irmão porque  muitos anos antes ele disse ou fez isto ou aquilo. Infelizmente, há muito disto nas nossas igrejas.
A ausência de humildade leva a que as pessoas abandonem a igreja. Não esqueçamos que, na igreja, somos todos iguais. Tratemos os outros como superiores a nós mesmos!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Culto de Dedicação das gémeas Rute e Ester

"Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão". (Salmo 127:3)
 E se é Deus quem dá os filhos, quem melhor do que Ele para deles cuidar? Por saberem que nas Suas mãos, as suas filhinhas, Rute e Ester, estarão sempre em segurança, um casal muito querido da nossa igreja apresentou-as hoje ao Senhor, num culto em que contaram com a presença de muitos familiares e amigos. A Mónica e o Filipe assumiram, assim, em acto de culto, o compromisso de educarem as sua meninas no caminho do Senhor.





"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele". Foi este versículo bíblico, registado em Provérbios 22:6, que serviu de base à mensagem que o Pr. Jónatas Lopes nos apresentou. Instruir a criança no caminho em que deve andar significa educá-la segundo as suas características; ajudá-la a conhecer a sua vocação para que seja feliz. Isto é, os pais devem ajudar os filhos a descobrir o caminho que Deus tem para eles. Um dos erros que os pais cometem é tentar educar os filhos como eles foram educados. Porém, os pais devem procurar conhecer as características de cada filho para melhor os instruírem.
Os pais tendem a comparar os filhos, algo que devem evitar fazer, pois as crianças são todas diferentes. Os pais devem motivar cada um dos filhos, de acordo com a vocação de cada um.

Nunca se deve castigar uma criança por falta de maturidade. Estragar algo faz parte do crescimento. A criança não deve ser punida por estragar uma planta ou partir um prato, por exemplo, pois isso não terá quaisquer consequências no futuro. O castigo deve ser aplicado apenas quando há rebeldia. Contudo, a disciplina deve ser sempre feita em amor. Quando os filhos passam a ter medo dos pais, é indício de que a punição já foi longe demais! Os pais também devem ter cuidado com as palavras que dirigem aos filhos, pois estas podem ferir mais do que o castigo físico. É importante criar memórias positivas nas crianças! 
Outro dos erros que os pais muitas vezes fazem é aproximar-se mais dos filhos com quem têm mais semelhanças. É preciso muito cuidado para não criar um sentimento de rejeição nas outras crianças. Os pais devem estar atentos aos sinais que os filhos vão dando...

O nosso pastor José Lopes, que fez a oração de dedicação, explicou o significado da cerimónia e dos nomes das meninas.
Rute: Significa companheira; o auge da beleza; alguém prático (que não adia a resolução dos problemas); impaciente (com quem quer que seja que dramatize algo que não tem qualquer sentido)
Ester: Deriva de estrela; pessoa charmosa/encantadora; pessoa cativante e sensual; alguém que resolve os seus problemas e os da sua família.


Após o culto, tivemos mais um agradável momento de convívio.

Foi, sem dúvida, um dia muito especial na vida da nossa igreja. Os nossos corações rejubilaram!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

"Onde está Deus?", foi o título que o nosso pastor escolheu para o Estudo Bíblico desta semana. Quando surgem tragédias como as que ocorreram recentemente no Haiti, na Madeira e no Chile, ouvimos as pessoas perguntar constantemente: "Onde estava Deus quando isto aconteceu?"
A resposta é simples: Deus está onde sempre esteve. Deus está onde O deixaram. Em muitas casas/famílias, não há absolutamente nada de Deus. Então, com que direito essas pessoas, que puseram Deus de lado, reivindicam a Sua presença na hora das desgraças?

Em Apocalipse 3:19, Jesus diz: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele". Acontece que há pessoas que fecham de tal maneira as "portas" da sua vida, que não deixam Jesus entrar. E Jesus não força a entrada. Ele é manso e humilde (Mateus 11.29). Porém, o Seu convite é para todos: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei..." (Mateus 11:28).
Muitas pessoas não querem Jesus nas suas vidas e as consequências de tal escolha não se fazem esperar: traição, adultério, envolvimento com drogas, crime, etc...
Deus não está num lugar onde não O quiseram. É no mínimo estranho que as pessoas reivindiquem a presença de Deus onde não O quiseram.
Deus está em todo o lado, mas onde O desejam. Deus movimenta-se em direcção aos corações que estão receptivos. Ele não entra na nossa casa se não O convidarmos. Oxalá digamos com Josué: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor!" (Josué 24:14-17)

No início da Criação, Deus fez a divisão entre a parte seca e a parte líquida do mundo. Porém, os homens, na sua ambição desmedida, começaram a desejar mais do que aquilo que lhes tinha sido atribuído. "Roubaram" espaço aos mares, escavaram a terra para construir túneis, arranjaram formas de atravessar os mares e de alcançar os ares e até o Espaço. Ou seja, os homens, cegos por uma ganância que parece não conhecer limites, vão destruindo aquilo que Deus construiu. O homem usa a sua ciência alterando a natureza, mas esta, como é óbvio, segue o que é natural! Como podem, então, culpar Deus pelos seus erros?!

Deus criou-nos com livre arbítrio, isto é, poder de escolha. E todas as escolhas têm consequências. Positivas ou negativas, consoante essas escolhas sejam acertadas ou não.

Onde está Deus? Deus está onde os homens O deixaram quando resolveram abandonar a casa paternal. Se excluimos Deus das nossas vidas e das nossas escolhas, como ousamos reivindicar a Sua intervenção quando surgem as consequências dessas mesmas escolhas? Se Deus está do lado de fora, como poderá intervir no lado de dentro?

segunda-feira, 1 de março de 2010

Culto da tarde...

Tendo por base o texto bíblico registado em I Timóteo 4:1-16, o Pr. Jónatas Lopes pregou sobre "Unidade com a liderança da Igreja". O que significa ser liderado por um servo do Senhor?
Nesta passagem bíblica, Paulo alerta Timóteo para a existência de elementos perturbadores na Igreja, como espíritos enganadores e doutrinas de demónios. Infelizmente, isto também acontece nas Igrejas dos dias actuais. Muitas vezes, nas Igrejas, há elementos que são apenas agentes do diabo, que não estão lá com as melhores intenções, e, infelizmente, às vezes, os crentes ouvem mais essas pessoas do que os pastores. Paulo diz a Timóteo que a Igreja tem de se manter unida face a esses elementos perturbadores.

As falsas doutrinas que surgem por aí em catadupa não são nada de novo, pois se estudarmos a história do Cristianismo, vemos que essas ideias têm existido ao longo dos séculos.

Paulo aconselha Timóteo a não ligar a fábulas profanas, mas a exercitar-se na piedade. Muitas pessoas preocupam-se em demasia com o seu exterior e descuram o interior. No entanto, os Cristãos são chamados a "cultivar" essencialmente a beleza interior, tendo atitudes de bondade e generosidade.

Mas, voltemos ao tema da mensagem: "Unidade com a liderança da Igreja". Existe unidade entre membros e líder quando os membros entendem que a principal função do pastor é o ensino da Palavra. Muitas vezes, a Igreja quer que os pastores sejam essencialmente  "fazedores" de actividades e estes acabam por estar tão ocupados que lhes sobra pouco tempo para ler, orar, estudar, meditar e preparar as mensagens. Há até quem meça a espiritualidade da Igreja pelo número de actividades. Porém, espiritualidade tem a ver com o grau de intimidade com Deus.
Existe unidade no seio da Igreja quando os membros entendem que o pastor também deve exortar e chamar a atenção quando percebe que algo não está bem, não com sentido de punição, mas tentando ajudar, em amor.

Paulo diz a Timóteo que o líder deve ser o exemplo dos fiéis na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. E quando o pastor é uma referência, não há por que rejeitar as suas repreensões. Uma igreja unida ao seu líder exemplar, aceita as suas repreensões. As boas ovelhas seguem o seu pastor...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Lucas 16:19-31 (Parábola "O Rico e Lázaro") foi o texto bíblico que serviu de base ao estudo de hoje. Há quem alegue que se Deus proíbe de falar com os mortos é porque esse contacto é possível. Como respondemos a isto?
A Bíblia afirma que os mortos não têm parte alguma neste mundo, que não sabem coisa nenhuma do que se passa aqui. (Eclesiastes 9:5-6)
Logo, quando alguém diz que fala com os mortos, fala, isso sim, com espíritos demoníacos. Obviamente que Deus proíbe esta prática, pois trata-se de uma actividade demoníaca, algo que Ele abomina.
Mas, por que procuram as pessoas a bruxaria, por que desejam falar com os mortos e não consultam a Deus? Provavelmente por desejarem algo físico, nem que seja somente uma voz...

Debrucemo-nos, então, no texto bíblico de hoje, o qual é uma Parábola. Convém recordar que as Parábolas não tratam dos pormenores, mas da essência da mensagem. O versículo 26 mostra que os mortos não podem sair do local onde que se encontram e também deita por terra a doutrina que defende a existência de um nível intermédio, entre o Céu e o inferno.

Será que se alguém viesse do inferno falar do sofrimento que se lá vive, isso faria realmente alguma diferença? Será que as pessoas mudariam de rumo? Não. Caso isso fosse possível, não passaria de mero espectáculo!

Como diz o verso 30, se não ouvem a Palavra de Deus, que é tão directa e clara, também não ouviriam os mortos ressuscitados!


Este desejo crescente das pessoas de saber o amanhã revela a ausência de Deus nas suas vidas, pois o nosso futuro está nas Suas mãos.
"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle e Ele o fará". (Salmo 37:5)
"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." (Mateus 6:34)


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Culto de Estudo Bíblico...

Continuamos com o estudo de seitas e denominações e, ontem, o Pr. Jónatas Lopes falou sobre "Espiritismo". Como é sabido, os espíritas afirmam que falam com os mortos e dizem que se trata de algo que tem base bíblica. Usam I Samuel 28 para sustentar a sua doutrina. Supõe-se que o 1º livro de Samuel tenha sido escrito por um servo de Saul. Samuel já tinha morrido. Em I Samuel 28:6, vemos que Deus tinha cessado a Sua ligação com Saul, pois não lhe respondeu. O versículo diz que Deus não lhe falou nem por sonhos, nem através de profetas (é de notar que Samuel era profeta). Cortou completamente o contacto com Saul. Este, porém, desejava muito saber o que se ia passar com ele e com a sua família, naquela guerra. Como Deus não lhe falava, ele recorreu a uma feiticeira.

No verso 12, o servo de Saul (é importante não esquecer que é o servo quem faz o relato dos acontecimentos e que, se ele levou Saul até à feiticeira é porque acreditava plenamente naquilo)  afirma que a mulher vê Samuel. Contudo, no versículo seguinte, a mulher diz que vê deuses, o que mostra que ela não está muito certa do que vê.
No versículo 14, Saul pede-lhe uma descrição do que vê e a mulher diz que se trata de um homem idoso, envolto numa capa. Saul deduz, então, que seja Samuel.
No entanto, se recuarmos até I Samuel 15:35, vemos que, a partir daquele momento, Saul nunca mais viu a Samuel. E, aqui, uma pergunta impõe-se: "Se, em vida, Samuel cortou a sua ligação com Saul, por que motivo a retomaria depois de morto?"
Por outro lado, Deus abomina a feitiçaria (I Samuel 15:23)
Em I Samuel 28:17-18, o espírito fala de algo que já é um facto: o castigo devido à desobediência.

O verso 19 contém 3 "profecias". De acordo com a primeira, o Senhor entregaria também a Israel com Saul nas mãos dos filisteus. Porém, ao ler I Samuel 31:4, vemos que esta não se cumpriu.
Basta uma profecia falhar para o profeta perder a sua credibilidade, mas vamos analisar as restantes "profecias"...
De acordo com a segunda "profecia", todos os filhos de Saul morreriam no dia seguinte. Se lermos II Samuel 2:8-10, verificamos que esta também não se cumpriu.
Quanto à terceira "profecia" - "e o arraial de Israel o Senhor entregará na mão dos filisteus" - também não se confirma a sua veracidade. Basta ler o capítulo 30 de I Samuel.

Conclusão:  Em vida, Samuel foi um profeta credível. Por que haveria de arruinar a sua "reputação" depois de morto? Definitivamente, não era Samuel, mas sim um espírito demoníaco!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Unidade...

Hoje, no Culto da tarde, o Pr. Jónatas Lopes pregou sobre "unidade", o subtema para este mês de Fevereiro. Baseando a mensagem em Filipenses 2:2, o nosso pastor começou por contextualizar o versículo bíblico. O apóstolo Paulo era um enviado às igrejas e, como tal, às vezes, precisava de admoestar e corrigir. A igreja de Filipos era das poucas igrejas que o ajudava financeiramente. No entanto, mesmo tendo um grande amor pelos Filipenses, Paulo corrige-os. Ele manifesta gratidão para com eles, mas também corrige o que não está bem. E o que é que estava mal naquela igreja? Havia discordâncias.
Vê-se o estado espiritual de uma igreja pela forma como os crentes se relacionam. Há amor? No caso da igreja de Filipos, havia pessoas a afastarem-se, devido à falta de unidade.


Não obstante todas as dificuldades financeiras por que passava e as perseguições que sofria constantemente, Paulo tinha alegria. Sentia um gozo completo. Como é que alguém nestas condições consegue ter alegria? A pergunta impõe-se! A alegria do crente não advém de factores externos. A nossa alegria vem do grande amor do nosso Deus e do facto de o Espírito Santo habitar em nós.

Paulo aconselha os Filipenses a terem o mesmo sentimento. O que significará isto? Romanos 12:16 ajuda-nos a comprender melhor. Devemos ser humildes e não dar espaço ao orgulho. Devemos receber as pessoas em amor. Como é que recebemos as pessoas que estiveram afastadas da nossa igreja durante um determinado período de tempo? Estamos dispostos a recebê-las de braços abertos, à semelhança do que fez o pai na parábola do Filho Pródigo? Quem somos nós para julgar os outros? Todos nós falhamos e todos precisamos da graça de Deus.


Também somos chamados a ter o mesmo sentimento de paciência (Romanos 15:5). Precisamos de ter paciência com as pessoas à nossa volta. Tem de existir amor puro. Quando há amor, há vontade de perdoar e de ultrapassar os desentendimentos.

Devemos ainda ter o mesmo parecer quanto às questões espirituais e viver em paz (II Coríntios 13:11). Nós sentimos paz, mesmo no meio dos problemas, porque temos a garantia de que Deus está connosco. Ele jamais nos abandonará!

Conclusão: Os crentes devem estar unidos de alma, isto é, devem estar juntos no mesmo propósito: louvar e honrar o nome do nosso Deus!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Culto de Estudo Bíblico e Oração...


Ontem, o nosso Estudo foi baseado em Actos 8:26-39, a passagem bíblica que relata o encontro de Filipe com o eunuco etíope. O nosso pastor José Lopes apresentou-nos, então, os princípios básicos da abordagem a pessoas de outras confissões religiosas:

1- A primeira aproximação deve sempre partir de pontos comuns. Para ganharmos alguém para Cristo, jamais devemos começar pelos pontos divergentes, pois este tipo de procedimento não aproxima ninguém. Por exemplo, podemos começar por perguntar: "Quem é Deus para ti? O que Ele significa para ti?"

2- Partir do conhecido para o desconhecido. Ou seja, devemos construir pontes e não barreiras.

3- Não devemos abordar as pessoas com arrogância ou ar de superioridade (I Pedro 3:15). A nossa "competência" em termos bíblicos existe, porque temos ao nosso lado o Espírito Santo. Logo, devemos abordar as pessoas com humildade. Quando atiramos pedras, não granjeamos simpatia. Nós somos instrumentos nas mãos de Deus para ganhar pessoas para Cristo, e, portanto, tudo o que fazemos em relação a estas pessoas, deve ser em amor (I Coríntios 13).

Muitas vezes, abordamos as pessoas, começando por lhes apontar que têm dogmas. Sendo um dogma uma verdade absoluta, inquestionável, não temos também nós, Cristãos Evangélicos, dogmas?! Sim, temos! A doutrina da Trindade é um dogma.
E também é um dogma a nossa afirmação de que a Bíblia é a Palavra de Deus; que é inerrante; que toda Ela é inspirada por Deus, de Génesis a Apocalipse, não contendo qualquer contradição.

Assim, quando falamos em dogmas, podemos estar a rotular alguém com algo que nós também temos.
A diferença é que, enquanto em algumas confissões religiosas, as pessoas são "formatadas" para que pensem todas da mesma maneira, não podendo pôr em causa o que lhes é transmitido; o filho de Deus tem a liberdade de questionar os seus dogmas (Actos 17:11).

sábado, 19 de dezembro de 2009

Pensamento e versículo da semana...


Versículo
E dará à luz um filho e chamarás o seu nome de JESUS; porque Ele salvará o povo do Seu pecado. (Mateus 1:21)

Pensamento
  «Glória a Deus! Glória a Deus!»
Cantam anjos lá dos Céus;
trazem novas de perdão,
graça eterna salvação.
Prova deste amor dá o Redentor!

Carta Pastoral...

Estamos na recta final do ano. Tempo de um primeiro balanço. Vamos a ele?

No passado Domingo reflectimos sobre o 1º semestre do ano. Hoje, vamos fazê-lo em relação ao 2º semestre. Assim:

Julho: Vivo feliz ... ... porque eu vivo em seu grande amor – investindo em mim mesmo. E como é que poderemos ser infelizes se somos bafejados pelo grande e precioso amor de Deus. Amor claramente único em toda a dimensão e expressão. Amor que enche e preenche a nossa vida e que nos encanta e seduz, até porque ele é inequívoco, permanente e valorativo. E investir em nós mesmos é conduzirmos o nosso pensamento para a arte de pensar: pensar nesse tão valioso Deus para quem nós não somos meras e insignificativos figurantes neste planeta que Ele criou. E investir em nós mesmos é conduzirmos o nosso coração a se dar por satisfeito com esse tranquilizante amor do nosso Pai Celeste. Será que foi isso que nós fizemos? E é esse o nosso estado de espírito?

Agosto: Vivo feliz ... porque é Ele que edifica a minha casa - investindo no companheirismo familiar. Algumas questões: temos consciência da acção de Deus na vida das nossas famílias? Já alguma vez equacionámos o como seria a nossa família se Cristo não estivesse presente desde a sua formação até ao presente momento? Todo o nosso agregado familiar tem consciência dessa acção Divina? Que lugar ocupa o Senhor Deus na vida da nossa família? Que lugar ocupa a adoração, a oração e a meditação nos nosso contexto familiar? Sou eu mais valia ... referência ...para o meu lar? Qual a prioridade que dou à salvação daqueles que se agregam debaixo do mesmo telhado?

Setembro: Vivo feliz ... porque posso ser seu Embaixador –investindo no serviço cristão. Que maravilha! Sim ... é que qualquer crente em Jesus Cristo pode ser Embaixador de Cristo. À partida, todos temos o desejado perfil para essa maravilhosa função. Não necessitamos de grandes estudos, ou cultura, ou de descendermos de nobres famílias ... visto que o mesmo Mestre que chamou e comissionou os pescadores da Judeia também pode efectuar maravilhas na vida daquele que Ele salva, independentemente da condição que o caracterizou antes de conhecer a Cristo. E agora surge um pertinente questão: Deixei que Cristo investisse em mim?

Outubro: Vivo feliz ... porque Ele me leva à glória dos Céus – investindo na santificação. Que maravilha ter a certeza que a glória dos Céus cobre a nossa vida, mas mais admirável é ter a certeza de que estarei lado a lado com o meu Jesus! Não, não é uma esperança, mas uma inquestionável e indestrutível certeza. Que bom saber que um dia estarei, para todo o sempre, com o meu Salvador! Este certeza é também tua, amado irmão. E por isso não há lugar a desânimo. No entanto, esta alegria também exige uma maravilhosa caminhada – a santificação, «sem a qual ninguém verá o Senhor». Sabemos que a santificação é uma tarefa do Espírito Santo na nossa vida, mas há que haver disponibilidade da nossa parte a fim de que ela seja uma clara realidade. E as questões surgem: Em que patamar eu estou em termos de santificação? Estagnei? Regredi? Progredi? Está o meu Deus satisfeito com a minha situação espiritual?

Novembro: Vivo feliz ... porque posso expressar a Sua bondade – investindo na solidariedade. Que maravilha termos um Deus que é, em essência, bondoso, mas que também expressa, de forma tão evidente, essa Sua maravilhosa bondade. Mas a questão era mais abrangente: Expresso eu a bondade do meu Deus em todos os actos da minha vida. Ele é, efectivamente, bondoso! E eu? É bem notória essa bondade, nas minhas palavras, ou nas minhas atitudes? E sou eu alguém que se insere na área da solidariedade? Quem são os outros para mim? Faço eu aos outros aquilo que gostaria que eles me fizessem? Penso eu no meu semelhante e dirijo-me a ele, em Nome de Jesus?

Dezembro: Vivo feliz ... ... e Ele, olhando para mim, também se sente feliz! – investindo na avaliação. Que balanço faço eu ao meu percurso até ao momento? Estou feliz com esse percurso? E o meu Deus? Também está satisfeito comigo? Oro para que da nossa sincera e justa avaliação resulte progresso espiritual, para a glória de Deus.

Finalmente: Desejo a todos uma óptima e abençoada época natalícia ... com plena lembrança do Aniversariante Jesus! Onde quer que estejamos, no dia 25 de Dezembro, não esqueçamos de exaltar o Príncipe da Paz. E quem tiver a oportunidade … é desde já convidado a participar no Culto em Mangualde … pelas 16 horas.

Pr. José Lopes

sábado, 12 de dezembro de 2009

Pensamento e Versículo da semana

Versículo
O temor do Senhor é o princípio da sabedoria: os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
Provérbios. 1:7
Pensamento 
Pensar é fácil; agir é difícil e colocar os pensamentos em acção é a coisa mais difícil do mundo.
Goethe

Carta Pastoral...

Estamos na recta final do ano. Tempo de um primeiro balanço. Vamos a ele?
Janeiro: Vivo feliz … porque desfruto o gozo da luz - investindo na oração. E apidamente nos surgem as seguintes questões: tenho desfrutado do gozo da luz? Quantitativamente e/ou qualitativamente? Isso é claramente visível nos meus contextos vivenciais? E cresci na minha comunicação com Deus? Tenho eu prazer nesse crescimento? Que reflexos teve isso  na minha vida? 
Fevereiro: Vivo feliz … porque sou herdeiro de Deus - investindo na Meditação. E com o sub-tema aparece uma nova série de questões: Tenho eu tido a consciência, em todos os momentos, mesmo nos mais adversos, de que sou herdeiro de Deus e co-herdeiro com Cristo? E quais os resultados dessa reflexão? Encaro a presença de Deus como real, mesmo quando há sinais de Outono ou de Inverno? Tenho eu a noção de que essa riqueza conceptual resulta do grau de investimento que faço na meditação? E passei a meditar mais … e mais profundamente?
Março: Vivo feliz … porque posso render-lhe sempre louvor - investindo na Adoração. E mais uma pequena bateria de questões: A minha adoração é condicionada pelos contextos que me rodeiam? Faço-a sempre em espírito e em verdade? Louvo sempre a Deus, independentemente das Suas respostas à minha oração? A minha adoração a Deus está em crescendo?
Abril: Vivo feliz … porque me submeto ao amor de Jesus - investindo na Comunhão. Agrada-me a submissão ao Senhor Deus? Em todas as coisas? E em todas elas vejo a manifestação do Seu amor, mesmo quando Ele diz não às minhas súplicas? E como é que vai a minha comunhão com os meus irmãos em Cristo? É ela saudável e reciprocamente uma bênção? Este ano fui uma bênção para a minha Igreja, em termos de comunhão? Investi mais, mais ou menos igual, ou menos do que em 2008?
Maio - Vivo feliz … porque eu e a minha casa servimos ao Senhor - investindo na Família. Como é que vai a minha Família em termos espirituais? Oramos juntos? Estamos unidos no mesmo espírito de serviço? O meu contributo para essa filosofia é permanente, ou esporádica? Destaco-me pela positiva, estimulando, ou pela negativa, obstruindo? A minha Família é uma bênção para mim? E eu sou, de forma inequívoca, uma bênção para a minha Família? E a minha Família é uma bênção para a minha Igreja? E a minha Igreja conta com a disponibilidade de toda a minha Família? Junho - Vivo feliz … porque testemunho da excelsa graça de Deus - investindo na Evangelização. E aqui apresentamos mais um leque de questões: Dá-me prazer falar de Jesus? Espero pelas oportunidades para o fazer, ou provoco-as, em Nome de Jesus. O meu testemunho é exclusivamente através da minha vida, ou adiciono também a sua verbalização? Tenho contribuído para tornar a minha Igreja mais Missionária e mais Evangelística? A minha disposição para tornar a minha Igreja numa Igreja Missionaria é algo que vem do exterior, ou é algo inerente à minha pessoa?  
Vamo-nos ficar por aqui. Há questões muito fáceis de responder, a par de outras que exigem mais ponderação … e oração. No entanto, o objectivo desta carta é claramente duplo: primeiro - que façamos uma séria avaliação do nosso estado actual, pedindo a ajuda de Deus para esse efeito; segundo - que, com a ajuda de Deus, caminhemos para os objectivos que Ele tem para a nossa vida. Com alegria, dedicação, paixão … e Deus nos abençoará!

Pr. José Lopes

sábado, 5 de dezembro de 2009

Pensamento e Versículo da semana


Versículo

O trabalho da sua alma ele levará e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos: porque as iniquidades deles levará sobre si. (Isaías 53: 11)


Pensamento

Quando falares, tem cuidado, para que as tuas palavras sejam melhores do que o teu silêncio. (Provérbio indiano)

Carta Pastoral...

Alguém se lembra do lema da nossa Igreja para este ano? É óbvio que sim: Vivo feliz, pois sou de Jesus! Todavia, talvez, só alguns se lembrarão do sub-tema deste mês: … e Ele, olhando para mim, também se sente feliz! E como sempre falámos da necessidade de investirmos, este mês, falaremos de Investindo na Avaliação. Até porque estamos no último mês do ano, e é de toda a conveniência que façamos uma avaliação, honesta e séria, do caminho que trilhámos e da evolução que registámos em termos espirituais.
Olhando para o primeiro item do sub-tema, logo de imediato a nossa atenção se dirige para Isaías 53, versículo 11 - O trabalho da sua alma ele verá e ficará satisfeito. Enquadrando o texto no seu contexto, recordemos que o Profeta Isaías estava a referir-se à aparição, dores e glória do Messias, ou seja, de toda a Sua maravilhosa obra de substituição, redenção e salvação. Um retrato fidedigno daquilo que se viria a passar mais ou menos 700 anos depois. E tudo aquilo que o Profeta escreveu, sob inspiração do Espírito, concretizou-se na Obra vicária de Jesus. No entanto, o detalhe inserido na 1ª parte do versículo 11 vai mais além do que o contexto imediato, ou seja, do que aquilo que se passou na cruz, apesar da plena e inequívoca afirmação de Jesus: «Está consumado». E quando afirmamos que vai mais além, estou a pensar em estendê-la até aos nossos dias. Estou a pensar naqueles que morreram em Cristo, nos quais Jesus se reviu, com os quais Jesus se alegrou, por tudo aquilo que lhes diz respeito. Sim, estou a referir-nos a todos aqueles em quem se concretizou a expressão: «Bem-aventurados os mortos que agora morrem no Senhor … para que as suas obras o acompanhem», em todos aqueles que alegraram o seu Mestre com a sua fé, o seu entusiasmo, a sua fidelidade, o seu compromisso, a sua militância, o seu serviço.
Estendendo o versículo a cada um de nós, gostaríamos que cada um dos leitores desta carta pudesse inquirir-se a si mesmo: O que é que Jesus pensa de mim? Que sentimentos o Mestre regista em si, quando olha para mim? Eu vivo feliz, pois sou de Jesus, mas será que o inverso também é verdade? Será que Jesus é feliz, na medida em que vive em mim?
Das respostas que dermos às questões que formulei, depende, e muito, o balanço que iremos fazer do ano de 2009. É muito fácil o diabo colaborar na facilitação das respostas, dizendo-nos que Jesus está satisfeito, escondendo, ele próprio que essa satisfação é sua; mas também é muito fácil contarmos com a ajuda do Espírito Santo numa real e honesta avaliação daquilo que Jesus pensa sobre nós.
Nesta primeira carta do mês, o meu desejo é que comecemos, em espírito de oração, a avaliarmos aquilo que fomos durante este ano: nossa postura; nossa fé; nossos pensamentos; nossa linguagem; nossos relacionamentos; nossa fidelidade a Deus; nossa prestação como servos; nosso nível de mordomia (dinheiro, tempo, dons, etc). E que Deus te ajude nessa avaliação, a fim de que cresças, para a Sua glória, no ano de 2010.

Pr. José Lopes


Viagem Missionária...

No fim-de-semana 6-8 de Novembro, um grupo de irmãos da nossa Igreja e da Igreja de Mangualde deslocaram-se a Sevilha, onde participaram do VII Congresso Missionário da Igreja Baptista de Sevilha, uma comunidade que sustenta condignamente 68 missionários, espalhados por vários continentes.

Durante a Conferência foi celebrado, em acto de culto, um convénio missionário entre as Igrejas de Sevilha, Mangualde e Tondela.

As Igrejas de Mangualde e Tondela vão sustentar 12 missionários, espalhados por 5 países.

São eles:

Elton Rangel Jr.e Esposa – Cabo Verde

Andrew Monyatsi e esposa – Botswana

Donnis Abella e Esposa – Cuba

Marcos Ribera e Esposa – Cuba

Alex Franklin e Esposa - Haiti

Iraque (Por motivos de segurança, não revelamos o nome do casal de missionários a desenvolver o seu ministério neste país)

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Expressamos aqui o nosso reconhecido agradecimento ao Ir. Daniel Carvalho, da Igreja Baptista de Mangualde, que tão gentilmente nos cedeu as fotos da Conferência.