




No verso 2, Deus ordena a Josué que se levante e avance, pois tudo o que fizesse iria prosperar. Quando nos dispomos a andar pelo caminho que Deus quer que sigamos, Ele abençoa-nos. No entanto, por vezes, não vemos nada a acontecer e questionamos Deus, não obstante sabermos estar no centro da Sua vontade. É aí que deve entrar a longanimidade. Lembremo-nos de que o povo de Israel também não viu nada durante os 40 anos em que andou a vaguear pelo deserto.
Viver a vida Cristã significa ter que andar às escuras, às vezes... É para ser vivida pela fé. Descansemos sobre a certeza de que Deus jamais nos desamparará!
O verso 5 contém uma declaração incrível: "Ninguém se susterá diante de ti". Palavras de Deus endereçadas a Josué, mas também a cada um daqueles que andam com Ele. É Deus que nos sustém, é Ele que nos guarda e protege. Vale a pena confiar nEle!
"Como fui com Moisés, assim serei contigo". Palavras que Deus dirigiu a Josué... Palavras que lhe deram uma segurança inabalável, fazendo-o avançar sem hesitações... Palavras que também são para nós....Deus é com todos aqueles que andarem segundo o Seu coração.
"Esforça-te!" (v.6). Este versículo mostra que temos sempre de fazer a nossa parte. Muitas vezes, tudo o que estamos dispostos a fazer é orar, mas a oração envolve acção e persistência. As esperas são porventura a parte mais difícil da vida cristã, mas, lembremo-nos de que somos chamados a ser longânimos. Deus faz tudo muito bem a Seu tempo!
"Tem bom ânimo" (v.6). Alento para quê? Para fazermos o trabalho de Deus, aquilo que Ele deseja que façamos. Oxalá não desfaleçamos!
"Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite..." (v.8). Josué estava a passar pelo deserto, mas ainda assim tinha de meditar na Lei de Deus. É na Bíblia que encontramos as respostas do nosso Deus. Logo, é fundamental que tenhamos tempo de qualidade com Ele.
Este diálogo entre Deus e Josué termina de uma forma espantosa: "Não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares".
Sabemos que quando Deus está a trabalhar na nossa vida, os ataques de Satanás são inevitáveis, pois ele não fica satisfeito com o nosso "sucesso". No entanto, temos a garantia de que o Senhor é connosco por onde quer que andarmos.
Esta luta não é para ser vivida a sós. Deus está connosco. Maravilhosa segurança!
Este texto bíblico mostra o momento atribulado que Jesus estava a viver, pois aproximava-se a Sua morte.
Judas aproxima-se de Jesus e dá-lhe o beijo da traição. Os que o acompanhavam prenderam Jesus imediatamente e o impulsivo Pedro pega na sua espada e corta a orelha de um daqueles homens. É de notar que a motivação de Pedro era correcta, a defesa da pessoa de Jesus. Porém, a sua atitude não foi apropriada. Não somos nós também assim, tantas e tantas vezes?Agimos sob a motivação certa, mas usamos os gestos errados... Temos de ser calmos e prudentes, pois a forma como reagimos é determinante. A nossa atitude pode levar-nos a perder a razão, ainda que a tenhamos. Oxalá demonstremos moderação em todos os nossos actos!
À semelhança de Pedro, nós tendemos a disparar e, muitas vezes, disparamos palavras que provocam feridas profundas. Deixemos que Deus nos molde! Quando aceitamos Jesus como Salvador, devemos aceitar também a Sua soberania e permitir que Ele transforme a nossa personalidade.
Jesus ordena a Pedro que guarde a espada, relembrando-lhe que a resposta que obtemos é sempre o eco dos nossos actos. Por outras palavras, se não formos transmissores de paz, não receberemos paz de volta. Guardemos a nossa ira e o nosso rancor. Guardemos as nossas palavras fora de tempo. Guardemos o nosso levantar de voz...
Logo a seguir, Jesus repreende Pedro, relembrando-o do imenso poder do Pai. Deus, o Todo-Poderoso, podia livrá-lo, contudo, Ele não o faria, pois Jesus tinha vindo ao mundo com um propósito bem definido e Ele iria cumprir a vontade do Pai. Oxalá tenhamos sempre Jesus como referência. Procuremos agir e reagir, não segundo a nossa vontade, mas de acordo com a vontade de Deus! Muitas vezes, Deus não nos dá aquilo que Lhe pedimos, porque não pedimos segundo a Sua vontade.
Como afirma Tiago 4:3: "Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites". Deus age! Não tenhamos dúvidas acerca disto. Porém, Ele fá-lo no Seu devido tempo. "Ousemos" colocar a nossas petições diante dEle, pois tudo Lhe é possível!
No verso 54, as palavras de Jesus mostram que nada acontece por acaso. As coisas ligam-se umas às outras. Deus sabe o que faz. Oxalá ousemos dizer-Lhe diariamente: "Seja feita a Tua vontade!"
Jamais nos esqueçamos de que Deus está sempre presente (Josué 1:8-9). Se está connosco, Ele não nos abandona (Romanos 8:37-39). Por maior que seja o nosso problema, ele é menor do que o nosso poderoso Deus e, muitas vezes, o sofrimento por que passamos acaba por glorificar a Deus.
Resumindo: Não puxemos pela espada para cortar orelhas, pois este acto irreflectido terá repercussões tanto a nível pessoal como social. Não sejamos agressivos, nem com os outros nem connosco. Jesus disse que devíamos amar o nosso próximo como a nós mesmos. Mas, se não gostarmos de nós próprios, como poderemos amar os outros? Na vertente social, a agressividade também causa danos. Atitudes agressivas não constroem pontes, não promovem a paz... Muito pelo contrário, elas minam, elas destroem... Sejamos promotores da paz!



Ester estava feliz por já não correr risco de vida, mas a sua alegria não era completa. A ameaça que pairava sobre o seu povo toldava essa felicidade. Ela não conseguia desfrutar em pleno da paz que a sua situação lhe trazia, sabendo que havia tantas pessoas inquietas por terem a vida "presa" por um fio. Sobre ela pesava a responsabilidade de levar a paz que sentia àqueles que viviam em circunstâncias assustadoras. E nós, como poderemos viver em paz, sabendo que há pessoas à nossa volta que ainda não ouviram o Evangelho?
É de notar que Mardoqueu teve de percorrer um longo caminho até alcançar tão significativa vitória. Ele precisou de passar pela "peneira", ele andou pelo "vale da sombra da morte". Nós, contudo, raramente estamos dispostos a "passar pelo fogo" a fim de sermos refinados para que seja possível ver a imagem de Deus reflectida em nós. Lembremo-nos sempre de Mardoqueu que passou por tudo isso, mas Deus honrou-o e glorificou-o.
Quem sou eu a relacionar-me com o meu próximo? E com as pessoas que não conheço? Quem sou eu no meu lar? Somos emissores de paz? Queremos sempre ser receptores da paz, mas nem sempre estamos dispostos a ser emissores...
Dispomos de uma paz inigualável, conquistada por Cristo na cruz, a qual nos foi concedida gratuitamente. Como podemos estar tranquilos, sabendo que tantas pessoas a almejam e até gastam pequenas fortunas, numa tentativa desesperada de a alcançarem?!
Este Domingo tivemos ainda a visita do Pr. Gerald Kangas, uma presença que muito nos alegrou. Este amado irmão falou-nos do notável trabalho desenvolvido pelos Gideões, um pouco por todo o mundo.
O rei tinha uma pessoa da sua confiança, uma espécie de primeiro-ministro, Hamã, que gostava de ser "venerado", pelo que todos aqueles que se encontravam à porta do rei se curvavam perante ele. Mardoqueu, contudo, recusava-se a fazê-lo. Quando inquirido sobre a sua atitude, Mardoqueu explicou que era judeu e, com tal, não se prostrava perante homem algum. Hamã, furioso com Mardoqueu por ele persistir em não se inclinar perante si, começa a planear uma vingança e projecta matar todos os judeus do reino. Ao tomar conhecimento dos planos para exterminar o seu povo, Mardoqueu fica muito perturbado e exterioriza a sua angústia rasgando as vestes. Ester, ao saber disto, procurou averiguar a origem de tão profunda tristeza. Mardoqueu fez-lhe saber do decreto real que levaria à execução de todo o povo judeu e pediu-lhe que intercedesse por eles junto do rei. Ester, não obstante ficar muito preocupada com o iminente extermínio do seu povo, tentou demover Mardoqueu da solução que ele arranjara, argumentando que ir à presença do rei sem ser chamada equivalia a assinar a sua sentença de morte, pois, por norma, o rei mandava matar quem se apresentasse diante de si sem ser convidado.
Mardoqueu diz a Ester que a sua vida corre perigo, quer se apresente ao rei, quer não, pois, sendo judia, certamente não escaparia ao extermínio. Os argumentos de Mardoqueu não se ficam por aqui. Ele disse a Ester que se ela não estivesse disposta a arriscar-se para livrar o seu povo, Deus enviaria o socorro de outra parte, pois Ele jamais desampara o Seu povo. E ainda vai mais longe e diz-lhe que provavelmente ela chegou ao trono para isso, que esse "acaso" na vida dela talvez tivesse um propósito bem definido: salvar o seu povo. Ester acedeu em atender o pedido de Mardoqueu, mas pede-lhe para que todo o povo fique em oração.
Que belo exemplo para nós! Precisamos de depender sempre de Deus.
Ester termina o seu diálogo com Mardoqueu com uma declaração espantosa: "E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se morrer, morri (Ester 4:16).Que bela demonstração de coragem e que grande amor! E nós, o que é que estamos dispostos a fazer em prol da Obra de Deus? Seremos capazes de dar a nossa vida a Deus?!
Chega o momento de a corajosa Ester ir à presença do rei. Este recebe-a bem e pergunta-lhe o que deseja, ao mesmo tempo que lhe diz que está disposto a dar-lhe até metade do reino. Ela convida-o para um banquete que estava a preparar e pede-lhe que convide também Hamã. Hamã ficou extasiado como convite, pois nenhum outro ministro do rei fora convidado e ainda se ensoberbeceu mais. A única coisa que toldava a sua alegria eufórica era o facto de Mardoqueu não o "venerar". Isso torna-se uma obsessão para Hamã, ao ponto de até fazer uma forca para nela executar Mardoqueu. Contudo, na noite anterior à festa de Ester, o rei teve insónias e pediu aos seus assessores que lhe lessem o Livro das Crónicas. Eles assim fazem e o rei é recordado do episódio em que a sua vida foi salva por Mardoqueu, que denunciou aqueles que intentavam matá-lo. O rei pergunta, então, que recompensa fora dada a Mardoqueu por tal feito e é-lhe dito que ele não foi distinguido ou honrado por causa do seu acto.
Entretanto, Hamã aparece junto do rei para lhe pedir o seu consentimento para enforcar Mardoqueu e o rei pergunta-lhe o que é que ele acha que se deve fazer à pessoa que agrada ao rei. Hamã, convicto de que o rei se está a referir a si mesmo, pois julga não haver ninguém que agrade mais ao rei do que ele, sugere que vistam a esse homem as vestes reais, que lhe coloquem a coroa do rei, e que o transportem pelas ruas da cidade, montado no cavalo do rei, apregoando-se diante dele: "Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar!".
O rei gosta da ideia e ordena a Hamã que faça tudo isso ao judeu Mardoqueu. Reparemos na ironia da situação. Hamã chega à presença do rei com a intenção de matar Mardoqueu e sai de lá incumbido da missão de o honrar publicamente!
Depois deste episódio humilhante, Hamã chega a casa cabisbaixo e a sua mulher e amigos dizem-lhe algo interessante: "Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes, cairás diante dele". Por outras palavras, eles dizem-lhe que qualquer tentativa que ele faça para o aniquilar está condenada ao fracasso, pois sendo judeu, depende do Senhor Deus que cuida dos Seus filhos.
A festa que Ester organizara acontece finalmente e o rei pergunta-lhe qual é a sua petição. Ela diz-lhe que o que mais deseja é que lhe seja poupada a sua vida e a do seu povo. O rei, indignado com o que ouve, pergunta a Ester quem é que pretende exterminar os judeus e esta revela-lhe que é Hamã. O rei, profundamente irritado, dirige-se ao jardim do palácio... Quando regressa, encontra Hamã "prostrado sobre o leito em que estava Ester", o qual, apercebendo-se do perigo que a sua vida corre, suplica a Ester que interceda junto do rei para que não o mande executar.
O rei fica chocado com o que vê, pois pensa que Hamã está a tentar seduzir a rainha. Isto faz com que não lhe restem quaisquer dúvidas em relação ao que fazer com Hamã e ordena que o matem na forca que ele próprio preparara para executar Mardoqueu.
Este é o nosso Deus! Ele faz com que os nossos inimigos se deitem na cama que preparam para nós...
À semelhança de Pedro, nós tendemos a disparar e, muitas vezes, disparamos palavras que provocam feridas profundas. Deixemos que Deus nos molde! Quando aceitamos Jesus como Salvador, devemos aceitar também a Sua soberania e permitir que Ele transforme a nossa personalidade.
Logo a seguir, Jesus repreende Pedro, relembrando-o do imenso poder do Pai. Deus, o Todo-Poderoso, podia livrá-lo, contudo, Ele não o faria, pois Jesus tinha vindo ao mundo com um propósito bem definido e Ele iria cumprir a vontade do Pai. Oxalá tenhamos sempre Jesus como referência. Procuremos agir e reagir, não segundo a nossa vontade, mas de acordo com a vontade de Deus!
No verso 54, as palavras de Jesus mostram que nada acontece por acaso. As coisas ligam-se umas às outras.
Resumindo: Não puxemos pela espada para cortar orelhas, pois este acto irreflectido terá repercussões tanto a nível pessoal como social.
Romanos 3:10 afirma que não há um único justo. Isto significa que não há possibilide de sermos declarados inocentes a não ser pela Obra que Cristo realizou na Cruz, entregando a sua vida por nós. Porque Ele assumiu a nossa culpa, quando O aceitamos como Salvador, Deus, o Justo Juíz, inocenta-nos. Isto é pura graça divina!
E nós, que já usufruímos da maravilhosa graça de Deus, temos o dever de a transmitir aos outros. Porém, se não permitirmos que o Espírito Santo trabalhe na nossa vida, não conseguiremos chegar às pessoas. Não nos esqueçamos que a mensagem não pode fazer diferença nas nossas vidas, enquanto não pensarmos que ela é para nós. Deus é um Deus pessoal... E Ele ama-nos, apesar de nós falharmos constantemente para com Ele. Com Ele, podemos estar certos de que jamais seremos uns falhados...
Perante tamanha graça e tão grande amor, nós não podemos ficar parados. O que fazer, então? Mateus 28:16-19 responde. Devemos:
1) IR - Isto é, tomar a iniciativa, ir ao encontro das pessoas e não esperar que elas venham até nós. Como é que aqueles que vivem em lugares remotos podem ouvir acerca do Evangelho se nós continuarmos sentados nos bancos da Igreja? Temos que ir, levando esta maravilhosa graça, pois se nos calarmos até as pedras clamarão (Lucas 19:40). Oxalá as nossa vidas também falem do Evangelho. As pessoas estão sedentas e nós temos de transmitir a maravilhosa graça do nosso Deus, um Deus que age...
2) ENSINAR - Isto inclui apresentar o Evangelho genuíno, a mensagem da Cruz de Cristo e não uma mensagem floreada. Aceitar a Jesus como Salvador e segui-lo não significa que teremos uma vida isenta de problemas. Contudo, teremos paz para os enfrentar. O Espírito Santo que passa a habitar em nós quando recebemos Cristo, dá-nos orientação e sabedoria para ultrapassarmos os obstáculos. Além disso, a segurança que deriva da certeza de que um dia estaremos no Céu, um lugar de delícias perpétuas, onde não teremos que enfrentar as dificuldades desta vida imperfeita, dá-nos conforto, paz e alegria.

3) BAPTIZAR - O Baptismo não salva, mas é um acto carregado de simbolismo. É a demonstração pública da nossa fé, de uma vida rendida a Cristo, o Salvador. Quando imergimos nas águas, mostramos que "morremos" para a nossa velha vida, uma vida longe de Deus. E quando emergimos é como se ressuscitássemos para uma nova vida com Cristo, uma vida de comunhão com o Pai Celestial.