domingo, 30 de agosto de 2009
Tempo de Aliança com Deus...
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Culto de Estudo Bíblico e Oração...
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O socorro que vem do Alto...
sábado, 22 de agosto de 2009
Descansando nos braços do Pai...
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Seguro de Vida Espiritual...
domingo, 16 de agosto de 2009
Culto de Domingo
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Meditação: O conforto da oração
domingo, 9 de agosto de 2009
Culto de Domingo
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Meditação: A importância da oração
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Culto de Estudo Bíblico e Oração...
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Culto de Domingo
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Culto de Estudo Bíblico e Oração...
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Espaço Rute...
domingo, 26 de julho de 2009
A força da graça...
O servo não tinha forma de pagar o que devia, nem vendendo tudo o que possuía. Então, o seu senhor, num acto de grande compaixão, perdoou-lhe a dívida. Do mesmo modo, Deus libertou-nos de uma dívida imensa, através da morte de Jesus na cruz, o qual levou sobre Si os nossos pecados, a fim de nos salvar.
Aqui reside a força da graça do nosso Deus. Não merecíamos a salvação, mas Ele traçou um plano maravilhoso a fim de nos salvar. E porque Jesus executou esse plano, temos acesso a uma vida eterna com Deus!
Não merecemos o perdão de Deus, mas se nos arrependermos genuinamente, Ele perdoa-nos. E nós também devemos perdoar o nosso próximo, até antes de nos pedirem perdão, pois o que quer que nos façam é tão pequeno, quando comparado com o que Deus fez por nós!
Não devemos quebrar o ciclo da graça. Eu não mereço o perdão de Deus, mas Ele concede-mo. Logo eu também devo perdoar, ainda que ache que a pessoa não merece o meu perdão. Afinal, foi o que Deus fez comigo. Perdoo porque Deus também me perdoou!
O Cristão deve ser conhecido pela sua capacidade de perdoar, pois a força da graça constrange-o!
Quando percebemos a graça de Deus e a imensidão do Seu amor, o qual o impeliu a enviar Jesus à cruz para morrer em nosso lugar, a nossa atitude para com Ele passa a ser de adoração! E a nossa relação com os outros também se altera. Passamos a conceder perdão!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Pensamento e Versículo da semana...
Pensamento
Se não tirarmos a pedra, ou pedras, que dificultam a acção do Espírito Santo, dificilmente haverá investimentos espirituais.
Versículo
Prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses 3:14)
Carta Pastoral...
Continuamos a falar de investimento.
Há bons e maus investimentos, assim como há bons e maus resultados em relação àquilo que se investe.
Quando falamos de investimentos espirituais, não pseudo-espirituais, falamos, de forma convicta, em bons investimentos. Sem qualquer espécie de dúvida, quando o nosso Deus investe em nós é com o objectivo de obter bons resultados. Deste modo, todos os Seus investimentos são revestidos de processos e procedimentos bem claros, transparentes, lineares. Ele não esconde os Seus objectivos para a nossa vida, nem se esconde a Ele próprio na mediação, na protecção, na ajuda, na orientação. Se Ele achar por bem surpreender-nos, não é para nos prejudicar, mas para ir mais além daquilo que eram as nossas expectativas. Por outras palavras, Ele surpreende-nos claramente pela positiva.
Falámos, mais atrás, de investimentos pseudo-espirituais, isto é, de investimentos que parecem ser aquilo que não são, de investimentos que não têm origem Divina. Podem aparentar, até porque o diabo se transforma em «anjo de luz», mas, na dependência de Deus, e sob a acção do Espírito Santo, poderemos discernir essa proveniência e facilmente concluir que uma coisa é Deus e outra coisa, nitidamente bem diferente, é o diabo. Por vezes, muitas pessoas, só discernem essa proveniência aquando dos resultados. «Eu não vi»; «eu não tive a culpa»; «até parecia»; «eu não tinha qualquer espécie de dúvida», etc, etc, são expressões que revelam um balanço nitidamente negativo, mesmo que intencionalmente sejam reveladores de um cariz honesto. E é pena que nos tenhamos de lamentar, e desgastar, depois de «casa roubada», quando seria bem mais fácil prevenir.
Investimentos espirituais. Que investimentos o nosso Deus já efectuou em nós? Que investimentos Ele desejou efectivar e nós não deixámos? Qual, ou quais, aqueles que resultaram? E os que não resultaram? E porquê?
É interessante notar que Deus deseja investir em todos os crentes. Nesse sentido, o Espírito distribui «dons», a fim de capacitar cada um daqueles que fazem parte do «Corpo de Cristo» a fim de sermos aperfeiçoados para honra e glória do nosso Mestre. É óbvio que Ele distribui como quer, mas é igualmente verdade que nenhum crente ficou vazio de «dons». Pode ser simplesmente um, mas esse dom é verdadeiramente importante para a Igreja e para o desenvolvemento da Obra de Deus.
Lembremos a parábola dos talentos. Por um lado, e de forma positiva, vemos pessoas a fazerem render os seus dons; por outro lado, e infelizmente, vemos alguém que o esconde, nada fazendo com ele. Este é, «mais coisa menos coisa», o cenário que caracteriza muitas comunidades cristãs. E daí que as Igrejas fiquem algo «coxas» e insuficientemente preparadas para servirem a Deus, na medida em nem todos os investimentos Divinos estão a render.
Amado Irmão: acarinhe todo e qualquer investimento de índole Divina. Esse e só esse! Abrace-o, dê-lhe condições de rentabilização e proporcione a Deus, e à Sua Igreja, óptimos e favoráveis cenários. É com o(s) investimento(s) que Deus faz em mim, adicionado ao(s) investimento(s) que o nosso Deus faz em ti, somado ao(s) investimento(s) que Deus faz nos nossos Irmãos que o Todo Poderoso Deus age neste mundo. E quão bom seria que os investimentos espirituais sejam aqueles que registam melhor resultado! Isso está nas minhas mãos … nas tuas … nas nossas!
Pr. José Lopes
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Culto de Estudo Bíblico e Oração...
No versículo 16, é de salientar a disponibilidade de Tomé, que se prontificou a acompanhar Jesus e a morrer com Ele. Às vezes, nós estamos dispostos a seguir Jesus, mas depois, perante o primeiro obstáculo, recuamos...
Betânia distava de Jerusalém somente 3 quilómetros. Porém, quando Jesus chegou, Lázaro já estava morto há 4 dias. Jesus atrasou-se propositadamente. Ele pretendia que a morte de Lázaro fosse evidente, para que o Seu poder também fosse inquestionável.
No verso 21, a afirmação de Marta - "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido" - mostra-nos que ela tinha plena consciência de que a presença de Jesus altera tudo e radicalmente.
Logo a seguir, no verso 22, ela revela uma fé extraordinária no poder da oração. Marta tinha comunhão com o seu Senhor.
Segue-se um diálogo entre Jesus e Marta acerca da ressurreição. Ela mostra que sabe que há ressurreição, mas essa ressurreição apontava para o último dia. Ela não estava a ver o poder de Jesus a actuar naquele momento.
Jesus introduz, então, algo novo. Ele próprio é a ressurreição e Ele próprio dá vida. Jesus apresenta um novo conceito acerca da morte. A morte física é apenas um sono, algo temporário. O mesmo não acontece com a morte espiritual. A salvação é eterna, porque estaremos para sempre com Deus. A condenação também é eterna, pois quem não aceitar Jesus como seu salvador, durante a sua vida neste mundo, ficará para sempre separado de Deus.
Durante a sua conversa com Jesus, Marta também revela conhecimentos acerca do Velho Pacto. Ela diz que sabe que Jesus é o Messias que havia de vir ao mundo. Os judeus, contudo, ainda hoje esperam o Messias!
Quando Marta diz a Maria que Jesus está a chegar à aldeia, esta apressa-se em ir ter com Ele e diz-lhe exactamente o mesmo que Marta dissera a Jesus: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido". Quando o Espírito de Deus age me nós, pensamos da mesma maneira; o nosso discurso é semelhante, é coerente.
No verso 33, a reacção de Jesus, perante o sofrimento das irmãs de Lázaro, é tão intensa, tão profunda, que João - que sempre dá mais ênfase à divindade de Jesus do que à sua humanidade - não resiste a registá-la!
Esta reacção de Jesus mostra que Ele identifica-se connosco na nossa dor. Ele sofre connosco!
E nós?! Choramos com os que choram? Levamos as cargas uns dos outros?
No verso 36, vemos que os judeus ficam impressionados com a forma como Jesus demonstra a sua dor e exclamam: "Vede como o amava!"
As pessoas reparam quando há amor, quando há solidariedade. O mundo sabe avaliar o modo como nos relacionamos. O próprio Jesus disse que o mundo saberá que somos Seus discípulos se nos amarmos uns aos outros.
No versículo 37, os judeus têm um discurso semelhante ao de Marta e Maria. Para eles, não havia solução para a morte. Jesus poderia ter impedido a morte de Lázaro. Mas agora - pensavam - não havia na a fazer! Porém, aquilo que é impossível para nós, é possível para Deus.
No verso 39, Jesus manda tirar a pedra do túmulo, pois isto era algo que os homens podiam fazer. Aquilo que nós podemos fazer, Deus não faz. Às vezes, há pedras na nossa vida, que nós próprios podemos tirar, as quais são obstáculos que impedem a intervenção de Deus. Às vezes, é a nossa própria vontade que impede que a vontade de Deus se concretize na nossa vida!
É de salientar que Jesus só chegou ao 4º dia, porque Lázaro já estava declarado morto. O Seu atraso tinha um propósito: a manifestação do Seu poder.
No versículo 41, Jesus ora e diz ao Pai: "Obrigado porque me ouviste". Ou seja, Jesus tinha plena certeza de que a ressurreição de Lázaro iria acontecer. (A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem - Hebreus 11:1)
Quando ordena a Lázaro que saia do túmulo, Jesus fá-lo em voz alta. Porquê? Para mostrar o Seu poder, a Sua autoridade sobre a morte.
No versículo 45, vemos algumas respostas positivas, alguma aceitação. Algumas pessoas, através do milagre que Jesus realizou, creram. Outras, porém, não creram.
Ainda hoje é assim. Quando apresentamos o Evangelho, há pessoas que aceitam Jesus e há pessoas que O rejeitam!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
EBD
sábado, 18 de julho de 2009
Pensamento e versículo da semana...
Pensamento
Em estado de fraqueza estarei em situação de receber, mas quando estou forte estarei em condições de me oferecer, em Nome de Jesus!
Versículo
Carta Pastoral...
VIVO FELIZ, POIS SOU DE JESUS!
Este mês a ênfase está no investimento pessoal, no investimento na nossa própria pessoa. E, deste modo, querido leitor, quero destacar algumas notas:
1ª - Quando falo em nós mesmos, não manifesto, de forma alguma, qualquer sentimento de egoísmo ou de egocentrismo;
2ª - Quando falo de investimento pessoal, estou a referir-me à necessidade de sermos cada vez mais fortes, mais saudáveis, a fim de podermos servir a Deus, e a Seu reino, de forma mais substantiva;
3ª - Quando falo de investimento na minha própria pessoa, refiro-me à necessidade, embora obviamente com a a ajuda de Deus, de eu próprio me esforçar, empenhar e mobilizar todo o tipo de condições que me possam tornar mais útil na Obra de Deus, condições naturalmente aprovadas por Deus.
Quando penso em investimento, tenho que pensar, pelo menos, em duas coisas:
1ª - O que é que eu sou e o que é que eu tenho;
2ª - O que é que de mim posso investir, a fim de chegar onde quero ou devo chegar.
Conhecer-me a mim mesmo é o ponto de partida. Conhecer a minha condição espiritual: aquilo que eu sou e aquilo que eu tenho para dar a Deus e à sua obra, aquilo que não tenho sido, ou dado, na medida em que não registo condições para mais.
Conhecer-me a mim mesmo implica saltar para fora de mim mesmo, em busca daquilo que é o ideal de Deus para a minha vida, estando disposto a dar esse salto, a correr essa aventura e a suportar os seus respectivos custos. E é aqui que reside o «calcanhar de Aquiles», visto que, muitas vezes, queremos atingir o ideal de Deus sem pagarmos qualquer preço, sem querermos efectuar qualquer renúncia, sem querermos tomar a nossa cruz.
O investimento pessoal pode ter uma dupla expressão: por um lado, deixar que o Espírito erradique, da nossa vida, tudo aquilo que Lhe desagrada, a fim de que «coisas velhas» não aniquilem novos investimentos espirituais que nos são propostos; por outro lado, saber aquilo que dispomos, a nível de tempo, boa-vontade, empenho, dedicação, para a tal aventura em direcção ao ideal de Deus.
Em suma, podemos declarar, sem qualquer espécie de ambiguidade, que qualquer investimento espiritual só é eficaz, nos seus efeitos, se houver predisposição para o que vem a seguir. Sim, todos os investimentos que queiramos efectuar, ou que pretendam efectuar em nós, resultarão em nada, se porventura não houver interesse em abraçar os contextos que envolvem esse tipo de investimento espiritual.
Amado irmão, ou leitor desta carta: invista em si mesmo, com os recursos que o Senhor Deus lhe disponibiliza. Ou, por outras palavras, deixe o Senhor proceder ao investimento que Ele deseja concretizar na sua vida, ou na sua pessoa em concreto. Este é, ainda, o caminho mais certo, o caminho mais sensato e de consequências mais fortes e mais eternas. Saiba, também , que o investimento em Deus é, de certa forma, e sem qualquer espécie de dúvida, a garantia de bom e inigualável retorno.
Deixe Deus investir em si mesmo! Submeta-se a esse investimento ... E aconchegue, de boa vontade, esse investimento. Se assim for, será cada vez mais forte, para honra e glória de Deus!
Pr. José Lopes