domingo, 30 de agosto de 2009

Tempo de Aliança com Deus...

Nas últimas semanas, temos sido abençoados com a presença da irmã Georgina Porto, nos nossos cultos. A Irª Georgina é pedagoga, pedopsicóloga, sexóloga e conferencista. Trabalha como missionária no Brasil, num ministério que envolve 144 servos do Senhor e 63 igrejas e que se divide em 3 áreas: Família, Evangelização e Preparação de Obreiros.
Hoje, a Irª Georgina trouxe-nos uma mensagem a que deu o título: "Tempo de aliança com Deus". Baseando-se no texto bíblico registado em Josué 24:14-15, desafiou-nos, à semelhança do que Josué fez, a renovarmos, periodicamente, a nossa aliança com Deus, e levou-nos a reflectir na 2ª parte do versículo 15: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor".
1- EU Quem sou eu? Qual o propósito da minha vida? São questões que muitas pessoas colocam e para as quais tentam, desesperadamente, obter respostas. A verdade é que só somos felizes quando a nossa vida está no centro da vontade de DEUS... Deus quer que sejamos o reflexo do Seu próprio Filho, JESUS... "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim..." (Gálatas 2:20)
2- e a minha casa (isto é, a nossa família). A nossa família é o nosso primeiro ministério. Temos de cuidar da nossa família carnal. "Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel". (I Timóteo 5:8) Também somos chamados a cuidar da nossa família espiritual. "Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé". (Gálatas 6:10)
3-serviremos Servir ao Senhor significa estar disposto a pagar o preço. A salvação é de graça, mas a santificação tem um preço: exige comunhão diária com o Pai Celestial. Devemos servir com alegria. O nosso objectivo deve ser glorificar ao Senhor em todas as tarefas que executamos. Logo, devemos fazer tudo com alegria, pois é assim que Deus deseja que O sirvamos. "Servi ao Senhor com alegria; e entrai diante dele com canto." (Salmo 100:2) "Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas." (Filipenses 2:14)
4- ao Senhor. Isto é, reconhecemos que Ele é soberano. Ele é Deus, o Criador de todas as coisas. Há pessoas que querem comandar Deus, mas a Sua ordem é: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus..." (Salmo 46:10) Eis, então, o que devemos fazer: aquietarmo-nos e buscar a Deus, sempre em primeiro lugar (Mateus 6:33), pedindo-Lhe que nos dirija em cada detalhe da nossa vida. "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor" - disse Josué. Só com Deus é que nós estamos bem. Se O colocarmos à margem da nossa vida, não poderemos contar com Ele nos momentos difíceis. Josué sabia isto e escolheu seguir e servir ao Senhor. Oxalá também seja essa a nossa opção!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Hoje estudámos João 12:1-8. Este estudo foi-nos apresentado pelo Pr. José Lopes.
Os acontecimentos aqui relatados têm lugar em casa de Simão, o curtidor, seis dias antes da Páscoa. Ou seja, o ministério de Jesus está muito próximo do fim. Lázaro, a quem Jesus ressuscitara está presente nesse jantar, assim como suas irmãs, Marta e Maria. Marta servia. Oxalá ela nos sirva de referência, pois todos nós somos chamados ao serviço. Fomos salvos para servir! Maria, num acto que demonstra profunda gratidão para com Jesus, por Ele ter ressuscitado o seu irmão, Lázaro, dá-Lhe algo muito precioso, algo de elevado custo: um perfume caríssimo (Valia 300 denários. Naquela época, o salário diário de um trabalhador era 1 denário. Logo, o valor do perfume equivalia a 300 dias de trabalho. Transportando para os dias de hoje, e tendo por base o Salário Mínimo Nacional, o qual ronda os 450 euros mensais, um trabalhador que tenha este ordenado, recebe 15 euros por dia. Este valor multiplicado por 300, dá 4500 euros. Ou seja, o perfume que Maria derramou sobre os pés de Jesus, actualmente, valeria no mínimo 4500 euros). Certa vez, David disse que não daria ao Senhor algo que não lhe custasse nada (I Crónicas 21:24). Jesus merece o melhor e nós devemos dar-Lhe o melhor do que temos e do que somos!
Maria derramou o perfume valioso sobre os pés de Jesus e a casa encheu-se daquele agradável aroma. Semelhantemente, a nossa gratidão para com Deus, pode beneficiar as pessoas que nos rodeiam.
Judas reage ao gesto de Maria, contestando-o. No entanto, alguns dias depois, Judas vendeu Jesus por um terço desse valor, isto é, o equivalente a 1500 euros nos dias de hoje. Apesar de Judas ser um dos seguidores de Jesus, para ele, Jesus não valia quase nada. Podemos estabelecer aqui uma analogia entre Judas e o 3º terreno da "Parábola do semeador" (Mateus 13:3-8). Se não permitirmos que Jesus tire os "espinhos", eles crescerão e sufocarão a semente. Judas desencantou-se com Jesus. Porquê? Ele desejava Jesus como um poderoso líder político, capaz de libertar a Palestina do domínio do Império Romano. Como Jesus não enveredou por esse caminho, Judas desiludiu-se. Muitas pessoas decepcionam-se com Deus por Ele não lhes dar o que elas desejam, por Ele não permitir que sejam aquilo que elas querem ser. São pessoas que não se submetem à vontade de Deus para as suas vidas.
Judas justifica a sua reacção para com o gesto de Maria com os pobres, pois -afirma ele - o melhor destino para aquele perfume caro seria a sua venda, o que permitiria ajudar os pobres. No entanto, a preocupação de Judas não era, de todo, os pobres. Sendo tesoureiro, tinha acesso ao dinheiro e, quanto mais entrasse na caixa das ofertas, mais ele teria para roubar. Ou seja, Judas seguia Jesus com a motivação errada. Jesus responde que haverá muitas oportunidades de ajudar os pobres. Porém, já não haverá muitas ocasiões para demonstrações de amor para com Ele, dado que o Seu tempo na Terra está a terminar. Aquele seria, portanto, um momento único na história daquela famíla. Maria não desperdiçou aquela oportunidade e mostrou a sua gratidão a Jesus. Nós também devemos aproveitar as oportunidades quando elas surgem. Não devemos adiar o que podemos fazer agora. Basta a cada dia o seu mal! (Mateus 6:34)
Maria fez aquilo que era prioritário naquele momento. Nós também devemos saber priorizar as coisas! "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas". (Mateus 6:33)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O socorro que vem do Alto...

Texto Bíblico: Elevo os meus olhos para os montes; de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez os céus e a terra. (Salmos 121:1,2) O texto de hoje é mais uma clara e inequívoca declaração de alguém que possuía certezas inabaláveis sobre a forma de resolver os seus conflitos existenciais. Sim, também os homens e as mulheres que confiam no Senhor têm problemas. A vantagem é que possuem recursos para superarem esses problemas. Se os problemas campeiam na nossa vida, também é certo que o Senhor providencia as melhores soluções para quando esses problemas batem à porta da nossa vida. A quem costuma rogar por socorro? Para quem volta o seu olhar? O salmista dá-nos a conhecer a melhor fórmula para cada um de nós. Ele voltava o seu olhar para o Senhor, Criador dos Céus e da terra. Ele não tinha qualquer espécie de dúvidas sobre o melhor método e o melhor e mais eficaz procedimento a ter. E você? Tem dúvidas? Tem reservas em relação à melhor e mais eficaz fórmula? Experimente... persista... e veja os resultados que advirão sobre si, nessa prática de dependência de Deus! Pr. José Lopes

sábado, 22 de agosto de 2009

Descansando nos braços do Pai...

Texto Bíblico: Perturbai-vos e não pequeis; falai com o vosso coração sobre a vossa cama, e calai-vos. (Salmo 4:4) A vida agitada do dia a dia proporciona perturbações de diversa natureza. Perturbações que destabilizam a nossa alma e que nos levam, muitas vezes, a duvidar da bondade, do amor e do cuidado de Deus. E chegamos a pecar, desconfiando da validade da oração, e passamos a procurar outos recursos que jamais serão eficazes para os nosssos problemas. A proposta do salmista é que nós encontremos o refúgio na nossa cama, a sós com Deus, a fim de encontrarmos as respostas do Senhor e o encaminhamento que Ele quer dar às nossas vidas. O problema, muitas vezes, é que nós queremos que Deus apoie os nossos projectos, o rumo que queremos dar à nossa vida, as soluções que achamos melhores para nós. E Deus não nos apoia, porquanto Ele sabe tudo, sabe aquilo que é melhor para nós! Será que descansa nos braços de Deus e cala-se diante da Sua vontade? Lembre-se que só assim é que encontrará segurança e paz! Pr. José Lopes

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Seguro de Vida Espiritual...

Hoje, no Culto de Estudo Bíblico e Oração, o Pr. Jónatas Lopes trouxe-nos uma mensagem a que deu o título: "Como ter um bom seguro de vida espiritual". Tendo o texto bíblico registado em Filipenses 2:12-16 como base, o nosso pastor apresentou-nos 4 pontos essenciais para se ter um bom seguro de vida espiritual:
1º: Desenvolver a salvação com temor e tremor. Nesta passagem bíblica, Paulo mostra que tem muita confiança nos crentes de Filipos, pois afirma que eles obedecem, tanto na sua presença como na sua ausência, mas pede-lhes que desenvolvam a sua salvação com temor e tremor. Isto é, com respeito e total reverência para com Deus, o Criador de todas as coisas.
2º: Deixar Deus actuar nas nossas vidas. Como filhos de Deus, o nosso objectivo deve ser estar no centro da Sua vontade. Para tal, é fundamental desenvolvermos a nossa intimidade com o Pai Celestial. Aquele que desenvolve a sua salvação, aceita a soberania de Deus. É frequente as pessoas colocarem a questão: "Não tenho o direito de ser feliz?" A resposta é: "Sim, mas segundo a vontade de Deus, porque Ele é bom e tem o melhor para os Seus filhos!"
3º: Ter uma boa conduta diante de Deus e dos homens. Paulo diz que devemos fazer todas as coisas sem murmurações nem contendas para que sejamos irrepreensíveis. Isto é, sem ter nada que nos apontem. Muitas vezes falhamos, é certo, mas reconhecemos o nosso erro e pedimos perdão. Também devemos ser sinceros. Isto significa que somos chamados a ser genuínos; devemos revelar pureza em todos os nossos actos. As pessoas que nos rodeiam esperam ver em nós a diferença que Deus faz na nossa vida.
4º Perseverar na Palavra de Deus. Cada vez mais as pessoas desejam coisas que as fazem sentir bem e, à primeira vista, a Palavra de Deus não é agradável. Contudo, colocá-la em prática resulta numa vida de acordo com a vontade de Deus!

domingo, 16 de agosto de 2009

Culto de Domingo

Hoje, no culto da tarde, o Pr. José Lopes trouxe-nos uma mensagem baseada em Provérbios 6:16-19. Esta passagem bíblica apresenta-nos várias coisas que desagradam a Deus. O nosso pastor levou-nos a reflectir naquela que aparece em primeiro lugar neste texto: a altivez. O orgulho é o pecado mais velho do mundo e não dá quaisquer sinais de enfraquecimento com a idade.
Orgulho é a adoração idólatra de nós mesmos. Uma pessoa altiva considera-se superior aos outros e até acha que não precisa de Deus. O orgulhoso e egocêntrico deseja que o mundo gire em torno de si. Não pode haver espaço para Deus em alguém que esteja cheio de si mesmo! O orgulho é uma erva daninha que impede que qualquer outra coisa cresça à sua volta. O orgulhoso Nabucodonosor foi retirado do reino e colocado no campo a comer erva como os animais (Daniel 4:30-33). O orgulhoso Saul foi afastado do trono (I Samuel 15:26-28). O orgulhoso Adão foi expulso do Éden (Génesis 3:23).
O coração é o solo da alma, onde Deus faz frutificar todas as virtudes, mas apenas quando nos desprendemos do orgulho. Deus ajuda o humilde, mas abate o altivo (Salmo 18:27). O homem soberbo não obtém qualquer resposta da parte de Deus (Salmo 101:5). Deus humilha os altivos (Isaías 5:15), mas dá graça aos humildes (Tiago 4:6).
O apóstolo Paulo teve um ministério extraordinário. Foi incansável na propagação do Evangelho, levando-o a muitas nações; teve visões indescritíveis, mas Deus deu-lhe o tal "espinho na carne" para que não se ensoberbecesse. Foi o orgulho que transformou anjos em demónios. É a humildade que transforma demónios em anjos. Um outro pensamento diz que a melhor maneira de vermos a luz divina é apagando a nossa própria vela. Não podemos brilhar com a nossa própria vela, mas devemos deixar Jesus, que é a Luz do Mundo, brilhar em nós. Para vermos a grandeza de Deus, precisamos de descer ao vale da humildade. Quem se humilha, será exaltado. E quem se exalta, será humilhado (Lucas 28:14).
O orgulho afasta Deus das nossas vidas e afecta os nossos relacionamentos. Se, porventura, a soberba bater à nossa porta, dialoguemos com Deus, como Davi fez, pedindo-Lhe que não permita que o orgulho se instale no nosso coração (Salmo 19:13).

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Meditação: O conforto da oração

Texto Bíblico: "Sabei, pois, que o Senhor separou para si aquele que lhe é querido; o Senhor ouvirá quando eu clamar a Ele. (Salmo 4:3) O povo costuma dizer que há muitas soluções para o mesmo problema. É como se fosse possível encontrar um recurso plurifacetado, capaz de solucionar todos os apertos, mesmo os existenciais. Mas não é assim. A esmagadora maioria dos recursos providenciados pelos homens apertam e sufocam mais a alma humana. Em vez da largueza que a oração proporciona, são conduzidos a labirintos mais fechados e mais redutores de felicidade. O Senhor Deus ouve todo aquele que lhe é querido. Sabe que é alguém muito especial para Deus? Sabe que, como alguém tão especial para Ele, Deus interessa-se por si e por todas as circunstâncias que o envolvem? Agradeça a Deus pelo interesse que Ele tem por si! Jamais desconfie da Sua graça e da Sua bondade e do Seu interesse em ajudar a sua vida. Dirija-lhe uma oração, hoje, e verá o conforto que dEle virá! Pr. José Lopes

domingo, 9 de agosto de 2009

Culto de Domingo

Hoje, no culto da tarde, o Pr. Jónatas Lopes conduziu-nos numa reflexão, versículo a versículo, sobre o Salmo 71. O Salmista começa por reconhecer que Deus é o seu refúgio. Isto é, somente Deus lhe oferece a segurança que Ele almeja. E quem se refugia em Deus, não tem do que se envergonhar. Porquê? Porque sabemos que Deus tem o melhor para nós. Logo, não importa o que nos digam os outros. Até porque não devemos depositar a nossa confiança em homem algum. Devemos, sim, olhar para Jesus, o autor e consumador da fé (Hebreus 12:2).
O Salmista está com um problema e clama a Deus por livramento. Pede-Lhe que incline os Seus ouvidos para Si. Nós também podemos fazer o mesmo. Ainda que não tenhamos ninguém à nossa volta para nos escutar, Deus está sempre pronto para nos ouvir. As palavras do Salmista revelam que ele depende totalmente de Deus. Deus é a sua rocha, a sua fortaleza, a sua esperança. Não obstante as dificuldades por que está a passar, o Salmista louva a Deus. Um exemplo do perfeito louvor. Um louvor que brota de um coração a transbordar de gratidão pelo que Deus é. E Ele é amor, Ele é justiça...
Na sua oração, o Salmista revela um medo comum a todos nós: a solidão na velhice. Por isso, ele suplica a Deus para que não o desampare quando for velho. Quem tem Deus, nunca está só! E ele sabia disto. Façamos da oração do Salmista a nossa própria oração: "Ó Deus, não te ausentes de mim..." No verso 14, o Salmista expressa um belíssimo desejo: louvar cada vez mais. E logo a seguir, ele propõe-se ser grato por todas as bênçãos, inclusivé as "invisíveis". Seria bom que partilhássemos sempre as bênçãos, aquilo que Deus tem feito nas nossas vidas. E Ele tem feito tanto!
No versículo 20, o Salmista revela uma confiança inabalável em Deus. Queixou-se, pois os seus problemas são assustadores, mas tem a certeza que Deus o ajudará, que Ele aumentará o Seu poder em si, que lhe dará forças para aguentar as circunstâncias difíceis até que lhe dê o almejado livramento. Oxalá tenhamos o Salmista como referência. Apesar das aflições, dos problemas avassaladores, louvemos ao Senhor Deus. Afinal, Ele deu-nos a salvação! E isto é motivo mais do que suficiente para O louvarmos continuamente... "Em tudo dai graças..." (I Tessalonicenses 5:18)

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Meditação: A importância da oração

Texto Bíblico: Ouve quando eu clamo, ó Deus; na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração. (Salmo 4:1) Nem sempre estamos dispostos a seguir o trilho certo. Nem sempre estamos disponíveis para optar pelas propostas espirituais mais favoráveis. E é pena! O Salmista era um homem de oração! Um homem que buscava o Senhor, de forma contínua e diária. Será que nós fazemos isso? E é óbvio que, quando a angústia batia à sua porta, ele sabia os passos que deveria dar, sabia os recursos que deveria utilizar. E consigo, passa-se o mesmo? A melhor forma de resolvermos o problema existencial é a oração: arma que Deus coloca à nossa disposição, para falarmos com Ele, para expormos os nossos problemas, para abrirmos o nosso coração e dispormos, diante dEle, as nossas mágoas, etc. Como resultado da prática da oração, o Salmista encontrou largueza para a sua angústia. Experimente também seguir os seus passos! Pr. José Lopes

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Ontem, no culto de estudo bíblico e oração, a Marta baseou a sua meditação em Oséias 11, levando-nos a reflectir sobre o imenso e incondicional amor do nosso Pai Celestial.
Apesar de muitas vezes sermos filhos rebeldes e desobedientes, o nosso bondoso Deus continua a amar-nos. Nada nos pode separar do amor do Pai! Se nos afastamos, Ele espera ansiosamente pelo nosso regresso. E, ao voltarmos para Ele, somos recebidos de braços abertos...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Culto de Domingo

Ontem, no culto da tarde, o Filipe desafiou-nos a reflectir na passagem bíblica registada em Lucas 7:36-38. Jesus está na casa de um fariseu, a comer com ele. Uma mulher pecadora senta-se aos Seus pés e unge-lhos. Ou seja, Jesus não discriminava ninguém.
A mulher chorava copiosamente, as lágrimas caíam sobre os pés de Jesus e ela enxugava-as com os seus próprios cabelos. Ou seja, ela reconheceu que não era ninguém perante Jesus.
Ela ofereceu a Jesus um perfume caro, algo precioso... E nós, o que estamos a dar a Deus?

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Continuamos no Evangelho de João e ontem estudámos João 12:1-19. Um estudo que nos foi apresentado pelo Pr. Jónatas Lopes. Betânia. Jesus, Lázaro, Marta e Maria. Marta a servir, como era seu hábito. Maria junto do seu Senhor, ungindo-lhe os pés com um perfume caro. Maria deu a Jesus o melhor que tinha, o mais caro, o mais precioso... Não devemos nós também fazer o mesmo? Ao ungir os pés de Jesus, enxugando-os com os seus cabelos, Maria revela muita humildade.
Judas reage ao acto de Maria com uma crítica. Pergunta por que se desperdiçou o unguento em vez de se vender e dar o dinheiro aos pobres. Judas não estava minimamente preocupado com os pobres. Ele, além de ladrão, era daquele tipo de pessoas que estão sempre prontas a deitar abaixo quem faz algo de positivo. É óbvio que devemos ajudar os pobres (Tiago afirma que a verdadeira religião é ajudar os órfãos e as viúvas, isto é, os necessitados), mas devemos dar o melhor a Deus. Ele merece a primazia!
No versículo 10, vemos que os principais dos sacerdotes, que procuravam matar Jesus, também decidem matar Lázaro. Porquê? Após o milagre da ressurreição de Lázaro, operado por Jesus, muitas pessoas começaram a crer que Ele era, de facto, o Messias. Ora, matar Lázaro era eliminar a prova do poder de Jesus. Nos versos 12 e 13, vemos que quando Jesus estava a chegar a Jerusalém, juntou-se uma grande multidão, empunhando ramos de palmeira, e todos O aclamaram. No entanto, uma semana depois, as mesmas pessoas gritaram: "Crucifica-o!" Quando o povo via Jesus realizar milagres, juntava-se sempre uma grande multidão completamente maravilhada. Porém, Jesus terminou o Seu ministério aqui na Terra quase sozinho, pois seguir a Jesus significa renúncia, implica tomar a nossa cruz (Marcos 8:34). No versículo 18, vemos que a multidão seguiu Jesus porque tinha ouvido falar do milagre que Ele realizara. Não o faziam pela pessoa de Jesus, mas por causa do que Ele fazia. Ainda hoje é assim. Há pessoas que seguem Jesus só por causa das bênçãos!
Oxalá estejamos dispostos a seguir a Jesus, independentemente do que possa acontecer. Que possamos estar sempre receptivos às Sua vontade; que Ele seja glorificado na nossa vida; que O possamos seguir de todo o coração!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Espaço Rute...

A Loja Social Espaço Rute, da nossa igreja, em funcionamento há duas semanas, tem já 6 utentes. Ou seja, neste momento apoiamos 6 famílias, abrangendo um universo de 20 pessoas.
Está a passar por dificuldades e precisa de bens essenciais como alimentos e roupa? Então, visite-nos na Avª Dr. António José de Almeida, em Tondela. Tem em casa artigos de que já não necessita? Ofereça-os a quem precisa, através do Espaço Rute. Para obter mais informações sobre esta loja de solidariedade social, contacte o Pr. Jónatas Lopes, através do telemóvel nº 967 539 236.
Horário de Funcionamento do Espaço Rute: Terça-feira: 14:30 - 18:30
Quinta-feira: 14:30 - 18:30
A seguir, apresentamos a entrevista concedida pelo Pr. Jónatas Lopes à Rádio Centro FM, alguns dias antes da inauguração da loja Espaço Rute. Se quiser ficar a conhecer melhor este projecto, ouça a entrevista, "carregando" no botão "play" do podcast.
Subscribe Free Add to my Page

domingo, 26 de julho de 2009

A força da graça...

No culto da tarde, o nosso Pr. Jónatas Lopes trouxe-nos uma mensagem sobre graça e perdão. Mateus 18:23-35 foi o texto bíblico que lhe serviu de base. Trata-se de uma parábola, que mostra que Deus é um Deus justo, que está sempre pronto a perdoar-nos, mas também espera que nos perdoemos uns aos outros.
O servo não tinha forma de pagar o que devia, nem vendendo tudo o que possuía. Então, o seu senhor, num acto de grande compaixão, perdoou-lhe a dívida. Do mesmo modo, Deus libertou-nos de uma dívida imensa, através da morte de Jesus na cruz, o qual levou sobre Si os nossos pecados, a fim de nos salvar. Aqui reside a força da graça do nosso Deus. Não merecíamos a salvação, mas Ele traçou um plano maravilhoso a fim de nos salvar. E porque Jesus executou esse plano, temos acesso a uma vida eterna com Deus! Não merecemos o perdão de Deus, mas se nos arrependermos genuinamente, Ele perdoa-nos. E nós também devemos perdoar o nosso próximo, até antes de nos pedirem perdão, pois o que quer que nos façam é tão pequeno, quando comparado com o que Deus fez por nós! Não devemos quebrar o ciclo da graça. Eu não mereço o perdão de Deus, mas Ele concede-mo. Logo eu também devo perdoar, ainda que ache que a pessoa não merece o meu perdão. Afinal, foi o que Deus fez comigo. Perdoo porque Deus também me perdoou! O Cristão deve ser conhecido pela sua capacidade de perdoar, pois a força da graça constrange-o! Quando percebemos a graça de Deus e a imensidão do Seu amor, o qual o impeliu a enviar Jesus à cruz para morrer em nosso lugar, a nossa atitude para com Ele passa a ser de adoração! E a nossa relação com os outros também se altera. Passamos a conceder perdão!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Pensamento e Versículo da semana...

Pensamento

Se não tirarmos a pedra, ou pedras, que dificultam a acção do Espírito Santo, dificilmente haverá investimentos espirituais.

Versículo
Prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses 3:14)

Carta Pastoral...

Continuamos a falar de investimento.

Há bons e maus investimentos, assim como há bons e maus resultados em relação àquilo que se investe.

Quando falamos de investimentos espirituais, não pseudo-espirituais, falamos, de forma convicta, em bons investimentos. Sem qualquer espécie de dúvida, quando o nosso Deus investe em nós é com o objectivo de obter bons resultados. Deste modo, todos os Seus investimentos são revestidos de processos e procedimentos bem claros, transparentes, lineares. Ele não esconde os Seus objectivos para a nossa vida, nem se esconde a Ele próprio na mediação, na protecção, na ajuda, na orientação. Se Ele achar por bem surpreender-nos, não é para nos prejudicar, mas para ir mais além daquilo que eram as nossas expectativas. Por outras palavras, Ele surpreende-nos claramente pela positiva.

Falámos, mais atrás, de investimentos pseudo-espirituais, isto é, de investimentos que parecem ser aquilo que não são, de investimentos que não têm origem Divina. Podem aparentar, até porque o diabo se transforma em «anjo de luz», mas, na dependência de Deus, e sob a acção do Espírito Santo, poderemos discernir essa proveniência e facilmente concluir que uma coisa é Deus e outra coisa, nitidamente bem diferente, é o diabo. Por vezes, muitas pessoas, só discernem essa proveniência aquando dos resultados. «Eu não vi»; «eu não tive a culpa»; «até parecia»; «eu não tinha qualquer espécie de dúvida», etc, etc, são expressões que revelam um balanço nitidamente negativo, mesmo que intencionalmente sejam reveladores de um cariz honesto. E é pena que nos tenhamos de lamentar, e desgastar, depois de «casa roubada», quando seria bem mais fácil prevenir.

Investimentos espirituais. Que investimentos o nosso Deus já efectuou em nós? Que investimentos Ele desejou efectivar e nós não deixámos? Qual, ou quais, aqueles que resultaram? E os que não resultaram? E porquê?

É interessante notar que Deus deseja investir em todos os crentes. Nesse sentido, o Espírito distribui «dons», a fim de capacitar cada um daqueles que fazem parte do «Corpo de Cristo» a fim de sermos aperfeiçoados para honra e glória do nosso Mestre. É óbvio que Ele distribui como quer, mas é igualmente verdade que nenhum crente ficou vazio de «dons». Pode ser simplesmente um, mas esse dom é verdadeiramente importante para a Igreja e para o desenvolvemento da Obra de Deus.

Lembremos a parábola dos talentos. Por um lado, e de forma positiva, vemos pessoas a fazerem render os seus dons; por outro lado, e infelizmente, vemos alguém que o esconde, nada fazendo com ele. Este é, «mais coisa menos coisa», o cenário que caracteriza muitas comunidades cristãs. E daí que as Igrejas fiquem algo «coxas» e insuficientemente preparadas para servirem a Deus, na medida em nem todos os investimentos Divinos estão a render.

Amado Irmão: acarinhe todo e qualquer investimento de índole Divina. Esse e só esse! Abrace-o, dê-lhe condições de rentabilização e proporcione a Deus, e à Sua Igreja, óptimos e favoráveis cenários. É com o(s) investimento(s) que Deus faz em mim, adicionado ao(s) investimento(s) que o nosso Deus faz em ti, somado ao(s) investimento(s) que Deus faz nos nossos Irmãos que o Todo Poderoso Deus age neste mundo. E quão bom seria que os investimentos espirituais sejam aqueles que registam melhor resultado! Isso está nas minhas mãos … nas tuas … nas nossas!

Pr. José Lopes

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

O nosso estudo desta semana, apresentado pelo nosso pastor José Lopes, baseou-se em João 11:16-46, a passagem bíblica que relata a ressurreição de Lázaro.
No versículo 16, é de salientar a disponibilidade de Tomé, que se prontificou a acompanhar Jesus e a morrer com Ele. Às vezes, nós estamos dispostos a seguir Jesus, mas depois, perante o primeiro obstáculo, recuamos... Betânia distava de Jerusalém somente 3 quilómetros. Porém, quando Jesus chegou, Lázaro já estava morto há 4 dias. Jesus atrasou-se propositadamente. Ele pretendia que a morte de Lázaro fosse evidente, para que o Seu poder também fosse inquestionável. No verso 21, a afirmação de Marta - "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido" - mostra-nos que ela tinha plena consciência de que a presença de Jesus altera tudo e radicalmente. Logo a seguir, no verso 22, ela revela uma fé extraordinária no poder da oração. Marta tinha comunhão com o seu Senhor. Segue-se um diálogo entre Jesus e Marta acerca da ressurreição. Ela mostra que sabe que há ressurreição, mas essa ressurreição apontava para o último dia. Ela não estava a ver o poder de Jesus a actuar naquele momento. Jesus introduz, então, algo novo. Ele próprio é a ressurreição e Ele próprio dá vida. Jesus apresenta um novo conceito acerca da morte. A morte física é apenas um sono, algo temporário. O mesmo não acontece com a morte espiritual. A salvação é eterna, porque estaremos para sempre com Deus. A condenação também é eterna, pois quem não aceitar Jesus como seu salvador, durante a sua vida neste mundo, ficará para sempre separado de Deus. Durante a sua conversa com Jesus, Marta também revela conhecimentos acerca do Velho Pacto. Ela diz que sabe que Jesus é o Messias que havia de vir ao mundo. Os judeus, contudo, ainda hoje esperam o Messias! Quando Marta diz a Maria que Jesus está a chegar à aldeia, esta apressa-se em ir ter com Ele e diz-lhe exactamente o mesmo que Marta dissera a Jesus: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido". Quando o Espírito de Deus age me nós, pensamos da mesma maneira; o nosso discurso é semelhante, é coerente. No verso 33, a reacção de Jesus, perante o sofrimento das irmãs de Lázaro, é tão intensa, tão profunda, que João - que sempre dá mais ênfase à divindade de Jesus do que à sua humanidade - não resiste a registá-la! Esta reacção de Jesus mostra que Ele identifica-se connosco na nossa dor. Ele sofre connosco! E nós?! Choramos com os que choram? Levamos as cargas uns dos outros? No verso 36, vemos que os judeus ficam impressionados com a forma como Jesus demonstra a sua dor e exclamam: "Vede como o amava!" As pessoas reparam quando há amor, quando há solidariedade. O mundo sabe avaliar o modo como nos relacionamos. O próprio Jesus disse que o mundo saberá que somos Seus discípulos se nos amarmos uns aos outros. No versículo 37, os judeus têm um discurso semelhante ao de Marta e Maria. Para eles, não havia solução para a morte. Jesus poderia ter impedido a morte de Lázaro. Mas agora - pensavam - não havia na a fazer! Porém, aquilo que é impossível para nós, é possível para Deus. No verso 39, Jesus manda tirar a pedra do túmulo, pois isto era algo que os homens podiam fazer. Aquilo que nós podemos fazer, Deus não faz. Às vezes, há pedras na nossa vida, que nós próprios podemos tirar, as quais são obstáculos que impedem a intervenção de Deus. Às vezes, é a nossa própria vontade que impede que a vontade de Deus se concretize na nossa vida! É de salientar que Jesus só chegou ao 4º dia, porque Lázaro já estava declarado morto. O Seu atraso tinha um propósito: a manifestação do Seu poder. No versículo 41, Jesus ora e diz ao Pai: "Obrigado porque me ouviste". Ou seja, Jesus tinha plena certeza de que a ressurreição de Lázaro iria acontecer. (A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem - Hebreus 11:1) Quando ordena a Lázaro que saia do túmulo, Jesus fá-lo em voz alta. Porquê? Para mostrar o Seu poder, a Sua autoridade sobre a morte. No versículo 45, vemos algumas respostas positivas, alguma aceitação. Algumas pessoas, através do milagre que Jesus realizou, creram. Outras, porém, não creram. Ainda hoje é assim. Quando apresentamos o Evangelho, há pessoas que aceitam Jesus e há pessoas que O rejeitam!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

EBD

A ausência de fotos neste espaço, ultimamente, não significa que não tenhamos pessoas a assistir aos cultos. Não. De todo! Apesar de estarmos em plena época de férias, ainda há um bom grupo de irmãos a vir aos cultos. As nossas máquinas fotográficas é que resolveram tirar férias...:) Esperamos ter o problema resolvido, em breve, para continuarmos a apresentar fotos dos nossos cultos. Mesmo sem fotografias, aqui fica um breve resumo da nossa Escola Bíblica Dominical de ontem:
Estudámos a lição "Quando o Senso Comum não é Suficiente". A passagem bíblica que lhe serviu de suporte foi Tiago 1:1-18. Como sabemos, a ênfase de Tiago nas obras causou problemas. Martinho Lutero, por exemplo, ficou muito incomodado com a mensagem de Tiago, pensando que ele estava a contradizer a mensagem da graça, pregada pelo apóstolo Paulo. Não era contudo isso que Tiago tinha em mente, quando escreveu esta carta. É certo que somos salvos pela graça, por meio da fé; e não através das obras (Efésios 2:8-10), mas devemos reagir à graça de Deus com acções... Ou seja, as boas obras não são uma causa, mas sim, uma consequência da salvação. Pela fé, cremos na morte e na ressurreição de Jesus, aceitando a salvação que Ele nos oferece. A Sua presença na nossa vida resulta em actos de amor, em boas obras... Dizer que se tem fé, é diferente de se viver em fé. É por isso que Tiago enfatiza o lado prático da fé, oferecendo instruções claras sobre diversos assuntos como ter cuidado com as nossas palavras; ajudar os pobres; fixar os nossos em Jesus e não no mundo. Tiago aconselha-nos ainda a pedir sabedoria a Deus, porque ela está à nossa disposição, gratuitamente. Basta pedir! Que privilégio!

sábado, 18 de julho de 2009

Pensamento e versículo da semana...

Pensamento

Em estado de fraqueza estarei em situação de receber, mas quando estou forte estarei em condições de me oferecer, em Nome de Jesus!

Versículo

Somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. (II Cor. 5:20)

Carta Pastoral...

VIVO FELIZ, POIS SOU DE JESUS!

Este mês a ênfase está no investimento pessoal, no investimento na nossa própria pessoa. E, deste modo, querido leitor, quero destacar algumas notas:

1ª - Quando falo em nós mesmos, não manifesto, de forma alguma, qualquer sentimento de egoísmo ou de egocentrismo;

2ª - Quando falo de investimento pessoal, estou a referir-me à necessidade de sermos cada vez mais fortes, mais saudáveis, a fim de podermos servir a Deus, e a Seu reino, de forma mais substantiva;

3ª - Quando falo de investimento na minha própria pessoa, refiro-me à necessidade, embora obviamente com a a ajuda de Deus, de eu próprio me esforçar, empenhar e mobilizar todo o tipo de condições que me possam tornar mais útil na Obra de Deus, condições naturalmente aprovadas por Deus.

Quando penso em investimento, tenho que pensar, pelo menos, em duas coisas:

1ª - O que é que eu sou e o que é que eu tenho;

2ª - O que é que de mim posso investir, a fim de chegar onde quero ou devo chegar.

Conhecer-me a mim mesmo é o ponto de partida. Conhecer a minha condição espiritual: aquilo que eu sou e aquilo que eu tenho para dar a Deus e à sua obra, aquilo que não tenho sido, ou dado, na medida em que não registo condições para mais.

Conhecer-me a mim mesmo implica saltar para fora de mim mesmo, em busca daquilo que é o ideal de Deus para a minha vida, estando disposto a dar esse salto, a correr essa aventura e a suportar os seus respectivos custos. E é aqui que reside o «calcanhar de Aquiles», visto que, muitas vezes, queremos atingir o ideal de Deus sem pagarmos qualquer preço, sem querermos efectuar qualquer renúncia, sem querermos tomar a nossa cruz.

O investimento pessoal pode ter uma dupla expressão: por um lado, deixar que o Espírito erradique, da nossa vida, tudo aquilo que Lhe desagrada, a fim de que «coisas velhas» não aniquilem novos investimentos espirituais que nos são propostos; por outro lado, saber aquilo que dispomos, a nível de tempo, boa-vontade, empenho, dedicação, para a tal aventura em direcção ao ideal de Deus.

Em suma, podemos declarar, sem qualquer espécie de ambiguidade, que qualquer investimento espiritual só é eficaz, nos seus efeitos, se houver predisposição para o que vem a seguir. Sim, todos os investimentos que queiramos efectuar, ou que pretendam efectuar em nós, resultarão em nada, se porventura não houver interesse em abraçar os contextos que envolvem esse tipo de investimento espiritual.

Amado irmão, ou leitor desta carta: invista em si mesmo, com os recursos que o Senhor Deus lhe disponibiliza. Ou, por outras palavras, deixe o Senhor proceder ao investimento que Ele deseja concretizar na sua vida, ou na sua pessoa em concreto. Este é, ainda, o caminho mais certo, o caminho mais sensato e de consequências mais fortes e mais eternas. Saiba, também , que o investimento em Deus é, de certa forma, e sem qualquer espécie de dúvida, a garantia de bom e inigualável retorno.

Deixe Deus investir em si mesmo! Submeta-se a esse investimento ... E aconchegue, de boa vontade, esse investimento. Se assim for, será cada vez mais forte, para honra e glória de Deus!

Pr. José Lopes