domingo, 25 de julho de 2010

Um ano de "Espaço Rute"...

Hoje, celebrámos o primeiro aniversário da nossa Loja Social - Espaço Rute. E podemos afirmar convictamente: "Ebenezer! Até aqui nos ajudou o Senhor!". Recorde-se que este projecto nasceu com objectivo de responder a vários problemas sociais, existentes no concelho de Tondela e concelhos vizinhos. Para poderem beneficiar dos artigos da nossa Loja Social, as pessoas têm de preencher uma ficha de candidatura, onde nos fornecem alguns dados. A sua situação é, então, avaliada, e, se ficar provado que realmente necessitam de ajuda, passarão a obtê-la, numa base mensal. Neste momento, auxiliamos mais de 130 pessoas.
E, no dia em que comemoramos o primeiro ano de vida desta Loja Social, não poderíamos deixar de destacar a dedicação de um casal da nossa igreja a este trabalho: os irmãos Guilherme e Maria do Céu, principais responsáveis pelo "Espaço Rute". Importa igualmente mencionar a preciosa colaboração de um outro casal - os irmãos Otávio e Laura - não esquecendo a Irª Laurentina, que se mostra sempre disponível para ficar na loja quando os irmãos responsáveis não o podem fazer. De há umas semanas a esta parte, contamos também com a ajuda de uma outra voluntária - a jovem Isabel - que sentiu desejo de dar algum do seu tempo a este projecto, e que tem feito um excelente trabalho. Damos graças a Deus pela vida destas pessoas que, com o seu empenho e dedicação, fazem desta loja social uma realidade!
A mensagem da parte de Deus foi-nos trazida pelo nosso pastor José Lopes, que nos desafiou a abandonarmos o comodismo e a marcharmos para a glória de Deus. I Coríntios 9:16-17 foi o texto bíblico que serviu de base à mensagem. "Porque se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho! E, por isso, se o faço de boa mente, terei prémio; mas, se de má vontade, apenas uma dispensação me é confiada". Às vezes, temos medo de nos mostrarmos e não saímos de dentro das quatro paredes dos nossos templos. Mas, lembremo-nos que Deus nos pôs por cabeça e não por cauda (Deuteronómio 28:13). A Igreja de Cristo existe para anunciar o Evangelho àqueles que não o conhecem. No nosso texto bíblico, o apóstolo Paulo usa a expressão "Ai de mim". Paulo sentia dor por causa daqueles que não conheciam Deus, e que, portanto, jaziam nas trevas, sem qualquer esperança!
Então, a palavra de ordem é "marchar". Em primeiro lugar, temos que marchar motivados pelo amor de Deus. Paulo afirma que se nos disponibilizamos para servir a Deus, temos galardão! Porém, se não o fazemos de boa vontade, não teremos qualquer recompensa. Estes versículos mostram-nos que as nossas opções são "ir" e "ir"... Quer o façamos de boa vontade, quer seja de má vontade, somos chamados a ir anunciar o Evangelho de Cristo (Marcos 16:15). E, quando somos motivados pelo amor de Deus, ele faz-nos pular, ele faz-nos avançar!
Em 2º lugar, temos de marchar incentivados pelo amor ao próximo. Jesus disse que devemos amar ao nosso próximo como a nós mesmos (Mateus 22:39). Isto é, temos de nos colocar no lugar das outras pessoas. Temos de pensar que se fôssemos nós a estar no outro lado, gostaríamos que viessem até nós. A Igreja de Cristo é chamada a ir ao encontro daqueles que ainda não têm a salvação que Ele oferece! Não nos esqueçamos que há muitas misérias à nossa volta que precisam de ser anuladas pela nossa intervenção.
Em 3º lugar, devemos ter em mente que a nossa responsabilidade é semear. Muitas vezes queremos "colher" almas rendidas a Cristo, sem sequer termos semeado! É óbvio que tal não é possível. A lei da sementeira diz-nos que colheremos aquilo que semearmos. E aqui também entra a lei da proporcionalidade: a colheita será na mesma proporção da sementeira. Se semearmos muito, muito colheremos. Todavia, se semearmos pouco, pouco iremos colher! Quando uma Igreja vive exclusivamente para si, não está preparada para ir ao encontro das pessoas que não têm a esperança da vida eterna. Lembremos-nos que, fora da nossa zona de conforto, há problemas graves e não há solução para eles, pois Deus está ausente. Cabe-nos a nós, Igreja, ir ao encontro desses problemas, apresentando a solução: Jesus Cristo.
Por último, não fiquemos escravos dos resultados. Obviamente que devemos ter expectativas, mas lembremo-nos de que os resultados não são nossos. Não somos nós que temos de converter em fruto a nossa sementeira. Deixemos os resultados para o Espírito Santo, que é Quem convence do pecado, da justiça e do juízo.
O trabalho de divulgação da Palavra de Deus constitui um desafio para a Igreja de Cristo. Nós não poderemos ser totalmente felizes, enquanto houver pessoas infelizes ao nosso redor. E há tantas nesta condição! Há muita alma à espera que a Igreja acorde... É tempo de marchar! Marchemos juntos para a glória de Deus!
Visite o "Espaço Rute" no Facebook: http://www.facebook.com/?ref=home#!/pages/Loja-Social-Espaco-Rute/118098784885206. E, se quiser recordar a inauguração da nossa Loja Social, clique aqui...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Culto de Estudo Bíblico...

Ontem, no Culto de Estudo Bíblico, o Pr Jónatas Lopes começou por partilhar connosco um pouco da sua experiência no Acampamento de Jovens da Associação Baptista Açoriana, onde esteve como prelector convidado. Deus operou maravilhas durante aquela semana, na Ilha Terceira! Uma jovem entregou a sua vida a Cristo; alguns jovens reconsagraram a sua vida ao Senhor; e outros confirmaram a sua chamada para servir a Deus. A Ele toda a glória!
O estudo que o nosso pastor nos trouxe teve por base I Samuel 16:7. Este versículo bíblico diz o seguinte: "Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração". Nós não vemos como o Senhor Deus vê. Ele não nos vê como nós nos vemos a nós próprios. E, graças a Deus, que Ele também não vê as pessoas que nos rodeiam como nós, muitas vezes, as vemos! Quando Deus olha para nós, Ele vê-nos com amor. Ele deu o Seu Filho por nós, quando nós éramos ainda pecadores. É um amor incondicional o que ele tem por nós. Ou seja, Ele ama-nos independentemente das nossas atitudes e do nosso aspecto físico. Ao contrário de nós, que tendemos a valorizar a aparência exterior em detrimento do interior das pessoas, Deus só olha para o coração!
Quais serão as vantagens disto? Uma vez que Deus vê o nosso interior, Ele é conhecedor das nossas intenções. Assim, quando sofremos injustiças por parte dos que nos rodeiam, o facto de sabermos que Deus sabe como tudo se passou, traz-nos segurança e força. Porém, porque Deus conhece as nossas intenções, não o conseguimos enganar. Muitas vezes, aparentamos algo que não condiz com o que vai no nosso coração, e até conseguimos enganar aqueles que estão à nossa volta, mas jamais conseguiremos enganar Aquele que tudo vê!
Se Deus não atenta para o exterior, o que é que Ele quererá de nós? Coisas exteriores? Obviamente que não! Ele quer o melhor de nós: o nosso coração, o nosso ser interior. Busquemos, então, a orientação do Espírito Santo para que possamos sempre fazer bons "investimentos". Invistamos em pessoas e não em paredes, porque, para Deus, as pessoas é que são importantes. Foi por elas que Jesus morreu! Oxalá nós não vejamos as pessoas como os outros as vêem. Que as possamos ver da perspectiva de Deus: Perante Ele, eu nada sou, mas ele ama-me tanto! Qual é a explicação para isto? Graça. Amor inigualável.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Culto da tarde...

Ontem, no culto da tarde, a mensagem foi-nos trazida pelo irmão Valter Roque, que nos conduziu a uma reflexão sobre a oração-modelo, registada em Mateus 6:9-13. Certa vez, os discípulos de Jesus pediram-Lhe que os ensinasse a orar. É provável que na origem deste pedido tenha estado o facto de eles verem Jesus retirar-se, constantemente, para orar. Surge, então, a oração-modelo. Esta oração, tão pequena e simples, contém inúmeros ensinamentos!
A oração-modelo começa com a palavra "Pai", uma palavra carinhosa. Sabemos que há pessoas que não têm experiências muito boas com os pais terrenos, mas de um modo geral, associamos a palavra "pai" a segurança e amor. Esta oração leva-nos a pensar em Deus como pai, um pai que ama, um pai que também corrige, mas acima de tudo, um pai que se dá todos os dias. A seguir, aparece a palavra "nosso". É o reconhecimento de que Ele nos pertence. Deus é nosso Pai. Logo depois, surge a expressão "que estás no céu". Ou seja, Ele está acima de tudo e de todos; controla tudo; é soberano! O início da oração é, então, o reconhecimento de quem Deus é. Analisemos, agora, a expressão "santificado seja o Teu nome". O que significará isto? Em Levítico 10:3, o Senhor diz o seguinte: "serei santificado naqueles que se chegarem a mim". Então, quando afirmamos "santificado seja o Teu nome", estamos a dizer a Deus: "que a minha vida possa ser um tributo ao Teu nome Santo, que a minha vida dignifique o Teu nome". Porém, isto só é possível se estivermos sempre perto de Deus, isto é, se tivermos comunhão diária com Ele. "Venha o teu reino". Esta expressão da oração-modelo tem duplo sentido. Por um lado, refere-se ao reino futuro, que será perfeito, pois Deus reinará e será Senhor absoluto. Por outro lado, trata-se de um pedido para que o reino de Deus seja manifesto nas nossas vidas, de tal modo que possamos passar a mensagem da salvação aos que nos rodeiam. "Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu". Esta é, provavelmente, a parte mais difícil da oração, pois nem sempre a vontade de Deus coincide com a nossa. No Getsêmani, por se estar a aproximar o momento da Sua morte, em que Ele carregaria com o pecado de toda a humanidade, Jesus angustiou-se de tal forma que suplicou ao Pai: "se queres, passa de mim este cálice". Mas, logo de seguida, diz: "todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua". (Lucas 22:41) Fazer uma afirmação destas requer coragem. Porém, sabemos que Deus tem sempre o melhor para a vida dos Seus filhos. Logo, não devemos hesitar em pedir-lhe que seja a Sua vontade a prevalecer! Às vezes, não compreendemos a vontade de Deus, mas ela é mesmo o melhor para nós, pois sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28). E aqui a palavra "juntamente" faz toda a diferença. Muitas vezes, um peça isolada não faz qualquer sentido, mas, em conjunto com outras, faz. No entanto, poderemos nunca vir a entender uma ou outra situação e, à semelhança de Paulo, teremos de conviver com um determinado "espinho na carne" (II Coríntios 12:7). Porém, o que Deus disse a Paulo, também é válido para nós: "A minha graça te basta..." (II Coríntios 12:9)
"O pão nosso de cada dia nos dá hoje". Aqui, reconhecemos que é Deus que provém o alimento e tudo o que precisamos. Ele é o sustentador das nossas vidas. Também devemos pedir "pão" para os outros e, às vezes, também podemos ser nós próprios a dar. Recordemos o que Jesus disse aos Seus discípulos, quando estes lhe pediram para despedir as pessoas que O ouviam, para que fossem procurar comida: "Dai-lhes vós de comer". (Lucas 9:13) Oxalá nós também sejamos instrumentos! "E perdoa-nos as nossas dívidas". Isto é o reconhecimento de que precisamos que os nossos pecados sejam perdoados. O próprio Jesus declarou ser imprescindível reconciliarmo-nos uns com os outros (Mateus 5:23). "Assim como nós perdoamos aos nossos devedores". Nem sempre é fácil perdoarmos a quem nos fez muito mal, mas é o que devemos fazer. Oxalá não sejamos como o servo impiedoso da parábola registada em Mateus 18:21-35! "E não nos induzas à tentação". A nossa vida espiritual é uma luta diária para não cedermos às tentações. E só conseguiremos resistir se nos revestirmos da armadura de Deus, descrita em Efésios 6:10-18. "Mas livra-nos do mal". Façamos esta petição diariamente, não só em relação a nós próprios, mas também à nossa família. "Porque Teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre". Ao afirmarmos isto, estamos a reconhecer a soberania e a omnipotência de Deus e que é a Ele que pertence toda a glória! Oxalá desejemos aprofundar, a cada dia, a nossa intimidade com Deus, através da oração!

domingo, 11 de julho de 2010

EBD...

"Que dons espirituais posso usar?". Este foi o tema da nossa lição da Escola Dominical. I Coríntios 12:4-10 foi o texto bíblico que lhe serviu de base. Importa, em primeiro lugar, definir a palavra "dom"... O que é um dom? É uma capacidade dada pelo Espírito Santo. No original é "graça". Dom é um talento, cuja proveniência é a graça divina. Então, se provêm de Deus, não devo fazer com os meus dons aquilo que eu quero. Sou mordomo. Tenho a obrigação de os administrar da melhor forma, colocando-os ao serviço de Deus. Há duas questões que se impõem aqui: "Já descobri os meus dons?" e "Que dons é que eu tenho usado?" Mas, como é que eu sei se tenho determinado dom? Experimentando se sou capaz de fazer determinado serviço... Todos temos dons. Deus tem muitos dons para dar à Sua Igreja. Porquê? Porque é na diversidade que está a riqueza. Somos um universo de diferenças e o nosso Deus tem que nos capacitar de acordo com essas diferenças. I Coríntios 12:7 afirma: "Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil". Quando personalizo este versículo bíblico, percebo que ninguém escapa de lhe ter sido atribuído pelo menos um dom. Ou seja, o nosso Deus dá a cada um de nós pelo menos um dom, para que sejamos úteis na Sua obra. E Ele é Senhor. É soberano! Por isso, tem todo o direito de me pedir o que quer que seja. E eu devo dar-Lhe sempre o meu melhor. Porém, isto só será possível se eu tiver sempre em mente que tudo o que fizer é para honra e glória de Deus!
Já sei qual é o meu dom? Se não sei, estou interessado em descobri-lo? Tenho sido um bom mordomo dos meus dons? Quando lemos I Coríntios 12:11-13; 18-19, surge outra questão: "Quem é que tem o dom mais importante?" Às vezes, desvalorizamos os dons dons que Deus nos deu. Tendemos a compararmo-nos com os outros. Por vezes, até achamos que os nossos dons não são tão significativos e que não somos necessários na Igreja. Mas, dispensaríamos algum membro do nosso corpo? Neste texto bíblico, Paulo, falando metaforicamente, diz que a Igreja de Cristo é um corpo. Logo, precisa de todos os membros. Ninguém é insignificante na Igreja de Cristo. Todos são úteis! Contudo, se algum membro da igreja cruza os braços e não faz o que era suposto fazer, os outros ficam sobrecarregados, pois, além de desempenharem a sua própria função, terão de fazer o trabalho que pertencia a outros. Infelizmente, alguns escondem os seus talentos e não os põem a render (Lucas 19:12-27). Não esqueçamos que somos mordomos dos dons que Deus nos concedeu e, mais dia, menos dia, teremos de dar contas ao Senhor. Coloquemos esse talentos ao serviço do nosso Deus!
Hoje também tivemos a honra de receber, na nossa igreja, três irmãos da Igreja Baptista de Mântova e Milão, na Itália: O Pr. Fábio, o Pr. Edvaldo e o Ir. Paulo.
O Pr. Fábio começou por nos fazer uma breve descrição histórica de Mântova, uma cidade com mais de 3 mil anos de existência e cerca de 60 mil habitantes. Habitada inicialmente pelos Etruscos, o nome da cidade deriva do nome de um "deus" daquele povo: "Mantus dos Infernos"...
O Pr. Fábio também nos contou um pouco da história da Igreja Baptista de Mântova, que foi organizada com apenas 17 membros, todos brasileiros. Ao longo dos últimos 8 anos, o Senhor acrescentou muitos à Sua Igreja naquela cidade. Actualmente, são 200 membros e de 15 nacionalidades! A Igreja de Mântova decidiu, desde cedo, ser uma igreja missionária. Quatro anos depois, estabeleceram as primeiras duas igrejas-filhas, uma das quais em Milão. Têm ainda trabalhos abertos em mais 2 locais.
A Igreja está a construir aquele que será o primeiro templo evangélico da cidade de Mântova.
"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor". Este versículo bíblico, que se encontra registado em I Coríntios 15:58, tem servido de base ao trabalho da Igreja de Mântova. O Pr. Fábio relembrou-nos que, se quisermos servir ao Senhor, precisamos de firmeza e constância. Temos de abundar na Obra do Senhor, sem nos preocuparmos com os resultados, pois eles vêm através da acção do Espírito Santo. O nosso trabalho não é vão no Senhor, afirma a Palavra de Deus. No entanto, ele deve ser feito com os olhos fixos no Senhor. A Obra de Deus, feita à maneira de Deus, conta sempre com os recursos de Deus. Ele dá a provisão! Assim, devemos ser firmes e constantes na Palavra, não cedendo às tendências seculares. Quando a igreja honra a Palavra de Deus, que permanece para sempre, Deus honra a obra. Deus abençoa! Também devemos ser firmes e constantes com o nosso testemunho de vida. O que é que os nossos vizinhos e colegas de trabalho pensam de nós? O Evangelho é, primeiramente, pregado com a nossa vida... só depois, com palavras! O Evangelho não vai tocar mais na vida dos outros do que tocou em nós. Se nos tocou profundamente, se nos transformou, também vai ter esse efeito na vida dos outros... Precisamos de ser apaixonados por Jesus. Caso contrário, ser-nos-á muito difícil caminhar com Ele. Como é que age uma pessoa apaixonada? Quer falar com a pessoa amada constantemente; faz os quilómetros que forem necessários para estar com ela, faça Sol ou faça chuva! É assim que deve ser a nossa relação com Deus. Devemos servi-lo independentemente das circunstâncias. A Palavra de Deus afirma que é maldito aquele que faz a obra do Senhor negligentemente (Jeremias 48:10). E quando é que isto acontece? Quando não damos prioridade à Obra do Senhor Deus. Quando só nos dedicamos ao Seu serviço, se nos sobrar tempo de outras actividades...
Ouvimos ainda o testemunho do Ir. Paulo, que entregou a sua vida a Cristo há cerca de 2 anos. Após alguma resistência, um dia, ele reconheceu que precisava da salvação. Actualmente, é diácono na Igreja de Mântova e líder no trabalho de evangelização. O nosso irmão falou-nos da dificuldade de evangelizar em Itália, um país com apenas 0,5% de Cristãos Evangélicos. Segundo o Ir. Paulo, as pessoas crêem num só "deus", o dinheiro! Não obstante as dificuldades de se anunciar o Evangelho numa sociedade materialista, os nossos irmãos, na cidade de Mântova, não se sentem desencorajados, pois estão conscientes que a sua tarefa é falar da Palavra de Deus diariamente. O restante trabalho é do Espírito Santo, que é quem convence do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8). Os textos bíblicos registados em Mateus 28:18-20 e Marcos 16:15 são a mola impulsionadora do trabalho de evangelização daquela amada Igreja.
Sentimo-nos muito abençoados com a presença dos nossos queridos irmãos e os nossos corações rejubilaram com o que ouvimos. Deus tem feito maravilhas no meio do Seu povo na cidade italiana de Mântova! A Ele toda a glória!

domingo, 4 de julho de 2010

Culto de Ceia e EBD...

Hoje, por ser o primeiro Domingo do mês, tivemos o Culto de Ceia do Senhor. Porém, antes, realizou-se a Escola Dominical. A lição baseou-se em I Coríntios 8:1-13, que fala do cuidado que devemos ter em não escandalizarmos os outros com as nossas atitudes. Quando é que escandalizamos alguém? Quando fazemos algo que leva essa pessoa a desviar-se de Deus. O texto bíblico mostra-nos que a chave para a vida cristã não é o muito conhecimento que eventualmente possuamos, mas, sim, o nosso amor para com Deus e, consequentemente, para com os nossos irmãos. Possuir conhecimento é bom, mas, às vezes, tornamo-nos "inchados", isto é, arrogantes e altivos. Aquilo que realmente nos edifica é o amor! O amor ao nosso pai Celestial e aos nossos irmãos... Não esqueçamos que fomos criados para a glória do nosso Deus. Então, quando é que O glorificamos? Quando O amamos acima de todas as coisas. Se amamos a Deus, logo amamos o nosso próximo! Infelizmente, as nossas atitudes nem sempre revelam amor, pois muitas vezes só ajudamos os outros se isso não colidir com a nossa agenda, se não vier a alterar os nossos planos. Por outras palavras, se não me incomodar muito. Será isto amor genuíno?
O versículo 9 alerta-nos para o facto de a nossa liberdade poder vir a ser escândalo para os outros. Importa aqui comparar os conceitos "liberdade" e "libertinagem", os quais são muitas vezes confundidos. Deus concede-nos liberdade, mas para agirmos dentro dos Seus princípios, ou seja, de acordo com a Sua vontade. Deus ama-nos e, por isso, define limites para a nossa vida. Libertinagem é sinónimo de uma vida sem limites; é agir sem nos preocuparmos se as nossas acções vão ter implicações negativas na vida dos outros... I Coríntios 10.23 ("Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm, mas nem todas as coisas edificam") mostra-nos que temos liberdade total, mas, diante do nosso Deus, há limites. Quem ama impõe limites! Devemos afastar-nos das coisas que não edificam. Assim, antes de agir, devemos colocar a questão: "Isto agrada a Deus?" A resposta a esta pergunta deverá determinar as nossas acções.
I Coríntios 10.24 afirma o seguinte: "Ninguém busque o proveito próprio; antes cada um o que é de outrem". Este versículo parece não fazer qualquer sentido na sociedade actual, onde imperam o egoísmo e o egocentrismo. Quem é que, nos dias que correm, busca mais os interesses dos outros do que os próprios? Porém, se nós, Cristãos, estivermos ligados através do amor de Deus, isto é possível. Eu busco os interesses dos outros e os meus próprios interesses também estão asssegurados, pois os outros preocupam-se com eles. E isto refere-se tanto às necessidades materiais como às espirituais. Isto é ser Comunidade, é ser Igreja...
Resumindo: Devemos glorificar a Deus em tudo o que fazemos. Devemos ter cuidado para que o nosso comportamento não escandalize os outros; para que as nossas acções não os levem a afastar-se de Deus. A nossa prioridade não deve ser buscar o nosso próprio interesse, mas o do nosso próximo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Culto de Estudo Bíblico

O Estudo desta semana incidiu sobre Gálatas 6. O versículo 1 aconselha-nos a, caso seja necessário, corrigir as pessoas com brandura e com respeito. Se somos espirituais, isto é, se temos o Espírito Santo a habitar em nós, não será difícil agir assim. Até porque sabemos que somos falíveis e, a qualquer momento, podemos estar na posição em que precisaremos de ser admoestados!
O verso 2 diz-nos para levarmos as cargas uns dos outros e afirma que, se o fizermos, cumpriremos a lei de Cristo. Qual é a lei de Cristo? É amarmo-nos uns aos outros. E o que significa "levar as cargas uns dos outros"? É darmos de nós, do nosso tempo e até dos nossos recursos... É chorarmos com os que choram (Romanos 12:15). Muitas vezes, pensamos que a nossa carga já é suficientemente pesada, mas, se vivermos em comunidade, ajudaremos os outros a levar as suas cargas e eles também nos ajudarão a levar as nossas. Devemos fazer sacrifícios pelos nossos irmãos. Devemos ser capazes de sair da nossa "zona de conforto" e não dar apenas o que nos sobeja!
O versículo 3 afirma que se pensamos que somos alguma coisa, enganamo-nos! De facto, não somos nada diante do nosso Deus. Mas, mesmo assim , Ele ama-nos tanto!
Resumindo, o texto bíblico mostra-nos a necessidade de existir um auxílio mútuo na Igreja de Cristo. Temos a responsabilidade de amar o nosso Deus e os nossos irmãos, ajudando-nos uns aos outros.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Culto da tarde...

"Que, sendo em forma de Deus (Jesus), não teve por usurpação ser igual a Deus". (Efésios 2:6). Por estarmos em Junho, este é o versículo que serve de base às mensagens deste mês. E, ontem, o Pr. Jónatas Lopes falou sobre a nossa tendência de nos colocarmos no papel do Espírito Santo e no de Jesus. Quais são, então, as funções do Espírito Santo? - Ele é Consolador; - É Ele que convence do pecado, do juízo e da justiça; - Ele ajuda-nos a discernir o que é espiritual daquilo que não é; - Ele é o garante da nossa salvação; - Quando evangelizamos, é Ele que trabalha na vida das pessoas a quem falamos...
E quando é que nos colocamos no lugar do Espírito Santo? - Quando não O deixamos trabalhar em nós; - Quando Ele nos diz algo e ignoramos a Sua voz; - Quando, ao evangelizarmos, tentamos convencer as pessoas à força, quando isso é acção do Espírito Santo; - Quando pensamos que há métodos de evangelização melhores que outros.
E, relativamente à pessoa de Jesus Cristo, quando é que nos colocamos no Seu papel? Jesus é o Salvador. Logo, colocamo-nos no Seu lugar quando falamos de salvação sem apontarmos para a cruz de Cristo. A Bíblia afirma que "há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem (I Timóteo 2:5), mas, muitas vezes, nós colocamos outros mediadores entre Deus e o homem, como a religião, por exemplo.
Deus, Jesus e o Espírito Santo fazem o Seu trabalho muito bem. Não precisam de uma "alavanca" da nossa parte. Pode ser duro ouvir isto, mas a verdade é que Deus não precisa de nós para a Sua obra! No entanto, conta connosco...

terça-feira, 22 de junho de 2010

Culto da tarde...

No último Domingo, a Irª Marta Azevedo trouxe-nos uma mensagem baseada em Actos 2, o capítulo bíblico que fala dos primeiros Cristãos e da igreja-modelo. Os crentes estavam reunidos. Era dia de Pentecostes, uma Festa que tinha por objectivo celebrar as Colheitas. Então, algo invulgar ocorre... O Espírito Santo desce e todas aquelas pessoas começam a falar noutras línguas! E ainda há quem duvide do poder de Deus! Aquelas pessoas, quase todas iletradas, subitamente, ficaram capacitadas a falar línguas que lhes eram totalmente desconhecidas... Houve quem zombasse deles, afirmando que estavam embriagados. Então, Pedro, levantou-se e, de forma ousada, disse-lhes que aquilo era resultado do poder do Espírito Santo, tal como fora predito pelo profeta Joel (Joel 2:28-29). O discurso de Pedro vai-se tornando cada vez mais audaz e, a dado momento, ele acusa-os da morte de Cristo! Ele prossegue, dizendo-lhes que enquanto não se arrependessem carregariam o fardo do pecado pela morte de Jesus. Pedro não era um homem letrado... Era um simples pescador! Mas, revestido do Espírito Santo, tinha uma ousadia invulgar. E não se preocupou em usar palavras suaves. Chamou as coisas pelo nome. Disse-lhes que eles tinham pecado. Actualmente, nas nossas igrejas, às vezes evita-se falar de pecado, mas a verdade é que todos somos pecadores até nos arrependermos!
No verso 37, vemos que aquelas pessoas tiveram, então, pela primeira vez consciência do seu pecado, revelando desejo de mudar de rumo.
O que é então, necessário para entrarmos no caminho do perdão? O versículo 38 dá-nos a resposta: Arrependimento. Arrepender significa mudar de atitude. Ou seja, tomar uma atitude oposta à que foi tomada anteriormente. Foi precisamente isso que fizeram 3 mil pessoas naquele dia. Arrependeram-se e foram salvas!
Actos 2:42-47, encontramos quatro coisas que fazem a igreja crescer: 1- Leitura e estudo da Bíblia. Ter a Palavra de Deus como referência doutrinária. 2- Comunhão. É de vital importância que os crentes tenham convívio e comunhão uns com os outros. 3- Oração. Nós crescemos quando oramos uns pelos outros; quando partilhamos os nossos problemas e as nossas bênçãos. 4- União. Os crentes da igreja primitiva encontravam-se todos os dias e estavam juntos sempre. E qual era o resultado dessa união? Caíam na graça do Povo e todos os dias eram acrescentadas pessoas à igreja. Que diferença fazemos nós, enquanto Igreja?!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Providência Divina...

Ontem, no Culto de Estudo Bíblico e Oração, a irmã Marta Azevedo trouxe-nos uma meditação, que teve por base o texto bíblico registado em Mateus 6:19-34. O nosso país está em crise... E esta é uma crise que parece ter vindo para ficar! A taxa de desemprego não pára de aumentar e, consequentemente, é cada vez maior o número de assaltos e de outros tipos de crime. As pessoas queixam-se, deprimem-se, preocupam-se com o futuro, andam ansiosas... E, nós, Cristãos, como reagimos a isto? Qual é a nossa atitude para com aqueles que estão apreensivos quanto ao futuro? Alimentamos esse desânimo ou aproveitamos para dar testemunho da nossa fé, afirmando que o nosso Pai Celestial cuida dos Seus? O que é que nós transmitimos às pessoas? É muito fácil entrar na onda do negativismo e, por vezes, é o que fazemos. As pessoas, à nossa volta, lamentam-se e nós lamentamo-nos também... Porém, sabemos que o justo jamais será desamparado e a sua descendência não mendigará o pão (Salmo 37:25). E, se porventura, Deus permite que passemos por dificuldades, tais circunstâncias produzirão, certamente, algo de bom... Deus tem sempre o melhor para os Seus filhos! Em Filipenses 4:10-13, vemos que o apóstolo Paulo, que aprendeu a depender totalmente de Deus, conseguia sentir-se bem em qualquer circunstância. Sabia estar alegre tanto na fartura como na fome. Ele afirmou convictamente: "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece".
É interessante notar que antes do texto bíblico que serviu de base à mensagem, aparece a oração-modelo: a conhecida oração do "Pai Nosso". Reparemos na seguinte afirmação de Jesus: "O pão nosso de cada dia nos dá hoje" (Mateus 6:11). Jesus não pediu alimento para dois dias ou para uma semana! Pediu para um dia apenas. Existe aqui uma intenção clara de Jesus de demonstrar que confiava plenamente no Pai.
"Basta a cada dia o seu mal", diz-nos Mateus 6:35. Fará, então, algum sentido preocuparmo-nos em demasia com o futuro? É óbvio que devemos pensar no futuro e trabalhar a fim de conseguirmos suprir as nossas necessidades e até ter uma vida confortável. Não devemos é colocar as riquezas terrenas no topo da nossa lista de prioridades. "Mas, buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça..." (Mateus 6:33). O que é nós levamos desta vida? Levaremos os bens materiais que vamos acumulando ao longo dos anos? Obviamente que não!
"Eu sou o Senhor"... Esta é uma expressão que aparece muitas vezes na história do povo de Israel. Ou seja, Deus lembrava-os constantemente que Ele lhes providenciaria tudo aquilo que eles necessitassem.
"Porque razão temes o futuro? E o amanhã te faz preocupar? Se Deus das avezinhas tem cuidado, Também de ti há-de cuidar! Sabe o que precisas! E o auxílio não nega! Se Deus das avezinhas tem cuidado, Também de ti há-de cuidar!"

domingo, 30 de maio de 2010

EBD...

"Mostre aos outros a graça divina" foi o título da lição de hoje da nossa Escola Dominical. Deus espera que os Seus tratem sempre graciosamente os outros, lembrando sempre a graça que Ele mostrou ao redimi-los. Mas, o que é graça?! Graça é um favor imerecido... Então, como podemos mostrar aos outros a graça divina? Através da nossa vivência, do nosso testemunho e de actos altruístas. No entanto, dificilmente conseguiremos demonstrar graça aos que nos rodeiam se não nos lembrarmos do que Cristo fez por nós, ao morrer na Cruz para nos salvar... Devemos mostrar graça nas nossas palavras quando alguém nos insulta. Se o fizermos, estaremos a dar bom testemunho. Responder na mesma moeda não resolve nada. Devemos ter calma e paciência, mostrando as coisas sob outra perspectiva!
Levítico 25:10-12 foi o texto bíblico que serviu de base à nossa lição. Deus ordenou ao povo que o 50º ano seria ano de jubileu. Isto é, ao longo desse ano, não deviam fazer rigorosamente nada. Era um ano de descanso para o povo e também para os campos, pois não se devia semear nada. Era uma oportunidade de restauro pessoal. Lembrarem-se da libertação que o Senhor lhes tinha concedido era o propósito principal do ano do Jubileu... Quantas vezes não nos esquecemos daquilo que Deus faz nas nossas vidas?! Oxalá consigamos parar para reflectir e agradecer ao Pai Celestial as bênçãos que Ele tem derramado sobre nós!
Em Levítico 25:18-19, Deus faz uma promessa ao povo: se eles observassem, guardassem e cumprissem os Seus estatutos, Ele abençoá-los-ia. Esta promessa é válida também para nós. Se nos regermos pela Palavra de Deus, Ele dá-nos aquilo de que necessitamos. Em Levítico 25:35-38, o povo é chamado a ajudar o próximo, sem esperar nada em troca. Deviam emprestar dinheiro sem cobrar juros. Jamais se deviam aproveitar da desgraça alheia. Deviam sempre lembrar-se do que Deus tão graciosamente lhes tinha feito: libertou-os do Egipto, onde eram escravos, e conduziu-os a Canaã. Nós também somos chamados a agir assim. Se virmos alguém necessitado, devemos ajudar essa pessoa.
Como é que Deus se sentirá mais glorificado? A resposta a esta pergunta deve servir de base a todas as nossas decisões... Oxalá o nosso alvo seja sempre glorificar o nosso Deus!

terça-feira, 25 de maio de 2010

O que é a Igreja?

Este é o título da mensagem que o Pr. Jónatas Lopes nos trouxe no Culto da tarde do último Domingo. O que é a Igreja? É um prédio? É o Pastor? É a música? São os cooperadores? São os ministérios? Não... a igreja é cada um de nós, com um propósito: amar a Deus e amar os outros. Lucas 15:1-7 foi o texto bíblico que serviu de base à mensagem. No versículo 1, vemos que Jesus não tinha qualquer problema em estar com aqueles cujo pecado era público e que a sociedade rejeitava. Ele não discriminava ninguém. Ele "misturava-se" com as pessoas! É assim que nós também devemos agir. Devemos relacionar-nos com todos, tratando a todas as pessoas com amor. A graça de Deus na nossa vida deve impulsionar-nos a fazer isto. O nosso alvo deve ser investir em pessoas, pois foi pelas pessoas que Jesus morreu. Como transmitiremos o amor de Deus às pessoas, se não nos aproximarmos delas?
Às vezes, desistimos das pessoas, dizendo que não vale a pena investir nelas. Porém, vale sempre a pena... Para Deus, não há causas perdidas! Outras vezes, é o nosso orgulho que nos impede de ir ter com alguém. "Ah, ele(a) fez-me isto ou aquilo!" - alegamos. Mas, e aquilo que nós já fizemos a Deus?! E ele continua a amar-nos. Maravilhosa graça!
Tenhamos a coragem de ir ter com as pessoas que se afastaram da Igreja, mas com humildade... não num tom acusatório! Precisamos de abandonar a ideia, que muitas vezes reina entre os crentes, de que quem deixa a nossa congregação, também deixa de pertencer a Deus. Ele continua a amar essa pessoa. O amor Deus é incondicional...
Dá trabalho ir à procura das pessoas? Dá... Obriga-nos a prescindir de algum do tempo que dedicaríamos a outras coisas! E também nos obriga a estarmos bem com Deus, para que possamos ter algo para dar a essas pessoas. Permitamos que Deus trabalhe na nossa vida, que nos molde, para que possamos fazer a diferença neste mundo, demonstrando amor, graça e misericórdia para com todos! A seguir, apresentamos o filme que o Pr. Jónatas nos mostrou no início da pregação: "O que é a Igreja?" Não deixe de ver...

domingo, 16 de maio de 2010

Culto da tarde...

Por estarmos em Maio, o subtema do mês baseia-se no quinto versículo do capítulo 2 de Filipenses, que afirma: "De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus..." Oxalá consigamos ter o mesmo sentimento de Cristo, especialmente a Sua capacidade de perdoar! O Pr. Jónatas Lopes pregou com base em Actos 2:42-47, texto bíblico que relata a comunhão que existia entre os crentes da Igreja Primitiva. Estamos no início do Cristianismo. Os crentes perseveravam na doutrina. As pessoas sentiam necessidade de ouvir a Palavra de Deus. Nos dias que correm nem sempre é assim. As pessoas querem ouvir apenas aquilo que lhes convém. Não desejam ouvir repreensões ou admoestações. E, às vezes, nós cometemos o erros de baixar a fasquia para agradar às pessoas e ter a sua simpatia. Esquecemo-nos que o verdadeiro Evangelho não é de massas! O versículo 42 também nos diz que "perseveravam na comunhão". O que significa a palavra "comunhão"? Comunhão é muito mais do que convívio; é termos tudo em comum: as alegrias, as tristezas, a dor... Às vezes, esquecemo-nos que somos chamados à comunhão com pessoas em dificuldades; somos chamados à oração pelas necessidades dos outros!
O versículo 45 mostra que os primeiros Cristãos atendiam às necessidades uns dos outros, ao ponto de até venderem propriedades e bens para poderem ajudar quem precisava. Até que ponto sou eu capaz de dar algo meu para a glória de Deus, através de um irmão? Serei capaz de partilhar as minhas coisas com aqueles que têm necessidade?
Os crentes da Igreja Primitiva também "perseveravam diariamente unânimes no templo", não obstante estarem a ser perseguidos. E "comiam juntos com alegria"... Ou seja, mesmo no meio da tribulação, conseguiam ter alegria!
Enquanto tudo isto acontecia, o Senhor acrescentava à igreja aqueles que se iam salvando... É o Espírito Santo que dá o crescimento à igreja; não é mérito humano.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Dia das Mães...

Ontem, no Culto da tarde, celebrámos o Dia das Mães, prestando assim uma justa homenagem às mamãs da nossa igreja: mulheres valorosas que têm instruído os seus filhos no caminho do Senhor Deus...
Contámos com várias participações...
Jograis, poemas e diversos cânticos constituíram o programa deste culto especial...
A Marta Azevedo, uma mamã exemplar, trouxe-nos uma reflexão baseada em Eclesiastes 3:1, versículo bíblico que afirma que "há tempo para todo o propósito debaixo do Céu". A nossa querida irmã sublinhou a importância de se passar tempo com os filhos. Numa sociedade em que a maioria das mães trabalha a tempo integral, nem sempre é fácil encontrar um momento no dia para se estar com os filhos, para conversar, brincar e orar com eles.
Porém, os momentos que os pais passam com os filhos, aquilo que vivenciam juntos, é o que fica para sempre na memória das crianças.
Os filhos são herança do Senhor e os pais têm o dever de lhes dedicar algum do seu tempo, passando-lhes, assim, valores e princípios Cristãos e criando doces memórias que os acompanharão pela vida fora... Oxalá as mães (e os pais) consigam fazer uma gestão sábia do tempo para que possam estar com os filhos! Esta é, provavelmente, a melhor forma de lhes demonstrarem o quanto os amam!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Recordando...

No slide show que se segue, poderá ver fotos de alguns momentos da vida da nossa Igreja, que hoje comemora 96 anos.