quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Culto da tarde...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Culto da tarde...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Culto da tarde...
O livro de Ageu foi escrito no ano 520 a.C. Após um longo período de cativeiro na Babilónia, os Judeus regressaram a Jerusalém e encontraram o templo destruído. Começam, então, a reconstruí-lo, mas rapidamente abandonam o projecto e, durante 15 longos anos, o trabalho de reconstrução não avança. É neste contexto que surge a mensagem de advertência da parte de Deus, através de Ageu.
Que prioridade tem Deus na nossa vida? As prioridades vêem-se no tempo que dedicamos às coisas e na qualidade desse tempo. Que tempo é que damos ao Senhor Deus? É o melhor tempo ou é o tempo menos produtivo do dia? É Deus que tem realmente a primazia na nossa vida?
O verso 6 contém as consequências de não se aplicar o coração aos caminhos do Senhor. Havia pobreza no meio da abundância... Tinham muito, mas nada os satisfazia. Os bens materiais não nos trazem satisfação duradoura...
O verso 8 contém uma ordem que requer obediência. Deus exige ao povo que arranje madeira daquela que eles utilizaram nas suas próprias casas e a usem na reconstrução do Seu Templo. Ou seja, Deus quer que Lhe demos aquilo que queremos para nós.
domingo, 19 de junho de 2011
Escola Bíblica Dominical...
sábado, 18 de junho de 2011
Culto da tarde...
"Na terra não há quem eu deseje além de ti" (v.25), declara o Salmista. Isto acontece com todos aqueles que têm a vida centrada em Deus. Contudo, quando a nossa vida está centrada na vida dos outros, quando só criticamos os que nos rodeiam, ela não pode estar no altar de Deus. Procuremos ser Cristãos de vivência e não apenas nominais. A vida do crente tem de estar centrada em Deus. Às vezes, Deus abençoa-nos tanto e nós, com o "papo cheio," deixamos de buscar a Deus com tanta regularidade, até que nos afastamos dEle. Oxalá consigamos contrariar essa tendência. Oxalá almejemos estar cada vez mais aos pés do Mestre...
"A minha carne e o meu coração desfalecem, mas Deus é a fortaleza do meu coração", afirma Asafe no versículo 26. A situação em que se encontrava era assustadora, mas ele confiava no seu Deus e Senhor. Ele não fazia depender a sua alegria das circunstâncias. A alegria que Deus nos dá é completa. Se Deus até deu o Seu próprio Filho (Romanos 8:32), o que não fará Ele mais por nós? Quando o nosso crescimento espiritual é sustentado, temos uma confiança inabalável no nosso amoroso Deus. No entanto, quando o crescimento não é sustentado, aquilo que nos leva a subir é o que também nos leva a descer. Procuremos descansar na certeza de que Deus sabe o que faz e que tem sempre o melhor para os Seus filhos.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
EBD...
Em Jeremias 2:12-13, vemos que o povo vivia em infidelidade. Tinham-se perdido, uma vez mais, na idolatria. Se formos honestos connosco próprios, concluiremos que, muitas vezes, nós também temos ídolos, pois estes são tudo aquilo que afasta Deus do centro da nossa vida.
Em Jeremias 3:12, vemos que o povo é chamado ao arrependimento para que a ira de Deus não caia sobre eles. Actualmente, já quase não se fala da ira de Deus; é tratada como se não existisse. No Antigo Testamento, vemos constantemente a ira de Deus a actuar, para que o povo se apercebesse da justiça divina. O Senhor Deus ira-se contra o pecador quando este não se arrepende. Ele repreende. Ele castiga...
"Volta-te para mim, porque eu sou benigno e não conservarei para sempre a minha ira" (Jeremias 3:12). Isto significa que, não obstante a ira de Deus ser activa, perante o arrependimento genuíno, ela é anulada.
Nos dias que correm, evita-se falar da ira de Deus e do Inferno, alegando-se que estes temas afastam as pessoas. Mas, o Evangelho genuíno não é atractivo. Nunca foi. Quando Jesus falava a Palavra, ficava praticamente sozinho. O que atraía multidões eram os milagres que Ele realizava. Oxalá nada nos impeça de apresentarmos o Evangelho autêntico.
Jeremias 3:15 contém uma promessa. Se eles fossem fieis, Deus dar-lhes-ia líderes fieis, segundo o coração de Deus, que os apascentariam com conhecimento e com inteligência. Isto mostra-nos que para as Igrejas terem pastores segundo o coração de Deus, os crentes também devem ser fieis. Quando uma Igreja está unida a Deus, ela deseja um líder fiel a Deus e é isso que recebe dEle. Porém, quando a Igreja está afastada de Deus, ela procura um pastor que não seja fiel a Deus.
Infelizmente, hoje em dia, as pessoas valorizam mais o espectáculo que um líder é capaz de proporcionar do que um líder que leva uma vida de intimidade com Deus.
A fidelidade do povo teria recompensa. Eles frutificar-se-iam...
É importante notar que, no Antigo Testamento, a presença de Deus era visível através de sinais exteriores como elevada produtividade dos terrenos agrícolas e vitórias nas guerras. Ou sejam, eram prósperos.
No Novo Testamento, o conceito de prosperidade é diferente. Deus promete-nos a Sua paz e o Espírito Santo. No Novo Testamento, não encontramos quaisquer promessas de riqueza ou garantias da ausência de problemas de saúde, etc... Podemos, no entanto, estar certos de que Deus nos dará o suficiente para aquilo de que necessitamos. E quantas e quantas vezes não nos podemos ainda dar a certos luxos? Deus, no Seu infinito amor, dá-nos tanto!
"E nunca mais andarás segundo o teu coração", afirma o versículo 17, na parte final. Eis aqui algo fundamental para nós. Não nos devemos guiar pelo nosso coração. Ele é perigoso. Por norma, quando escolhemos segundo o nosso coração, e não segundo o coração de Deus, encontramos a infelicidade. Oxalá façamos sempre escolhas sábias, escolhas baseadas na vontade de Deus, pois Ele abençoa aquele que opta por andar segundo o Seu coração.
O capítulo 4 de Jeremias começa com a promessa de que o povo deixaria de vaguear se abandonasse os ídolos e se voltasse para Deus. Isto também é para nós. Se deixarmos os nossos ídolos (ego, prazeres momentâneos, etc), encontraremos rumo.
domingo, 12 de junho de 2011
Convívio anual...
O nosso agradecimento também aos irmãos do Departamento da Sociabilidade da nossa Igreja, cuja amorosa dedicação tornam estes convívios uma realidade bem agradável!
Obrigado, de coração, Isabel Oliveira, Daniel Martins, Eunice Azevedo, casal Laura e Octávio Porteiro, manos Miriam e Levi Oliveira e Moisés Martins. A vossa entrega a este ministério serve de inspiração a todos aqueles que vos observam no desempenho deste trabalho. Que o Paizinho vos abençoe! Que, a cada dia, Ele vos renove as forças e o entusiasmo...

quarta-feira, 1 de junho de 2011
Escola Bíblica Dominical...
Não nos esqueçamos que, em qualquer desavença, tanto o culpado como a "vítima" têm o dever de resolver o conflito. Recordemos as palavras de Jesus em Mateus 5:23-24: "Se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta".
Foi-nos dado o ministério da reconciliação, algo fundamental em todos os relacionamentos. E conseguiremos, certamente, ser agentes conciliadores se adoptarmos a postura de Paulo: "Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus" (Actos 20:24).
A Verdade Bíblica da lição afirma o seguinte: "Quando alguém nos trata injustamente, devemos manter com essa pessoa uma relação marcada pelo perdão".
O livro de Filemon é uma carta do apóstolo Paulo, que se encontrava preso, dirigida a Filemon, um amigo seu. O assunto da missiva era Onésimo, um escravo de Filemon que o tinha roubado. Paulo conheceu Onésimo na prisão, evangelizou-o e este aceitou Cristo como seu Salvador. Assim, Paulo pede a Filemon que perdoe Onésimo e que deixe de o tratar como escravo e que o passe a tratá-lo como irmão... Paulo não lhe pediu algo fácil. Porém, não lhe pediu nada que qualquer Cristão não deva fazer. Relembremos as palavras de Jesus quando Pedro Lhe perguntou quantas vezes deveria perdoar o seu irmão, ao mesmo tempo que sugeria o número 7: "Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete" (Mateus 18:22).
Será que Jesus estava aqui a limitar o perdão a 490 vezes? É óbvio que não. Ele queria dizer que devemos perdoar sempre que falhem para connosco...
Regressemos ao texto bíblico da nossa lição...
Paulo define-se como prisioneiro de Cristo. Ele e Filemon tinham uma relação de proximidade, pois ambos serviam ao Senhor, tendo sido já companheiros de várias lutas. A Igreja costumava reunir-se em casa de Filemon (o que comprova que a Igreja não são as quatro paredes do templo). Porém, quando a Igreja se reúne em casa de alguém, essa pessoa tende a sentir mais responsabilidade e, às vezes, até se sente dono da Igreja. Paulo sente, então, necessidade de relembrar a Filemon que eles são apenas servos do Senhor, o verdadeiro Dono da Igreja.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Culto da tarde...
O profeta Elias vivia em sintonia com Deus; vivia na dependência total de Deus. Oxalá também o façamos, pois devemos buscar as coisas do Alto. Mesmo tendo um ritmo de vida alucinante, precisamos de parar para buscar a Deus. Ele deve ter prioridade sobre tudo o resto. Elias buscava a Deus incessantemente e Deus era com Ele. Portanto, não havia, na sua vida, pecado não confessado. Também o devemos fazer diariamente. Devemos confessar as nossas faltas, especificando cada uma, pois quando o fazemos, Deus é fiel e justo para nos perdoar (I João 1:9).
O versículo 17 ilustra bem o ditado que afirma que uma provação nunca vem só. O filho da viúva adoeceu e a doença agravou-se tanto que o rapaz acabou por falecer. Ou seja, tocaram no que de mais precioso ela tinha. No seu desespero, a mulher pensa que lhe sobrevêm tantos males por causa de algum pecado seu. E, de facto, às vezes, é esse o motivo que está na origem das tribulações. Contudo, outras vezes, Deus permite que algo nos aconteça para crescermos espiritualmente. E, muitas vezes, passamos por algo aflitivo para que a glória de Deus se manifeste. terça-feira, 17 de maio de 2011
Culto da tarde...
2º- Procure saber qual é a vontade de Deus para Si (Gálatas 2:20). O "novo homem" crucifica o seu "eu" e procura sempre conhecer a vontade do Pai Celestial para cada situação com que se depara e, depois, segue pelo caminho que Ele lhe mostra.
Se assim fizermos, podemos contar com a Sua bênção. Infelizmente, muitas vezes, fazemos o inverso: queremos que Deus abençoe uma decisão que tomámos sem O consultar... E, mais tarde, constatamos que essa opção foi das menos acertadas que já fizemos...
Para o "novo homem", aquilo que ele próprio quer não interessa, Ele busca a vontade de Deus, pois sabe que ela é boa, perfeita e agradável.
Quando aceitamos Jesus como Salvador, já não devemos ser nós a decidir. Que seja a paz de Deus a decidir, como afirma Colossenses 3:15. Após perguntarmos a Deus qual a Sua vontade para nós, façamos um teste: sinto paz em relação a determinado caminho ou fico perturbado quando penso nele como opção? Só devemos tomar uma decisão quando sentimos paz. Que seja a paz o árbitro da nossa vida. Também não devemos optar por algo só porque isso não nos oferece riscos. Não nos esqueçamos de que Deus chama-nos a viver pela fé...
3º- Viva com confiança (Romanos 8:28). Tudo o que acontece na vida daqueles que amam a Deus e andam segundo a Sua vontade, contribui para o seu bem. Saber disto traz alento aos nossos corações!
Vivamos a vida com tranquilidade e com confiança em Deus, pois Ele é justo e peleja a nosso favor (Jeremias 1:19).
"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e Ele o fará" (Salmos 37:5).
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Dia das mães...
As mães são um exemplo muito prático do que é a bondade. Ter bondade é fazer muito mais do que o óbvio. É necessário haver bondade nos lares para que as famílias sejam felizes.
“Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti” (II Timóteo 1:5).
Quão bom seria poder dizer-se isto de todos as famílias! Timóteo teve duas grandes referências na sua família: a sua mãe e a sua avó. No seu lar, vivia-se uma fé sem fingimento. É tarefa dos pais ensinar aos filhos o que Deus é e o que Ele exige daqueles que são Seus. Numa família, está sempre presente a responsabilidade de se transmitir à geração seguinte aquilo que Deus quer para as suas vidas. E os pais devem ser coerentes. Deve haver correspondência entre as suas palavras e as suas atitudes. Devem sempre transmitir a verdade aos filhos e jamais deverão mentir, ainda que seja uma mentira "inofensiva", cujo uso lhes trará benefícios.
Os pais também têm a obrigação de ensinar aos filhos o que é a Igreja e de lhes incutir o desejo de ir à Casa do Senhor. Todos nós precisamos de nos integrar numa comunidade para juntos louvarmos e adorarmos a Deus e para intercedermos uns pelos outros. Analisemos o nosso proceder nesta área... Que padrões estamos a passar aos nossos filhos?
Na sociedade actual, os pais enfrentam o dilema da falta de tempo para os filhos. Porém, não devemos cair no erro de tentar arranjar mais tempo, deixando de ir à Igreja para estar com eles, pois devemos viver para glória de Deus e de ninguém mais. Devemos mostrar às crianças que temos prazer em ir à Casa do Senhor.
As mães desempenham um papel fundamental no lar, pois se elas estão felizes todos os elementos da família estão bem. E o oposto também é verdade. O estado de espírito da mãe influencia o dos restantes membros.
Além disso, os filhos tendem a imitar as mães. Oxalá as mães das nossas Igrejas tenham sempre atitudes agradáveis, vivendo para honra e glória de Deus!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Escola Bíblica Dominical...
Uma das tradições que este texto bíblico foca é a circuncisão. Quem quisesse ser considerado judeu teria de ser circuncidado. Tratava-se de um mero ritual a que o povo estava "preso".
O verso 12 mostra o significado do baptismo: Ao entrar nas águas, estamos a "morrer" com Cristo. Quando imergimos, estamos a ser sepultados com Ele. E, quando, emergimos, estamos a "ressuscitar"...
"Sepultados com ele no baptismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus,que o ressuscitou dentre os mortos" (v.12). "Pela fé"... Mas, que fé será esta?
É uma fé que apenas acredita que Deus existe? Obviamente que não! Esta fé é muito mais do que simplesmente acreditar; é uma fé que, após aceitarmos Jesus como Salvador e Senhor das nossas vidas, nos faz depender totalmente de Deus.
O verso 16 foca duas tradições pelas quais os crentes costumavam ser criticados: a alimentação e o dia de descanso. Paulo afirma que ninguém deve ser julgado pelo que come. De facto, não é o que entra pela boca que contamina uma pessoa, mas, sim, o que sai do seu coração...
Quanto ao dia de descanso, devemos separar o Sábado ou o Domingo, perguntarão muitos, uma vez que na Bíblia o dia de Sábado aparece associado ao dia de descanso. Isso é totalmente irrelevante. O importante é tirarmos, durante a semana, um dia de descanso, o qual devemos dedicar ao Senhor.
Às vezes, prendemo-nos a tradições e formalismos, mas o que Deus quer de nós é um coração puro. Abandonemos os rituais!





