sábado, 14 de novembro de 2009

Carta Pastoral...

Não há palavras para descrever o universo de emoções que vivemos no passado fim de semana. E quando falamos de universo, queremos realçar o extraordinário leque de vivências que o nosso Deus no proporcionou em Sevilha.

Foi uma viagem de muitas horas, quer de ida, quer de regresso. Apesar disso, os benefícios espirituais anularam, por completo, qualquer debilidade física que nos pudesse bater à porta. O profeta diz que aqueles «que esperam no Senhor renovarão as suas forças» … e isso foi bem patente em todos aqueles que viajaram até à Conferência Missionária em Sevilha. As Igrejas irmãs de Mangualde e de Tondela «enviaram» 23 crentes até à querida Igreja de Sevilha, a qual nos acolheu de forma mui impressionante. Como verdadeiros irmãos em Cristo, imbuídos do mesmo espírito, apaixonados pela Obra de Deus, companheiros missionários no cumprimento do «Ide» de Jesus.

O fim de semana passou-se de uma maneira muito rápida. Não deu para passear, mas houve espaço e tempo para pensar, para reflectir, para partilhar, para abençoar e para ser abençoado. Como impressiona a fé de tantos missionários que labutam em campos tão difíceis, a todos os níveis! Extraordinários heróis, física e espiritualmente, que investem a sua vida, sem qualquer espécie de medo, mesmo o de morrerem em condições horripilantes. E como reflectimos sobre a nossa fraqueza em «nos dar-mos» ao Senhor, quando vivemos num País onde facilmente podemos viver a propagar a nossa fé. Como somos tão fracos, diante de figuras que assumem a sua missão missionária em ambientes tão hostis. E como assumimos essa fraqueza, só nos resta dizer: «Eis-me aqui Senhor». Não estou a apelar para ninguém ir para o Iraque, para Botsuana, para a Nigéria, etc, embora se Deus chamar alguém para essas áreas geográficas só nos resta apoiar. O que estou a rogar, em Nome

de Jesus, é que sejamos missionários na nossa terra, na nossa Jerusalém, sem deixarmos de sustentar as cordas daqueles que partem para esses países, missionários que chegam onde nós não podemos chegar, mas que somente ali podem chegar se, na rectaguarda, houver os necessários apoios. E daí o podermos chegar - e por incrível que pareça por apenas 1 € mensal - a Países que necessitam do toque de Deus, da mensagem de salvação. Aleluia! Glórias ao nosso Deus!

A nossa Igreja vai avançar com a constituição de um C.E.M. - CENTRO DE EXPANSÃO MISSIONÁRIA. E numa parceria que envolve Mangualde, Tondela e Sevilha iremos apoiar vários missionários em vários países do Mundo. Na semana passada escrevemos que nos devíamos preparar para os resultados da Conferência Missionária em Sevilha. E não só os que iriam, mas igualmente toda a Igreja, porque Deus iria, de certo, «incomodar-nos». E incomodou-nos. A uns mais, a outros menos, mas algo se irá passar se não houver obstáculos que se coloquem na nossa marcha. Alguns irmãos, a seu tempo, darão o seu testemunho e a forma como foram «incomodados», mas com o CEM queremos apoiar Missões nos «confins da Terra», mas queremos que o nosso Deus nos envie até Penalva, Carregal do Sal e outras terras à nossa volta. Ou seja, queremos fazer Missões «em toda a Judeia e Samaria», adquirindo experiência, vitalidade, espírito de missão, paixão pelas almas, na nossa Jerusalém, a Cidade onde vivemos, o espaço geográfico onde circulamos e onde podemos anunciar as virtudes daquele que nos tirou do Reino das trevas e nos trouxe para o Reino do Seu amor!

«Diz ao povo de Israel que marche» - diz ao povo de Tondela que marche!

Pr. José Lopes

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Culto de Estudo Bíblico...

Hoje, estudámos João 14:1-21. Jesus está prestes a ser crucificado, mas, curiosamente, é Ele que consola os Seus discípulos e não o inverso. Jesus percebe que os Seus discípulos estão agitados, destroçados, perturbados... Então, Ele diz-lhes: "Não se turbe o vosso coração". Não obstante as condições em que estava, Jesus ainda conseguiu injectar ânimo, coragem e esperança nos Seus discípulos. As palavras de Jesus são sempre as mais doces! Logo a seguir, Jesus diz que na casa de Seu Pai há muitas moradas. Por outras palavras: "Animai-vos porque eu vou para um lugar onde há espaço para todos. Na casa do meu Pai, não há lotação esgotada". Jesus vai sempre à nossa frente para nos preparar lugar. Que maravilha!
Jesus prossegue dizendo que virá novamente para nos levar com Ele. O retorno de Jesus à Terra não será para morrer, pois isso Ele já fez. Também não virá para dar uma nova oportunidade. Virá, isso sim, para levar os salvos para junto de Si. E onde é que Ele está? Ele ascendeu ao Céu. Então, é para lá que nos levará! No versículo 6, Jesus diz: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida..." Ou seja, Jesus assume a Sua condição de caminho, o Único Caminho para o Céu. "Porque há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. (I Timóteo 2:5) "E em nehum outro há salvação..." (Actos 4:12) Na segunda parte do verso 6, Jesus diz: "Ninguém vem ao Pai, senão por mim". Jesus está aqui a assumir que Ele é Deus.
Jesus fez coisas extraordinárias, mas no versículo 12, Ele diz que nós ainda podemos fazer obras maiores. Porquê? Porque Ele estava sozinho, mas nós não estamos sós. Temos a Sua promessa de que Ele estará sempre connosco! Quando oramos ao Pai (e nós temos livre acesso a Deus), temos também Jesus e o Espírito Santo intercedendo por nós. É por isso que, em nome de Jesus, podemos fazer coisas espantosas!

domingo, 8 de novembro de 2009

EBD...

Hoje, na Escola Bíblica Dominical, estudámos o Salmo 1. Quem tem prazer na Palavra de Deus, medita nela, pratica-a e influencia outros, através do seu bom exemplo. Quem lê e "guarda" a Palavra não se deixa influenciar por aqueles que não se regem pelos preceitos do Senhor Deus.
Se a Palavra de Deus estiver bem "enraizada" no nosso coração, o fruto do Espírito (amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança) será uma realidade na nossa vida.
Tudo o que fizermos, segundo a vontade de Deus, terá êxito. Já os ímpios serão como a palha que o vento dispersa, pois Deus agirá (no Seu tempo) e aquilo que não for de Deus não permanecerá...

sábado, 7 de novembro de 2009

Pensamento e Versículo da semana

Versículo

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. (Salmo 23:6)

Pensamento

Oro para que os ideais que iluminam o teu caminho sejam a bondade, a beleza e a verdade!

Carta Pastoral...

VIVO FELIZ … POIS SOU DE JESUS!

Este mês voltamos ao maravilhoso hino de J Crosby. Apesar das circunstâncias físicas que a envolviam, ela não se sentia diminuída, nem limitada. É maravilhoso cantar, sentindo o que ela sentia, quando construiu o hino 375. Este mês focamos a nossa atenção para a 3ª estrofe: Esperançoso vivo na luz/ Pela bondade do meu Jesus! Impressiona-me pensar que a nossa irmã vivia na luz, quando se sabe que era invisual. A cegueira física não a condicionava, graças à bondade de Deus. Quantas vezes «protestamos» por uma simples dor de cabeça; quantas vezes nos deixamos limitar e condicionamos os outros, por um pequeníssimo problema quando comparado com o de Jane Crosby; quantas vezes deixamos que o abatimento tome conta da nossa jornada terrena e nos desiludimos com tudo e todos, face a acontecimentos circunstanciais; quantas vezes nos deixamos apagar e enegrecemos a vida dos que nos rodeiam, diante de quadros temporais, passageiros, o que não era o caso de Jane, pois a sua cegueira era definitiva, sem retorno.

Damos graças a Deus porque Jane nos legou enorme e desafiadora mensagem, na medida em que referiu o recurso, o meio, pelo qual a sua vida de trevas se tornava luminosa. Afinal as trevas também podem ser vencidas; afinal, não há impossíveis; afinal, podemos ser vencedores diante de fenómenos, ou circunstâncias, que normalmente não são vencedoras. E Jane diz-nos que vivia na luz, pela bondade do seu e nosso Jesus! Que lindo!

Jane expressava bondade, já era objecto da bondade de Jesus! Ela dava, porquanto recebia; ela ministrava bondade, na medida em que ela também recepcionava bondade Divina. A sua história não é ficção, nem utopia. E será um caso repetível ou irrepetível?

Creio que o Jesus que iluminava a vida de Crosby é o mesmo Jesus que amamos e seguimos; creio que nada impede que o mesmo Jesus que dava sentido à sua vida possa também agir na nossa vida; creio que o seu poder é o mesmo ontem, hoje e eternamente; creio que a disponibilidade do nosso Mestre é permanente e intemporal. Desta forma, eu e tu, amado irmão, podemos brilhar mesmo que o mar seja tenebroso, mesmo que circunstâncias invernais queiram toldar a nossa existência. Que maravilha ter um Mestre que pode acalmar as ondas furiosas da vida! Sim, podemos viver dependentes da bondade de Jesus … para que também sejamos bondosos nos nossos relacionamentos. Desenvolveremos esta ideia em próximas cartas, mas há que pensar e investir na solidariedade. Somos chamados a amarmos o nosso próximo como a nós mesmos; somos chamados a fazermos bem a todos; somos chamados a fazermos bem a quem nos persegue, etc, etc. Rogo a Deus que nos ajude a sermos praticantes da Palavra e não somente ouvintes; peço-lhe que nos ajude a sermos bondosos em todas as áreas da vida … com a mesma bondade com que somos por Ele contemplados!

Pr. José Lopes

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Hoje, o nosso estudo teve como tema "a oração" e o nosso pastor começou por nos apresentar o pensamento: "Mais vale que o teu coração não tenha palavras do que as tuas palavras não tenham coração". Então, desafiou-nos a aplicar esta frase ao tema do nosso estudo: a oração. Vale mais apresentarmo-nos diante de Deus sem palavras, mas com o coração aberto, do que chegarmos com palavras eloquentes, mas desprovidas de qualquer sentimento. O que importa é a nossa atitude diante de Deus. Um coração sem palavras diante de Deus (atitude de quebrantamento), terá 100% de êxito. Já alguém que se apresente perante Deus com palavras sem coração (atitude de exibicionismo) terá 100% de inêxito. Sabemos que Deus não despreza um coração quebrantado (Salmo 51:17) e também temos a garantia de que o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inexprimíveis. (Romanos 8:26)
A oração coloca-nos no Santuário de Deus. Mas, quais são as chaves que nos abrem as portas de acesso a Deus? O Salmo 15 dá-nos a resposta:
  • Integridade /Sinceridade. Quem se aproxima de Deus com palavras sem coração, não está a ser sincero, é hipócrita.
  • Praticar a justiça. Há uma barreira que impede o nosso acesso a Deus. Chama-se pecado! Como resolvemos este problema? Através da confissão. Quando confessamos o nosso pecado, demonstramos sinceridade.
  • Verdade. Jesus diz-nos que o nosso falar deve ser sim, sim; não, não... (Mateus 5:37)
  • Não difamar. O que é difamar? É desfazer a fama de alguém. É dizer mal.
  • Não fazer mal ao próximo. Somos chamados a fazer o bem, até aos nossos inimigos. (Mateus 5:44)
  • Não lançar injúrias contra o próximo. Isto é, ter uma política de boa vizinhança.
  • Desprezar o réprobo. Há pessoas que ao mal chamam bem, e ao bem, chamam mal (Isaías 5:20). Nós não devemos ter por companheiros aqueles que têm opções erradas.
  • Honrar os que temem ao Senhor. O que é honrar? É dar valor, é respeitar, é amar... Jesus disse para nos amarmos uns aos outros como Ele nos ama. (João 13:34)
  • Não mudar, isto é, manter-se fiel ao que é correcto, mesmo que isso traga prejuízos pessoais. Às vezes, temos de sofrer o dano, para que o reino de Deus não sofra.
  • Não emprestar dinheiro com usura (juros elevados). Ou seja, não devemos aproveitar-nos das circunstâncias difíceis de alguém. Não devemos explorar as fraqueza dos outros...
  • Não aceitar suborno contra o inocente. Quando nos vendemos e alteramos a justiça, pecamos.
Qual é o segredo da oração eficaz? Encontramos a resposta em Tiago 5:26. Uma oração só é eficaz se não houver pecado na vida de quem a faz. Por isso, devemos começar por confessar o nosso pecado. Se estivermos de relações cortadas com alguém, a nossa oração não terá qualquer valor. Logo, devemos reconciliar-nos uns com os outros antes de nos dirigirmos a Deus. (Mateus 5:23-24)

domingo, 1 de novembro de 2009

Culto da tarde...

Na sequência da mensagem de há duas semanas atrás, baseada em Daniel 3:17-18, o Pr. Jónatas Lopes, desafiou-nos hoje a aplicar os princípios dos amigos de Daniel espiritual e congregacionalmente. Sadraque, Mesaque e Abdenego mostraram uma fé inabalável em Deus. Escolheram adorá-lO a Ele, e somente a Ele, independentemente do que pudesse vir a acontecer.
Espiritualmente, estamos satisfeitos? Estamos a dar o nosso máximo em termos espirituais? Todos nós podemos dar sempre dar um pouco mais. Não devemos acomodar-nos. Devemos sempre procurar ter mais intimidade com Deus, para que sejamos capazes de ir um pouco mais além, em termos espirituais. Há pessoas que, espiritualmente, querem sempre mais. Tentam aproximar-se cada vez mais de Deus, aumentando assim o seu grau de comunhão com Ele. Contudo, há também pessoas que fazem da espiritualidade uma droga e mudam constantemente de igreja, em busca de novas sensações. Espiritualidade não tem nada a ver com emoção!
Tentemos agora aplicar os princípios dos amigos de Daniel, congregacionalmente. Estamos satisfeitos com a nossa congregação? Estamos satisfeitos com a comunhão que existe? Se não estamos satisfeitos, tenhamos presente que Deus está disponível para actuar. Mas, estamos nós dispostos a melhorar?
Estamos satisfeitos? Sim. Mas... não acomodados! Queremos mais? Sim. Devemos todos esforçarmo-nos por isso. Se nós formos "um", Deus fará grandes coisas no nosso meio!

A verdadeira história de Caim...

O caro leitor já alguma vez colocou, como hipótese, a possibilidade de ter sido trocado no acto de nascer? Já equacionou sobre a possibilidade de nenhum daqueles que considera ser seus progenitores o serem? Dir-me-ão e com plena aceitabilidade: «Isso é outra narrativa, é outra história, que não a minha». Há uns anos atrás coloquei as mesmas questões a uma das maiores especialistas de José Saramago, tendo como base o livro que suscitou tanta polémica na altura, «O Evangelho Segundo Jesus Cristo». E a referida especialista, muito incomodada com a questão, respondeu da mesma forma que referi no 2º parágrafo deste reflexão. Ao não entender a minha questão, eu acrescentei que se passava exactamente o mesmo com o livro de J. Saramago. Aquela história nada tinha a ver com a história do nascimento de Jesus Cristo, de acordo com os Evangelhos que as várias Igrejas consagraram como Canónicos.
A história criada por Saramago é, efectivamente, uma outra história com digressões totalmente opostas àquelas que os Apóstolos nos legaram. E o mesmo se trata com a história de Caim, como iremos observar. Para continuar a ler este artigo, clique AQUI...

Culto de Ceia...

Realizou-se hoje o nosso Culto de Ceia do mês de Novembro, o qual foi antecedido pela Escola Bíblica Dominical. Estudámos uma lição baseada no Salmo 102, intitulada "Quando estou aflito".
Este Salmo começa por evidenciar a necessidade de sermos ouvidos. Às vezes, a angústia é tanta que suplicamos a Deus que nos ouça. E sabemos que Ele nos ouve, desde que não haja pecados não confessados na nossa vida. Somente o pecado impede que o nosso clamor chegue até ao Pai Celestial. Quantas e quantas vezes não nos sentimos sufocados pelos problemas e aflições da vida?! Porém, não nos devemos esquecer que Deus está sempre presente (Hebreus 13:5). Além disso, se olharmos para os problemas numa perspectiva de eternidade, eles são momentâneos. Quando ocuparmos o lugar que Jesus tem preparado para nós, no Lar Celestial, Deus limpará dos nossos olhos toda a lágrima (Apocalipse 21:4) e conheceremos, então, a felicidade plena.
O Salmo 102 mostra a necessidade de nos voltarmos para Deus quando os problemas são avassaladores. Com Cristo, podemos todas as coisas, pois Ele fortalece-nos (Filipenses 4:13).

sábado, 31 de outubro de 2009

Pensamento e Versículo da semana

Pensamento

Vivo feliz: regozijo-me em meu Salvador e vivo na luz pela bondade do meu Jesus!

Versículo

Bem-aventurado aquele a quem tu escolhes e fazes chegar a ti, para que habite em teus átrios: nós seremos satisfeitos da bondade da tua casa e do teu santo templo. - Salmo 65:4

Carta Pastoral...

Foi Bom … Muito Bom … ou Excelente a Jornada de Comunhão que desfrutámos no passado Domingo? Não sei se repararam, mas o Pastor começou do patamar do Bom, porque considera, com toda a sinceridade, que ninguém a avaliaria com menos. No entanto, como Pastor, e habituado a efectuar avaliações, avaliaria a Jornada de … Excelente. No patamar mais alto, sem qualquer espécie de dúvida. Mais uma vez vimos como Deus esteve presente! Desde a preparação do espaço que nos acolheu (obrigado I. Clementino e Esposa … e restante equipa de trabalho) e também na preparação espiritual e forma de estar em comunhão de todos aqueles que participaram na Jornada (agradecemos também a todos os crentes de Tondela e Mangualde que deram relevância à Jornada, com a sua presença).

Quando Deus dirige as nossas vidas, e os nossos relacionamentos, quando a Igreja se deixa dirigir pelo Espírito Santo … ficam reunidos todos os contextos para que a glória de Deus se evidencie!

Na Jornada de Comunhão do passado Domingo sentimos o mesmo encanto de Tiago, Pedro e João: «É bom estar aqui». Apetecia-nos fazer umas tendas (e havia espaço para tal) e aí residirmos por mais uns largos tempos. Mas a 2ª feira aproximava-se, apesar de terem retardado a sua entrada com o atraso dos relógios em 1 hora. E com a 2ª o resto da semana, com os seus afazeres em campos missionários onde habitualmente estamos presentes, campos onde, através de nós, o Senhor Deus quer investir. Sim! É Excelente estarmos juntos, mas o mundo espera a manifestação dos filhos de Deus, como sal da terra e luz do mundo. Havia que partir. Contudo, íamos fazê-lo com mais força e com mais determinação, para um mundo que não permite que o Senhor Deus revele o Seu amor, mas onde os crentes são chamados a actuar, de forma contínua e perseverante, evidenciando eles mesmo o extraordinário e singular amor de Deus!

Se ninguém pode dar aquilo que não tem, nós podemos afirmar que, através da experiência vivida na Jornada Inter-Igrejas, foi evidente que há muito de Deus em nós … e há muito para dar ao mundo em cada um de nós! Que bom! Que maravilha! Que bênção!

Que Deus nos abençoe queridos irmãos! Que a Comunhão nos entusiasme! De tal forma que mão possamos viver sem ela! Sabemos de irmãos que não puderam viver esta Jornada, mas que estão imbuídos do mesmo espírito! E isso fortalece-nos! Quantitativa e qualitativamente! Se a Comunhão aproxima-nos de Deus, e dos nossos irmãos, a verdade é que os homens, vendo o quanto nos amamos, reconhecerão que somos discípulos de Cristo. Além de os podermos servir, bem melhor, em Nome do nosso Mestre! Que bom! Que privilégio! Que superior mensagem! Registemos isso em nosso coração, mente e vida! Ámen!

Pr. José Lopes

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Continuamos com o Estudo "O que Deus espera de nós, Seus filhos" e, hoje, o Pr. Jónatas Lopes introduziu o próximo ponto: oração. O nosso pastor levou-nos a reflectir no que oração é e naquilo que não é.
Oração é um dialógo com Deus, uma conversa objectiva. É através da oração que expressamos a Deus a nossa gratidão pelo que Ele é e por aquilo que Ele faz na nossa vida e expomos ao Pai Celestial os nossos problemas e preocupações. Orar é um acto de comunhão com o nosso amoroso Deus. Oração também é intercessão (pedir por outras pessoas) e petição. No entanto, quando pedimos, devemos dizer a Deus que seja a Sua vontade a prevalecer e não a nossa, caso estas não sejam coincidentes, pois Ele sabe o que é melhor para nós.
Oração não é reza (vãs repetições); não é um monólogo nem exibicionismo. Também não é pregação ou sugestão de métodos a Deus. Orar não é mandar recados! Oração não é exigência, mas, sim, submissão à vontade de Deus. Resumindo, orar é pedir a Deus o que Ele tem reservado para nós...

domingo, 25 de outubro de 2009

Magusto Anual...

Realizou-se hoje o nosso magusto anual, em conjunto com a Igreja Baptista de Mangualde. O irmão Clementino e a sua esposa, que gentilmente nos convidaram para a sua casa, tinham à nossa espera um autêntico banquete. Expressamos aqui o nosso profundo agradecimento a estes queridos irmãos, que prepararam tudo com muito carinho, proporcionando-nos uma magnífica tarde de confraternização.
"Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união ... porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre". (Salmo 133)

EBD

A nossa lição da Escola Dominical de hoje, baseada no Salmo 73, foi-nos apresentada pelo nosso irmão Silas, que, uma vez mais, nos honrou com a sua presença.
A Zaida ficou com a classe infantil e as nossas queridas Joana e Raquelinha ouviram a história com muita atenção...
A Filipa ficou com a classe dos adolescentes: Moisés, Miriam, Miguel e Levi...

sábado, 24 de outubro de 2009

Pensamento e Versículo da semana

Pensamento

“Jamais vi o Espírito de Deus actuar onde o povo do Senhor está dividido”. – D. L. Moody.

Versículo

Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união ... porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre. (Salmo 133)

Carta Pastoral...

Esta semana foi desenvolvida uma acérrima campanha contra Deus e contra a Bíblia. De alguém que não me surpreende, face ao que conheço dele e do seu pensamento como Escritor. Tinha muito que dizer sobre o assunto ... e se tinha ... mas apenas quero conduzir o vosso pensamento sobre 3 aspectos:

1º - A liberdade de pensamento e expressão que J.S. pretende para si (até já falam de inquisição, o que revela algumas lacunas cognitivas sobre o tema em causa) também há que ser concedida a todos os cristãos. Parece que se diviniza a tolerância para com aqueles que defendem narrativas imbuídas de obsessões e preconceitos religiosos e colocam, isso sim, no tribunal inquisitorial aqueles que se subordinam, com prazer, com fé, e sem salto algum no escuro, ao âmbito da crença em Deus e na Bíblia como Revelação da Sua vontade; 2º - A escrita traduz sempre o carácter e a filosofia de vida do autor. E ela pode ser constatação, exclusivamente, mas prefiro literatura interventiva, de acção, com propostas exequíveis para a sociedade. Ir a um médico e ser simplesmente diagnosticado com um negro quadro clínico ... e vir embora porque ele recusa sugerir caminhos, ou porque não conhece, ou porque não reconhece esses caminhos como os ideais, ou porque não quer ser confrontado com eles, etc, ... parece-me incongruente, para não qualificar de outra maneira. Para mim, esse médico não me serve para nada. Os cristãos são chamados a ser sal da terra e luz do mundo; os cristãos são chamados a ser cabeça e não cauda; a virem para a luz para que as suas obras glorifiquem o Senhor Deus. O cristão não é chamado a auto-silenciar-se, ou a deixar-se silenciar. Se nos calarmos, «as próprias pedras clamarão»; se nos quiserem calar, diremos «mais importa obedecer a Deus do que aos homens». Para mim, ser-se Homem, com H grande, é «ir para a frente», «é ir para o terreno de acção» ... e não deixar que outros o façam e depois vir, de forma habilidosa ou não, astuciosa ou não, elaborar narrativas desse caos, da «cegueira social», dos «caídos no chão». Trata-se de credibilidade ... e parece-me que J.S, não reúne condições para se me impor como referência. Não me estou a referir ao seu «modo de escrita», mas estou a referir-me à sua forma de estar no mundo, ao seu contributo para restaurar o que está mal, para sugerir caminhos mais adequados aos povos, etc.

3ª - Para não perder mais tempo ... Deus continuará a ser Deus independentemente da vontade de todos os ateus e agnósticos, o que não acontece com estes últimos. E mesmo que a sua militância contraste com a amorosa e pacífica natureza de Deus, jamais apagarão a matriz que Deus nos legou quando nascemos »à sua imagem e semelhança». Nós nos aproximamos de Deus ... e somos atendidos no Seu Trono de graça e poder; outros se aproximam ... à distância ... para protestar contra Deus, para tentarem matá-lo, ou pelo menos destruir a sua presença na vida das nações e dos homens. Resta-me dizer: «Perdoa-lhe Senhor Deus, porque não sabe o que diz». Sim, e em suma, se J.S. Saramago e outros como ele desejassem, do fundo do coração: que houvesse justiça e bem-estar social; que houvesse paz e solidariedade entre os povos e outros paradigmas similares a estes ... então restar-lhe-ia juntar-se a nós nessa cruzada, na medida em que defendemos a mesma coisa ... mas com Deus na direcção. Essa é a mais valia que temos ... e que sabemos que é real ... e é uma mais valia que se «impõe» de dentro para fora, com transformações a nível de mente, coração e acção. Que pena J.S. não querer compreender uma coisa tão simples e adopta filosofias tão complexas e de resultados altamente improváveis.

Hoje temos mais uma jornada de Comunhão. É difícil chegar a uma verdadeira comunhão ... mas é bem mais difícil mantê-la. E a estratégia de almoço inter-Igrejas, acrescido com o magusto, é altamente bíblica e aprovada por Deus. «Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união». E isso agrada de tal maneira a Deus que «ali Ele ordena a bênção para sempre». Movermo-nos para a comunhão ... estimular a comunhão ... viver a comunhão ... não estragar ou afectar a comunhão ... apoiar poderosa e amorosamente a comunhão ... trabalhar para que a comunhão jamais deixe de existir ... eis alguns dos desafios que faço aos meus amados irmãos, destinatários desta carta. Eu farei a minha parte ... e acredito que também fareis a vossa parte. assim for ... o nosso Deus estará sempre connosco e dele poderemos esperar grandes coisas.

Pr. José Lopes

domingo, 18 de outubro de 2009

Culto da tarde...

Daniel 3:17-18 foi o texto bíblico que serviu de base à mensagem que o Pr. Jónatas Lopes nos trouxe hoje. A vida de Sadraque, Mesaque e Abednego estava em perigo. Ao desobedecerem ao rei Nabucodonosor, que tinha feito um decreto, segundo o qual todas as pessoas teriam de adorar uma estátua de ouro que ele mandara erigir, eles tinham plena consciência de que o rei poderia sentenciá-los à morte. Porém, eles escolheram agradar a Deus e, portanto, não obedeceram às ordens do rei. A resposta deles é simplesmente admirável! Dizem a Nabucodonosor que sabem que Deus os pode livrar da morte, mas, mesmo que Ele não o faça, eles não obedecerão ao rei. O seu objectivo era agradar sempre a Deus, o Único que merece ser adorado. Logo, não se prostraram perante a estátua. O nosso pastor desafiou-nos, então, a aplicar os princípios daqueles jovens a várias áreas da nossa vida: finanças, saúde, família e relacionamentos.
Quando estamos com problemas financeiros, o que escolhemos fazer? Preferimos agradar a Deus, ainda que isso, aparentemente, resulte em mais "prejuízos" ou enveredamos pelo caminho que nos conduz à "solução" do nosso problema, mas que compromete os valores pelos quais, nós, Cristãos, nos devemos reger? Bem, sabemos que o Pai Celestial cuida dos Seus filhos (Salmo 37:25 e Mateus 6:30-33). Esta promessa deveria bastar-nos e, consequentemente, levar-nos a optar por fazer sempre o que é correcto. E, em questões de saúde, como é que reagimos? Em II Coríntios 12:7-10, ficamos a saber que o apóstolo Paulo tinha um problema de ordem física, o tal "espinho na carne". Ele orou para que Deus actuasse na sua vida e o "libertasse" desse problema, mas não recebeu a resposta que almejava. Ainda assim, ouviu algo extraordinário: "A minha graça te basta!" Às vezes, os problemas surgem na nossa vida para que não nos exaltemos. No entanto, ainda temos a garantia de que o poder de Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza. O que dizer, então, às pessoas sobre saúde? Quando alguém está doente, devemos orar para que Deus faça a Sua vontade. Podemos prometer curas? Não. Isso depende de Deus. Se alguém for curado, é Deus que o faz. Mas, Ele só cura, se quiser, e quando Ele quer. Ele é soberano. A nossa oração deve ser aquela que Jesus nos deixou em Mateus 6:9-13. "Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu". A nossa fé nunca deve depender da nossa saúde. Devemos glorificar a Deus, independentemente dos resultados, pois Ele sabe o que faz e tem sempre o melhor para os Seus filhos.
Quando os problemas são de ordem familiar, como é que respondemos? Por vezes existe a ideia de que se seguirmos a Deus, teremos uma família perfeita. Porém, seguir a Deus não é sinónimo de ausência de problemas. Seguir a Deus tem a ver com paz interior. Deus dá-nos a força necessária para enfrentarmos os problemas que surgem. Além disso, a Bíblia apresenta instruções para que uma família funcione bem: um casal deve ser uma só carne; deve haver fidelidade em todas as áreas da vida a dois; é imprescindível que haja respeito mútuo... A Palavra de Deus também diz que os pais devem instruir os filhos no caminho em que devem andar (Provérbios 22:6). Ou seja, os pais devem ajudar os filhos a seguir o caminho para o qual estão vocacionados; devem educá-los de modo a que possam vir a realizar os seus próprios sonhos e não os sonhos que os pais têm para eles. Quanto aos relacionamentos, estes serão, certamente, mais saudáveis se aplicarmos alguns princípios da autoria do escritor John Maxwell:
Princípio da Lente: Quem somos, determina a forma como vemos os outros. Princípio do Espelho: Devemos analisar, primeiro, quem somos. Princípio da Dor: As pessoas más magoam os outros e são magoadas pelas outras pessoas. Princípio da troca de papéis: Devemos colocar-nos no lugar dos outros. Princípio da Circunstância: Nunca devemos permitir que uma situação tenha mais valor que um relacionamento. Princípio da Celebração: Celebrar com as pessoas os seus momentos bons. Princípio da Excelência: Passamos para um nível superior quando tratamos os outros melhor do que eles nos tratam a nós. Princípio do Boomerang: Quando ajudamos os outros, estamos a ajudar-nos a nós próprios. Princípio da Satisfação: Sentimos alegria por estarmos juntos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Continuamos com o Estudo "O que Deus espera de nós, Seus filhos" e, hoje, o Pr. Jónatas Lopes introduziu o próximo ponto: comunhão. Comunhão é muito mais do que convívio. Trata-se de uma ligação forte entre irmãos em Cristo. É partilha, é intimidade espiritual. O amor de Deus une-nos e, portanto, temos interesse genuíno uns pelos outros; preocupamo-nos com o bem-estar uns dos outros; oramos uns pelos outros; estamos atentos às necessidades dos que nos rodeiam.
Comunhão é chorarmos com os que choram e alegrarmo-nos com os que estão alegres (Romanos 12:15). É levarmos as cargas uns dos outros (Gálatas 6:2). Porém, isto só é possível quando temos comunhão com Deus. Só conseguiremos ter comunhão uns com uns outros se tivermos intimidade com o Pai Celestial!
A comunhão é o termómetro espiritual da Igreja.