quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Seguro de Vida Espiritual...

Hoje, no Culto de Estudo Bíblico e Oração, o Pr. Jónatas Lopes trouxe-nos uma mensagem a que deu o título: "Como ter um bom seguro de vida espiritual". Tendo o texto bíblico registado em Filipenses 2:12-16 como base, o nosso pastor apresentou-nos 4 pontos essenciais para se ter um bom seguro de vida espiritual:
1º: Desenvolver a salvação com temor e tremor. Nesta passagem bíblica, Paulo mostra que tem muita confiança nos crentes de Filipos, pois afirma que eles obedecem, tanto na sua presença como na sua ausência, mas pede-lhes que desenvolvam a sua salvação com temor e tremor. Isto é, com respeito e total reverência para com Deus, o Criador de todas as coisas.
2º: Deixar Deus actuar nas nossas vidas. Como filhos de Deus, o nosso objectivo deve ser estar no centro da Sua vontade. Para tal, é fundamental desenvolvermos a nossa intimidade com o Pai Celestial. Aquele que desenvolve a sua salvação, aceita a soberania de Deus. É frequente as pessoas colocarem a questão: "Não tenho o direito de ser feliz?" A resposta é: "Sim, mas segundo a vontade de Deus, porque Ele é bom e tem o melhor para os Seus filhos!"
3º: Ter uma boa conduta diante de Deus e dos homens. Paulo diz que devemos fazer todas as coisas sem murmurações nem contendas para que sejamos irrepreensíveis. Isto é, sem ter nada que nos apontem. Muitas vezes falhamos, é certo, mas reconhecemos o nosso erro e pedimos perdão. Também devemos ser sinceros. Isto significa que somos chamados a ser genuínos; devemos revelar pureza em todos os nossos actos. As pessoas que nos rodeiam esperam ver em nós a diferença que Deus faz na nossa vida.
4º Perseverar na Palavra de Deus. Cada vez mais as pessoas desejam coisas que as fazem sentir bem e, à primeira vista, a Palavra de Deus não é agradável. Contudo, colocá-la em prática resulta numa vida de acordo com a vontade de Deus!

domingo, 16 de agosto de 2009

Culto de Domingo

Hoje, no culto da tarde, o Pr. José Lopes trouxe-nos uma mensagem baseada em Provérbios 6:16-19. Esta passagem bíblica apresenta-nos várias coisas que desagradam a Deus. O nosso pastor levou-nos a reflectir naquela que aparece em primeiro lugar neste texto: a altivez. O orgulho é o pecado mais velho do mundo e não dá quaisquer sinais de enfraquecimento com a idade.
Orgulho é a adoração idólatra de nós mesmos. Uma pessoa altiva considera-se superior aos outros e até acha que não precisa de Deus. O orgulhoso e egocêntrico deseja que o mundo gire em torno de si. Não pode haver espaço para Deus em alguém que esteja cheio de si mesmo! O orgulho é uma erva daninha que impede que qualquer outra coisa cresça à sua volta. O orgulhoso Nabucodonosor foi retirado do reino e colocado no campo a comer erva como os animais (Daniel 4:30-33). O orgulhoso Saul foi afastado do trono (I Samuel 15:26-28). O orgulhoso Adão foi expulso do Éden (Génesis 3:23).
O coração é o solo da alma, onde Deus faz frutificar todas as virtudes, mas apenas quando nos desprendemos do orgulho. Deus ajuda o humilde, mas abate o altivo (Salmo 18:27). O homem soberbo não obtém qualquer resposta da parte de Deus (Salmo 101:5). Deus humilha os altivos (Isaías 5:15), mas dá graça aos humildes (Tiago 4:6).
O apóstolo Paulo teve um ministério extraordinário. Foi incansável na propagação do Evangelho, levando-o a muitas nações; teve visões indescritíveis, mas Deus deu-lhe o tal "espinho na carne" para que não se ensoberbecesse. Foi o orgulho que transformou anjos em demónios. É a humildade que transforma demónios em anjos. Um outro pensamento diz que a melhor maneira de vermos a luz divina é apagando a nossa própria vela. Não podemos brilhar com a nossa própria vela, mas devemos deixar Jesus, que é a Luz do Mundo, brilhar em nós. Para vermos a grandeza de Deus, precisamos de descer ao vale da humildade. Quem se humilha, será exaltado. E quem se exalta, será humilhado (Lucas 28:14).
O orgulho afasta Deus das nossas vidas e afecta os nossos relacionamentos. Se, porventura, a soberba bater à nossa porta, dialoguemos com Deus, como Davi fez, pedindo-Lhe que não permita que o orgulho se instale no nosso coração (Salmo 19:13).

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Meditação: O conforto da oração

Texto Bíblico: "Sabei, pois, que o Senhor separou para si aquele que lhe é querido; o Senhor ouvirá quando eu clamar a Ele. (Salmo 4:3) O povo costuma dizer que há muitas soluções para o mesmo problema. É como se fosse possível encontrar um recurso plurifacetado, capaz de solucionar todos os apertos, mesmo os existenciais. Mas não é assim. A esmagadora maioria dos recursos providenciados pelos homens apertam e sufocam mais a alma humana. Em vez da largueza que a oração proporciona, são conduzidos a labirintos mais fechados e mais redutores de felicidade. O Senhor Deus ouve todo aquele que lhe é querido. Sabe que é alguém muito especial para Deus? Sabe que, como alguém tão especial para Ele, Deus interessa-se por si e por todas as circunstâncias que o envolvem? Agradeça a Deus pelo interesse que Ele tem por si! Jamais desconfie da Sua graça e da Sua bondade e do Seu interesse em ajudar a sua vida. Dirija-lhe uma oração, hoje, e verá o conforto que dEle virá! Pr. José Lopes

domingo, 9 de agosto de 2009

Culto de Domingo

Hoje, no culto da tarde, o Pr. Jónatas Lopes conduziu-nos numa reflexão, versículo a versículo, sobre o Salmo 71. O Salmista começa por reconhecer que Deus é o seu refúgio. Isto é, somente Deus lhe oferece a segurança que Ele almeja. E quem se refugia em Deus, não tem do que se envergonhar. Porquê? Porque sabemos que Deus tem o melhor para nós. Logo, não importa o que nos digam os outros. Até porque não devemos depositar a nossa confiança em homem algum. Devemos, sim, olhar para Jesus, o autor e consumador da fé (Hebreus 12:2).
O Salmista está com um problema e clama a Deus por livramento. Pede-Lhe que incline os Seus ouvidos para Si. Nós também podemos fazer o mesmo. Ainda que não tenhamos ninguém à nossa volta para nos escutar, Deus está sempre pronto para nos ouvir. As palavras do Salmista revelam que ele depende totalmente de Deus. Deus é a sua rocha, a sua fortaleza, a sua esperança. Não obstante as dificuldades por que está a passar, o Salmista louva a Deus. Um exemplo do perfeito louvor. Um louvor que brota de um coração a transbordar de gratidão pelo que Deus é. E Ele é amor, Ele é justiça...
Na sua oração, o Salmista revela um medo comum a todos nós: a solidão na velhice. Por isso, ele suplica a Deus para que não o desampare quando for velho. Quem tem Deus, nunca está só! E ele sabia disto. Façamos da oração do Salmista a nossa própria oração: "Ó Deus, não te ausentes de mim..." No verso 14, o Salmista expressa um belíssimo desejo: louvar cada vez mais. E logo a seguir, ele propõe-se ser grato por todas as bênçãos, inclusivé as "invisíveis". Seria bom que partilhássemos sempre as bênçãos, aquilo que Deus tem feito nas nossas vidas. E Ele tem feito tanto!
No versículo 20, o Salmista revela uma confiança inabalável em Deus. Queixou-se, pois os seus problemas são assustadores, mas tem a certeza que Deus o ajudará, que Ele aumentará o Seu poder em si, que lhe dará forças para aguentar as circunstâncias difíceis até que lhe dê o almejado livramento. Oxalá tenhamos o Salmista como referência. Apesar das aflições, dos problemas avassaladores, louvemos ao Senhor Deus. Afinal, Ele deu-nos a salvação! E isto é motivo mais do que suficiente para O louvarmos continuamente... "Em tudo dai graças..." (I Tessalonicenses 5:18)

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Meditação: A importância da oração

Texto Bíblico: Ouve quando eu clamo, ó Deus; na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração. (Salmo 4:1) Nem sempre estamos dispostos a seguir o trilho certo. Nem sempre estamos disponíveis para optar pelas propostas espirituais mais favoráveis. E é pena! O Salmista era um homem de oração! Um homem que buscava o Senhor, de forma contínua e diária. Será que nós fazemos isso? E é óbvio que, quando a angústia batia à sua porta, ele sabia os passos que deveria dar, sabia os recursos que deveria utilizar. E consigo, passa-se o mesmo? A melhor forma de resolvermos o problema existencial é a oração: arma que Deus coloca à nossa disposição, para falarmos com Ele, para expormos os nossos problemas, para abrirmos o nosso coração e dispormos, diante dEle, as nossas mágoas, etc. Como resultado da prática da oração, o Salmista encontrou largueza para a sua angústia. Experimente também seguir os seus passos! Pr. José Lopes

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Ontem, no culto de estudo bíblico e oração, a Marta baseou a sua meditação em Oséias 11, levando-nos a reflectir sobre o imenso e incondicional amor do nosso Pai Celestial.
Apesar de muitas vezes sermos filhos rebeldes e desobedientes, o nosso bondoso Deus continua a amar-nos. Nada nos pode separar do amor do Pai! Se nos afastamos, Ele espera ansiosamente pelo nosso regresso. E, ao voltarmos para Ele, somos recebidos de braços abertos...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Culto de Domingo

Ontem, no culto da tarde, o Filipe desafiou-nos a reflectir na passagem bíblica registada em Lucas 7:36-38. Jesus está na casa de um fariseu, a comer com ele. Uma mulher pecadora senta-se aos Seus pés e unge-lhos. Ou seja, Jesus não discriminava ninguém.
A mulher chorava copiosamente, as lágrimas caíam sobre os pés de Jesus e ela enxugava-as com os seus próprios cabelos. Ou seja, ela reconheceu que não era ninguém perante Jesus.
Ela ofereceu a Jesus um perfume caro, algo precioso... E nós, o que estamos a dar a Deus?

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Continuamos no Evangelho de João e ontem estudámos João 12:1-19. Um estudo que nos foi apresentado pelo Pr. Jónatas Lopes. Betânia. Jesus, Lázaro, Marta e Maria. Marta a servir, como era seu hábito. Maria junto do seu Senhor, ungindo-lhe os pés com um perfume caro. Maria deu a Jesus o melhor que tinha, o mais caro, o mais precioso... Não devemos nós também fazer o mesmo? Ao ungir os pés de Jesus, enxugando-os com os seus cabelos, Maria revela muita humildade.
Judas reage ao acto de Maria com uma crítica. Pergunta por que se desperdiçou o unguento em vez de se vender e dar o dinheiro aos pobres. Judas não estava minimamente preocupado com os pobres. Ele, além de ladrão, era daquele tipo de pessoas que estão sempre prontas a deitar abaixo quem faz algo de positivo. É óbvio que devemos ajudar os pobres (Tiago afirma que a verdadeira religião é ajudar os órfãos e as viúvas, isto é, os necessitados), mas devemos dar o melhor a Deus. Ele merece a primazia!
No versículo 10, vemos que os principais dos sacerdotes, que procuravam matar Jesus, também decidem matar Lázaro. Porquê? Após o milagre da ressurreição de Lázaro, operado por Jesus, muitas pessoas começaram a crer que Ele era, de facto, o Messias. Ora, matar Lázaro era eliminar a prova do poder de Jesus. Nos versos 12 e 13, vemos que quando Jesus estava a chegar a Jerusalém, juntou-se uma grande multidão, empunhando ramos de palmeira, e todos O aclamaram. No entanto, uma semana depois, as mesmas pessoas gritaram: "Crucifica-o!" Quando o povo via Jesus realizar milagres, juntava-se sempre uma grande multidão completamente maravilhada. Porém, Jesus terminou o Seu ministério aqui na Terra quase sozinho, pois seguir a Jesus significa renúncia, implica tomar a nossa cruz (Marcos 8:34). No versículo 18, vemos que a multidão seguiu Jesus porque tinha ouvido falar do milagre que Ele realizara. Não o faziam pela pessoa de Jesus, mas por causa do que Ele fazia. Ainda hoje é assim. Há pessoas que seguem Jesus só por causa das bênçãos!
Oxalá estejamos dispostos a seguir a Jesus, independentemente do que possa acontecer. Que possamos estar sempre receptivos às Sua vontade; que Ele seja glorificado na nossa vida; que O possamos seguir de todo o coração!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Espaço Rute...

A Loja Social Espaço Rute, da nossa igreja, em funcionamento há duas semanas, tem já 6 utentes. Ou seja, neste momento apoiamos 6 famílias, abrangendo um universo de 20 pessoas.
Está a passar por dificuldades e precisa de bens essenciais como alimentos e roupa? Então, visite-nos na Avª Dr. António José de Almeida, em Tondela. Tem em casa artigos de que já não necessita? Ofereça-os a quem precisa, através do Espaço Rute. Para obter mais informações sobre esta loja de solidariedade social, contacte o Pr. Jónatas Lopes, através do telemóvel nº 967 539 236.
Horário de Funcionamento do Espaço Rute: Terça-feira: 14:30 - 18:30
Quinta-feira: 14:30 - 18:30
A seguir, apresentamos a entrevista concedida pelo Pr. Jónatas Lopes à Rádio Centro FM, alguns dias antes da inauguração da loja Espaço Rute. Se quiser ficar a conhecer melhor este projecto, ouça a entrevista, "carregando" no botão "play" do podcast.
Subscribe Free Add to my Page

domingo, 26 de julho de 2009

A força da graça...

No culto da tarde, o nosso Pr. Jónatas Lopes trouxe-nos uma mensagem sobre graça e perdão. Mateus 18:23-35 foi o texto bíblico que lhe serviu de base. Trata-se de uma parábola, que mostra que Deus é um Deus justo, que está sempre pronto a perdoar-nos, mas também espera que nos perdoemos uns aos outros.
O servo não tinha forma de pagar o que devia, nem vendendo tudo o que possuía. Então, o seu senhor, num acto de grande compaixão, perdoou-lhe a dívida. Do mesmo modo, Deus libertou-nos de uma dívida imensa, através da morte de Jesus na cruz, o qual levou sobre Si os nossos pecados, a fim de nos salvar. Aqui reside a força da graça do nosso Deus. Não merecíamos a salvação, mas Ele traçou um plano maravilhoso a fim de nos salvar. E porque Jesus executou esse plano, temos acesso a uma vida eterna com Deus! Não merecemos o perdão de Deus, mas se nos arrependermos genuinamente, Ele perdoa-nos. E nós também devemos perdoar o nosso próximo, até antes de nos pedirem perdão, pois o que quer que nos façam é tão pequeno, quando comparado com o que Deus fez por nós! Não devemos quebrar o ciclo da graça. Eu não mereço o perdão de Deus, mas Ele concede-mo. Logo eu também devo perdoar, ainda que ache que a pessoa não merece o meu perdão. Afinal, foi o que Deus fez comigo. Perdoo porque Deus também me perdoou! O Cristão deve ser conhecido pela sua capacidade de perdoar, pois a força da graça constrange-o! Quando percebemos a graça de Deus e a imensidão do Seu amor, o qual o impeliu a enviar Jesus à cruz para morrer em nosso lugar, a nossa atitude para com Ele passa a ser de adoração! E a nossa relação com os outros também se altera. Passamos a conceder perdão!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Pensamento e Versículo da semana...

Pensamento

Se não tirarmos a pedra, ou pedras, que dificultam a acção do Espírito Santo, dificilmente haverá investimentos espirituais.

Versículo
Prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses 3:14)

Carta Pastoral...

Continuamos a falar de investimento.

Há bons e maus investimentos, assim como há bons e maus resultados em relação àquilo que se investe.

Quando falamos de investimentos espirituais, não pseudo-espirituais, falamos, de forma convicta, em bons investimentos. Sem qualquer espécie de dúvida, quando o nosso Deus investe em nós é com o objectivo de obter bons resultados. Deste modo, todos os Seus investimentos são revestidos de processos e procedimentos bem claros, transparentes, lineares. Ele não esconde os Seus objectivos para a nossa vida, nem se esconde a Ele próprio na mediação, na protecção, na ajuda, na orientação. Se Ele achar por bem surpreender-nos, não é para nos prejudicar, mas para ir mais além daquilo que eram as nossas expectativas. Por outras palavras, Ele surpreende-nos claramente pela positiva.

Falámos, mais atrás, de investimentos pseudo-espirituais, isto é, de investimentos que parecem ser aquilo que não são, de investimentos que não têm origem Divina. Podem aparentar, até porque o diabo se transforma em «anjo de luz», mas, na dependência de Deus, e sob a acção do Espírito Santo, poderemos discernir essa proveniência e facilmente concluir que uma coisa é Deus e outra coisa, nitidamente bem diferente, é o diabo. Por vezes, muitas pessoas, só discernem essa proveniência aquando dos resultados. «Eu não vi»; «eu não tive a culpa»; «até parecia»; «eu não tinha qualquer espécie de dúvida», etc, etc, são expressões que revelam um balanço nitidamente negativo, mesmo que intencionalmente sejam reveladores de um cariz honesto. E é pena que nos tenhamos de lamentar, e desgastar, depois de «casa roubada», quando seria bem mais fácil prevenir.

Investimentos espirituais. Que investimentos o nosso Deus já efectuou em nós? Que investimentos Ele desejou efectivar e nós não deixámos? Qual, ou quais, aqueles que resultaram? E os que não resultaram? E porquê?

É interessante notar que Deus deseja investir em todos os crentes. Nesse sentido, o Espírito distribui «dons», a fim de capacitar cada um daqueles que fazem parte do «Corpo de Cristo» a fim de sermos aperfeiçoados para honra e glória do nosso Mestre. É óbvio que Ele distribui como quer, mas é igualmente verdade que nenhum crente ficou vazio de «dons». Pode ser simplesmente um, mas esse dom é verdadeiramente importante para a Igreja e para o desenvolvemento da Obra de Deus.

Lembremos a parábola dos talentos. Por um lado, e de forma positiva, vemos pessoas a fazerem render os seus dons; por outro lado, e infelizmente, vemos alguém que o esconde, nada fazendo com ele. Este é, «mais coisa menos coisa», o cenário que caracteriza muitas comunidades cristãs. E daí que as Igrejas fiquem algo «coxas» e insuficientemente preparadas para servirem a Deus, na medida em nem todos os investimentos Divinos estão a render.

Amado Irmão: acarinhe todo e qualquer investimento de índole Divina. Esse e só esse! Abrace-o, dê-lhe condições de rentabilização e proporcione a Deus, e à Sua Igreja, óptimos e favoráveis cenários. É com o(s) investimento(s) que Deus faz em mim, adicionado ao(s) investimento(s) que o nosso Deus faz em ti, somado ao(s) investimento(s) que Deus faz nos nossos Irmãos que o Todo Poderoso Deus age neste mundo. E quão bom seria que os investimentos espirituais sejam aqueles que registam melhor resultado! Isso está nas minhas mãos … nas tuas … nas nossas!

Pr. José Lopes

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

O nosso estudo desta semana, apresentado pelo nosso pastor José Lopes, baseou-se em João 11:16-46, a passagem bíblica que relata a ressurreição de Lázaro.
No versículo 16, é de salientar a disponibilidade de Tomé, que se prontificou a acompanhar Jesus e a morrer com Ele. Às vezes, nós estamos dispostos a seguir Jesus, mas depois, perante o primeiro obstáculo, recuamos... Betânia distava de Jerusalém somente 3 quilómetros. Porém, quando Jesus chegou, Lázaro já estava morto há 4 dias. Jesus atrasou-se propositadamente. Ele pretendia que a morte de Lázaro fosse evidente, para que o Seu poder também fosse inquestionável. No verso 21, a afirmação de Marta - "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido" - mostra-nos que ela tinha plena consciência de que a presença de Jesus altera tudo e radicalmente. Logo a seguir, no verso 22, ela revela uma fé extraordinária no poder da oração. Marta tinha comunhão com o seu Senhor. Segue-se um diálogo entre Jesus e Marta acerca da ressurreição. Ela mostra que sabe que há ressurreição, mas essa ressurreição apontava para o último dia. Ela não estava a ver o poder de Jesus a actuar naquele momento. Jesus introduz, então, algo novo. Ele próprio é a ressurreição e Ele próprio dá vida. Jesus apresenta um novo conceito acerca da morte. A morte física é apenas um sono, algo temporário. O mesmo não acontece com a morte espiritual. A salvação é eterna, porque estaremos para sempre com Deus. A condenação também é eterna, pois quem não aceitar Jesus como seu salvador, durante a sua vida neste mundo, ficará para sempre separado de Deus. Durante a sua conversa com Jesus, Marta também revela conhecimentos acerca do Velho Pacto. Ela diz que sabe que Jesus é o Messias que havia de vir ao mundo. Os judeus, contudo, ainda hoje esperam o Messias! Quando Marta diz a Maria que Jesus está a chegar à aldeia, esta apressa-se em ir ter com Ele e diz-lhe exactamente o mesmo que Marta dissera a Jesus: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido". Quando o Espírito de Deus age me nós, pensamos da mesma maneira; o nosso discurso é semelhante, é coerente. No verso 33, a reacção de Jesus, perante o sofrimento das irmãs de Lázaro, é tão intensa, tão profunda, que João - que sempre dá mais ênfase à divindade de Jesus do que à sua humanidade - não resiste a registá-la! Esta reacção de Jesus mostra que Ele identifica-se connosco na nossa dor. Ele sofre connosco! E nós?! Choramos com os que choram? Levamos as cargas uns dos outros? No verso 36, vemos que os judeus ficam impressionados com a forma como Jesus demonstra a sua dor e exclamam: "Vede como o amava!" As pessoas reparam quando há amor, quando há solidariedade. O mundo sabe avaliar o modo como nos relacionamos. O próprio Jesus disse que o mundo saberá que somos Seus discípulos se nos amarmos uns aos outros. No versículo 37, os judeus têm um discurso semelhante ao de Marta e Maria. Para eles, não havia solução para a morte. Jesus poderia ter impedido a morte de Lázaro. Mas agora - pensavam - não havia na a fazer! Porém, aquilo que é impossível para nós, é possível para Deus. No verso 39, Jesus manda tirar a pedra do túmulo, pois isto era algo que os homens podiam fazer. Aquilo que nós podemos fazer, Deus não faz. Às vezes, há pedras na nossa vida, que nós próprios podemos tirar, as quais são obstáculos que impedem a intervenção de Deus. Às vezes, é a nossa própria vontade que impede que a vontade de Deus se concretize na nossa vida! É de salientar que Jesus só chegou ao 4º dia, porque Lázaro já estava declarado morto. O Seu atraso tinha um propósito: a manifestação do Seu poder. No versículo 41, Jesus ora e diz ao Pai: "Obrigado porque me ouviste". Ou seja, Jesus tinha plena certeza de que a ressurreição de Lázaro iria acontecer. (A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem - Hebreus 11:1) Quando ordena a Lázaro que saia do túmulo, Jesus fá-lo em voz alta. Porquê? Para mostrar o Seu poder, a Sua autoridade sobre a morte. No versículo 45, vemos algumas respostas positivas, alguma aceitação. Algumas pessoas, através do milagre que Jesus realizou, creram. Outras, porém, não creram. Ainda hoje é assim. Quando apresentamos o Evangelho, há pessoas que aceitam Jesus e há pessoas que O rejeitam!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

EBD

A ausência de fotos neste espaço, ultimamente, não significa que não tenhamos pessoas a assistir aos cultos. Não. De todo! Apesar de estarmos em plena época de férias, ainda há um bom grupo de irmãos a vir aos cultos. As nossas máquinas fotográficas é que resolveram tirar férias...:) Esperamos ter o problema resolvido, em breve, para continuarmos a apresentar fotos dos nossos cultos. Mesmo sem fotografias, aqui fica um breve resumo da nossa Escola Bíblica Dominical de ontem:
Estudámos a lição "Quando o Senso Comum não é Suficiente". A passagem bíblica que lhe serviu de suporte foi Tiago 1:1-18. Como sabemos, a ênfase de Tiago nas obras causou problemas. Martinho Lutero, por exemplo, ficou muito incomodado com a mensagem de Tiago, pensando que ele estava a contradizer a mensagem da graça, pregada pelo apóstolo Paulo. Não era contudo isso que Tiago tinha em mente, quando escreveu esta carta. É certo que somos salvos pela graça, por meio da fé; e não através das obras (Efésios 2:8-10), mas devemos reagir à graça de Deus com acções... Ou seja, as boas obras não são uma causa, mas sim, uma consequência da salvação. Pela fé, cremos na morte e na ressurreição de Jesus, aceitando a salvação que Ele nos oferece. A Sua presença na nossa vida resulta em actos de amor, em boas obras... Dizer que se tem fé, é diferente de se viver em fé. É por isso que Tiago enfatiza o lado prático da fé, oferecendo instruções claras sobre diversos assuntos como ter cuidado com as nossas palavras; ajudar os pobres; fixar os nossos em Jesus e não no mundo. Tiago aconselha-nos ainda a pedir sabedoria a Deus, porque ela está à nossa disposição, gratuitamente. Basta pedir! Que privilégio!

sábado, 18 de julho de 2009

Pensamento e versículo da semana...

Pensamento

Em estado de fraqueza estarei em situação de receber, mas quando estou forte estarei em condições de me oferecer, em Nome de Jesus!

Versículo

Somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. (II Cor. 5:20)

Carta Pastoral...

VIVO FELIZ, POIS SOU DE JESUS!

Este mês a ênfase está no investimento pessoal, no investimento na nossa própria pessoa. E, deste modo, querido leitor, quero destacar algumas notas:

1ª - Quando falo em nós mesmos, não manifesto, de forma alguma, qualquer sentimento de egoísmo ou de egocentrismo;

2ª - Quando falo de investimento pessoal, estou a referir-me à necessidade de sermos cada vez mais fortes, mais saudáveis, a fim de podermos servir a Deus, e a Seu reino, de forma mais substantiva;

3ª - Quando falo de investimento na minha própria pessoa, refiro-me à necessidade, embora obviamente com a a ajuda de Deus, de eu próprio me esforçar, empenhar e mobilizar todo o tipo de condições que me possam tornar mais útil na Obra de Deus, condições naturalmente aprovadas por Deus.

Quando penso em investimento, tenho que pensar, pelo menos, em duas coisas:

1ª - O que é que eu sou e o que é que eu tenho;

2ª - O que é que de mim posso investir, a fim de chegar onde quero ou devo chegar.

Conhecer-me a mim mesmo é o ponto de partida. Conhecer a minha condição espiritual: aquilo que eu sou e aquilo que eu tenho para dar a Deus e à sua obra, aquilo que não tenho sido, ou dado, na medida em que não registo condições para mais.

Conhecer-me a mim mesmo implica saltar para fora de mim mesmo, em busca daquilo que é o ideal de Deus para a minha vida, estando disposto a dar esse salto, a correr essa aventura e a suportar os seus respectivos custos. E é aqui que reside o «calcanhar de Aquiles», visto que, muitas vezes, queremos atingir o ideal de Deus sem pagarmos qualquer preço, sem querermos efectuar qualquer renúncia, sem querermos tomar a nossa cruz.

O investimento pessoal pode ter uma dupla expressão: por um lado, deixar que o Espírito erradique, da nossa vida, tudo aquilo que Lhe desagrada, a fim de que «coisas velhas» não aniquilem novos investimentos espirituais que nos são propostos; por outro lado, saber aquilo que dispomos, a nível de tempo, boa-vontade, empenho, dedicação, para a tal aventura em direcção ao ideal de Deus.

Em suma, podemos declarar, sem qualquer espécie de ambiguidade, que qualquer investimento espiritual só é eficaz, nos seus efeitos, se houver predisposição para o que vem a seguir. Sim, todos os investimentos que queiramos efectuar, ou que pretendam efectuar em nós, resultarão em nada, se porventura não houver interesse em abraçar os contextos que envolvem esse tipo de investimento espiritual.

Amado irmão, ou leitor desta carta: invista em si mesmo, com os recursos que o Senhor Deus lhe disponibiliza. Ou, por outras palavras, deixe o Senhor proceder ao investimento que Ele deseja concretizar na sua vida, ou na sua pessoa em concreto. Este é, ainda, o caminho mais certo, o caminho mais sensato e de consequências mais fortes e mais eternas. Saiba, também , que o investimento em Deus é, de certa forma, e sem qualquer espécie de dúvida, a garantia de bom e inigualável retorno.

Deixe Deus investir em si mesmo! Submeta-se a esse investimento ... E aconchegue, de boa vontade, esse investimento. Se assim for, será cada vez mais forte, para honra e glória de Deus!

Pr. José Lopes

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Meditação...

Texto Bíblico: Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo. (Apocalipse 3:20) Não sei qual o caminho que decidiu tomar no dia de ontem. Mas quero declarar-lhe que Jesus não desiste da sua vida. E tudo porque Ele o ama e tem interesse em fornecer-lhe vida abundante, vida vitoriosa. E, por isso mesmo, Ele continua a bater à porta do seu coração, da sua vida. E se Ele bate à porta, é porque Ele ainda não faz parte da sua vida! E se Ele bate à porta, é porque ainda está do lado de fora.
Ouve-o bater? Há alguma coisa que o impeça de ouvir, ou já sente que Ele faz parte da sua existência? Ninguém pode responder a esta questão se não você mesmo. Quando Jesus entra na vida do homem, e se torna Senhor da sua vida, Ele passa a fazer parte da nossa existência, do nosso aqui e agora. E passa a fornecer-nos auxílio diário, apoio contínuo, a fim de sentirmos quão bom é dependermos dEle e vivermos sob a Sua graça e misericórdia. Adquira a total tranquilidade, convidando Jesus a fazer parte da história da sua vida! Pr. José Lopes

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Hoje, estudámos João 11:1-15, um estudo que nos foi apresentado pelo nosso pastor José Lopes. Encontramos aqui uma família muito unida, uma família constituída por três irmãos: Lázaro, Marta e Maria. Esta, em determinada ocasião, tinha ungido os pés de Jesus. Ou seja, Maria já estava habituada a ter uma relação de proximidade com Jesus, uma relação espiritual. Lázaro adoece e as suas irmãs, juntas, unidas, levaram o problema a Jesus. Aqui, impõe-se a pergunta: "A que porta batemos quando estamos em dificuldade?" Marta e Maria recorreram, em primeiro lugar, a Jesus. Infelizmente, isto nem sempre acontece. Muitas vezes, as pessoas só vão até Jesus depois de terem batido a muitas outras portas. Nós devemos levar os nossos problemas a Jesus, em oração. Marta e Maria dirigem-se a Jesus, chamando-o de "Senhor". Isto é, reconhecem que Ele é soberano. Estão dispostas a aceitar a Sua vontade. Semelhantemente, nós devemos estar receptivos à vontade de Deus, pois Ele ama-nos e, consequentemente, dá-nos sempre o que é melhor para nós.
Elas dizem: "Está enfermo aquele que tu amas". Isto mostra que Deus ama a família, mas ama também cada elemento individualmente. Ao ouvir isto, Jesus diz que a enfermidade não é para morte. Ou seja, Ele mostra que as coisas nem sempre são aquilo que aparentam ser. Aquela enfermidade serviria para glorificar a Deus. Jesus estava a dizer que, na vida de Lázaro, iria acontecer algo surpreendente, mas não revelou o que seria. Às vezes, nós queremos as respostas de Deus rapidamente, mas Ele atrasa essa resposta. Tenhamos sempre presente que a oração é para movimentar Deus em relação a nós e não para O obrigar a fazer a nossa vontade. No versículo 5, é reforçada a ideia presente no verso 3. Jesus amava aquela família, mas amava cada elemento individualmente, porque cada um deles tinha uma relação com Ele. Após receber a notícia da enfermidade do seu amigo Lázaro, Jesus ainda ficou mais dois dias no lugar onde se encontrava. Jesus tinha um plano e se Ele tivesse ido imediatamente, esse plano frustrar-se-ia. No versículo 8, ao ouvirem Jesus dizer que iriam voltar à Judeia, os discípulos tentam demovê-lo da ideia, pois os judeus perseguiam Jesus. Porém, Jesus vai. Ele não foge dos problemas. Nós, lado a lado com Jesus, também podemos e devemos enfrentar os nossos problemas.. No verso 11, ao dizer que Lázaro dormia, Jesus introduz o conceito de morte como sono. E esta é a perspectiva de morte para o Cristão. Os discípulos não entenderam o que Jesus queria dizer. Não obstante o tempo que já tinham passado com Jesus, eles ainda não conheciam toda a Sua linguagem. As coisas de Deus são confusas, se não as discernirmos espiritualmente... Finalmente, Jesus diz claramente que Lázaro está morto. Deus não nos deixa com as dúvidas, eternamente. Ao atrasar a sua chegada, Jesus estava plenamente consciente do que estava a fazer. Era para que o Filho de Deus fosse glorificado! A morte de Lázaro tinha um propósito: levar as pessoas a compreenderem o poder de Jesus. Jesus só adiou a sua ida por um tempo. Deus age sempre de acordo com o Seu relógio, o qual é diferente do nosso. Tal como o salmista, aguardemos com paciência no Senhor...

domingo, 12 de julho de 2009

Inauguração do "Espaço Rute"...

Hoje foi um dia imensamente feliz para a nossa igreja. Inaugurámos a Loja Social Espaço Rute. O Presidente da Junta de Freguesia de Tondela deu-nos a honra da sua presença e louvou a iniciativa. E foi o senhor Presidente que cortou a fita, tendo, a seu pedido, contado com a "ajuda" das crianças presentes na cerimónia... Relembramos que se trata de um projecto de solidariedade social, que visa ajudar as pessoas carenciadas do concelho de Tondela e concelhos limítrofes.
Espaço Rute... Porquê este nome?
O Pr. Jónatas Lopes explicou: Porque a história de Rute, registada na Bíblia, no livro com o mesmo nome, é uma história fascinante. Rute ficou viúva, mas optou por continuar ao lado da sua sogra - Noemi - também ela viúva. Quando Noemi ficou sem o marido e sem os filhos, resolveu abandonar o país para onde tinha emigrado com a sua família e regressar à sua terra natal. Ela disse, então, às suas noras - ambas viúvas - para voltarem para junto dos seus pais, pois ela já não tinha nada para lhes oferecer. E foi o que fez uma das noras. Rute, porém, disse à sua sogra que jamais a deixaria (Rute 1:16-17). Rute decidiu ficar com a sua sogra e ajudá-la, não se importando com o que poderia vir a acontecer. Deus viu a bondade de Rute. Ela estava a fazer aquilo pela sua sogra, de coração, pois Noemi não tinha nada para lhe dar em troca. Aquele acto de amor de Rute, teve uma recompensa tremenda. Deus deu-lhe um marido - Boaz -, de quem teve um filho - Obede - que veio a ser o avô de David. Jesus, como sabemos, era descendente de David! Semelhantemente, o Espaço Rute pretende ser um espaço de ajuda ao próximo, sem se esperar nada em troca. Como Cristãos, somos chamados a exercer a bondade no nosso dia-a-dia. Actos de amor, às vezes, exigem sacrifícios da nossa parte. Oxalá estejamos dispostos a fazê-lo, pois isto não é mais do que obedecer a um dos mandamentos que Jesus nos deixou: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 22:39).
"Um coração que ama, incendeia outro". (Agostinho)

sábado, 11 de julho de 2009

Pensamento e Versículo da semana...

Pensamento

Como estão os montes à volta de Jerusalém, assim Deus está à volta do Seu povo! E eu sou povo do Senhor e ovelha do Seu aprisco! Aleluia!

Versículo

Ide … e eis que eu estou convosco, todos os dia, até à consumação dos séculos. (Mateus 28: 20)

Carta Pastoral...

Foi muito bom desfrutarmos da presença do Pr. Elton Rangel no passado Domingo. Um excelente amigo e um extraordinário servo do nosso Deus. Ao longo do fim de semana pudemos recordar o maravilhoso amigo que ele é e testemunhar, em maravilhosos e contínuos diálogos, a forma como ele ama a Obra de Deus e o leque de coisas que evidenciam esse amor.

Quando observamos o impressionante raio de acção missionária que a Igreja Baptista de Sevilha patenteia, ficamos a pensar no que tantos e tantos fazem, mas também naquilo que muitos outros poderiam fazer e não fazem. Anseio pelo momento em que irei revisitar a Igreja Baptista de Sevilha. Agora com outra perspectiva, ou seja, de observação e selecção, a fim de aprender e de, em espírito de oração, ver que caminhos e objectivos poderemos também abraçar.

No Sábado anterior, ou seja no dia 4 de Julho, a Igreja Baptista de Mangualde fez uma inserção pela Vila de Penalva do castelo, um dos nove Concelhos onde o Evangelho de Jesus Cristo não tem qualquer expressão Evangélica. 30 elementos da Igreja, depois de orarmos, dirigiram-se a Penalva, com imensa alegria e paixão pela missão que Cristo nos confiou. E foi dessa forma que, em Nome de Cristo, e sob a acção do Espírito Santo, espalhámos alegria por algumas ruas daquela Vila, pela qual oramos diariamente. Com o Beto Lopes à viola e o Isaías ao acordeão percorremos uma bela distância, como se de uma marcha se tratasse. E recordei as marchas (procissões) que o povo de Israel fazia para testemunho e e louvor a Deus. E recordei os belos encontros da «falecida» Cooperação Fraterna das Igrejas Baptistas da Beira Alta, nomeadamente uma marcha que fizemos na cidade da Guarda. Belos tempos, que deixaram preciosas marcas, e que foram largados de forma pouco cuidada.

Na marcha em Penalva foram distribuídos muitos folhetos e bastantes cartões do «Conhecer Deus». Além disso, fizeram-se alguns inquéritos, os quais possibiltaram a recolha de dados para posterior tratamento. A Deus toda a glória!

Não queremos ficar por aqui! E as palavras do Pr. Elton batem nos nossos ouvidos e ecoam no nosso coração. Delas faremos eco, talvez no próximo Domingo. O seu desafio fica entre nós e esperamos que o nosso Deus nos apoie em direcção aos Seus objectivos.

Hoje, pelas 17 horas, a Igreja Baptista de Tondela registará mais um momento ímpar na sua História. «Será dado à luz» um novo espaço. Referimo-nos ao «Espaço Social Rute», um espaço onde pretendemos servir o Senhor Deus na pessoa do nosso próximo, neste caso, aqueles que são mais carenciados. Um óptima inciativa que acreditamos ter nascido no coração do nosso pai Celestial, a fim de prover ajuda para as Suas criaturas. Somos chamados a «dar de comer a quem tem fome, a vestir a quem nada tem, etc, etc» e tudo em Nome de Jesus, como se fosse a Ele próprio. Aleluia! Esta tarefa é de todos, sem excepção, mas agradecemos a todos aqueles que servem, ou vão servir o Senhor! Que Deus vos abençoe!

Pr. José Lopes

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Espaço Rute...

Tem lugar, já no próximo Domingo, pelas 17:00 horas, a inauguração da Loja Social - Espaço Rute, um projecto que - como diz o Pr. José Lopes, na Carta Pastoral desta semana - certamente, nasceu no coração de Deus, pois Ele é amor e deseja que os Seus filhos tenham actos de amor para com o próximo.
O Espaço Rute nasce com o objectivo de responder a vários problemas sociais, existentes no concelho de Tondela e concelhos vizinhos.

É frequente as pessoas terem em casa roupa, calçado e utensílios vários que já não usam, mas que ainda estão em bom estado e que poderiam ser muito úteis a quem os não possui e nem tem possibilidade de os adquirir.

Esta ideia deu origem à Loja Social - Espaço Rute.

Os responsáveis por esta loja recolhem esse material e, depois, distribuem-no por quem tiver necessidade dele.

Quem quiser beneficiar dos artigos do Espaço Rute, terá de preencher uma ficha de candidatura. A sua situação será, então, avaliada, e, se ficar provado que realmente necessita de ajuda, passará a obtê-la.

Na última Quarta-feira, muitas das pessoas que estiveram presentes no Culto de Estudo Bíblico e Oração, deslocaram-se até à Loja Social, que se localiza mesmo ao lado da Igreja, a fim de ajudarem a colocar nos devidos lugares o material já existente. Damos graças a Deus pela disponibilidade destes irmãos, pela sua dedicação e o seu amor à Obra do nosso Deus.

Deixamos alguns vídeos...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Pensamento e Versículo da semana...

Pensamento
A adoração pública não nos isenta da adoração secreta.
Mathew Henry
Versículo
Deus é espírito e importa que aqueles que O adoram, o adorem em espírito e em verdade.
João 4:24

Carta Pastoral...

O pensamento desta semana fala-nos de algo tremendamente importante na e para a vida cristã - a Adoração.

Adorar é um prazer e uma necessidade para o autor destas linhas. Eu sei, de forma muito clara, que Deus se agrada em ser adorado, principalmente quando a adoração é prestada em espírito e em verdade. No entanto, posso declarar, acertivamente, que jamais seria aquilo que sou se a adoração não fosse parte integral e integrante na minha vida. Desde bem pequenino aprendi o quão importante é adorar a Deus e como isso tem eficazes resultados na minha relação com Deus e igualmente na minha condição de filho de Deus.

Recordando o pensamento desta semana, podemos afirmar que o subscrevemos, na sua totalidade. A adoração pública não é, de forma nenhuma, igual à adoração secreta, privada, adoração que se circunscreve à nossa relação individual com Deus. O que é interessante é que elas, embora sendo claramente diferentes, estão inter-ligadas, ou deveriam estar. Quanto mais forte for a minha adoração privada, mais condições desfruto para adorar a Deus em público. A aprendizagem começa num a «sós com Deus» contínuo e permanente, algo que, mais tarde ou mais cedo, terá seus reflexos quando me posiciono a adorá-Lo com outros adoradores. E essa mais valia individual, posta ao serviço do colectivo, resultará em algo mui precioso para Deus e igualmente gostoso para nós! Se a nossa adoração em público se apaga, ou não brilha, há que equacionar o tipo e a qualidade da nossa adoração em privado, avaliando o que é que Deus tem feito nas nossa vidas, ou aquilo que deveria ter efectuado, e que ainda não efectuou, devido a qualquer impedimento suscitado pela nossa pessoa. Por outro lado, também podemos ser tentados a brilhar «quando estamos juntos» e, como não somos adoradores, em privado, essa Adoração soa a imutilidade, a superficialidade, a adoração terrena que não entra nos Céus. É óbvio que só o nosso Deus se pode pronunciar sobre o assunto, mas adoração não visível, mais adoração pública, possibilta mais manifestações de Deus na nossa vida, manifestações que atingem todo o nosso existir e em todas as vertentes.

Foi alguém que, anonimamente, disse o seguinte: A verdadeira adoração exalta a Deus, colocando-O em Seu devido lugar nas nossas vidas.

É pela adoração que Deus ocupa o 1º lugar nas nossas vidas. Sem qualquer imposição da Sua parte, Ele passa a ocupar não só lugar central nas nossas vidas, como todos os lugares onde Ele possa agir. Desta forma, através da adoração o Senhor Deus ocupa não só o 1º lugar, bem como todos os outros lugares. E a isso chama-se soberania. E é óbvio, também, que é através da adoração que acolhemos, de bom grado, a soberania de Deus sobre as nossas vidas. E quanto mais adoramos mais Deus manifesta e exerce a Sua maravilhosa soberania sobre as nossas vidas.

Amado irmão: seja um verdadeiro adorador! Procure, igualmente, adorar com aqueles em quem Deus brilha e age a fim de que a adoração pública seja uma continuidade da sua adoração privada. E lembre-se que é com adoradores que agradam a Deus que Ele realiza a Sua Obra.

Pr. José Lopes

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Culto de Estudo Bíblico e Oração...

Continuamos no livro de João e, hoje, o estudo, apresentado pelo nosso pastor José Lopes, incidiu sobre João 10:22-30.
Jerusalém. Festa da Dedicação (também chamada de Festa das Luzes). Jesus está presente. Jesus apresentava-se em lugares, onde podia brilhar, onde podia proclamar o Evangelho.
É uma grande lição para nós. Se nos escondermos, não poderemos brilhar e nós somos chamados a ser luz e sal!
Os judeus interpelaram Jesus com uma dúvida: "Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente". É curioso que estas eram as mesmas pessoas que já anteriormente Lhe tinham colocado a mesma questão. Jesus diz-lhes que já lhes tinha respondido a essa pergunta. Às vezes, isto também se passa connosco. As pessoas fazem-nos testes sobre a nossa vida espiritual. Colocam-nos a mesma questão várias vezes para verificarem se obtêm sempre a mesma resposta, para verem se somos coerentes... Jesus diz algo importante: aquilo que Ele faz, credibiliza-o. Existe correspondência entre aquilo que Ele diz e aquilo que Ele faz. Isto conferia-lhe autoridade! É, de facto, muito importante que haja coerência entre aquilo que dizemos e aquilo que fazemos. A teoria e a prática devem sempre convergir. Aquilo que fazemos, deve validar aquilo que dizemos!
No verso 26, torna-se evidente que aquelas pessoas não eram nem queriam ser "ovelhas" de Jesus. Não obstante tudo o que Jesus dizia e fazia, não criam nEle. Também se passa connosco. Quando falamos de Jesus e da salvação que Ele oferece, mesmo que vivamos coerentemente, haverá sempre alguém que não aceita!
No verso 27, Jesus diz três coisas muito importantes: 1) As minhas ovelhas ouvem a minha voz. Indica que há proximidade, intimidade. Devemos ouvir a voz de Jesus, estar atentos ao que Ele nos diz. 2) Eu conheço-as. Que afirmação reconfortante! Jesus conhece-me. Jesus sabe o que eu necessito. O meu futuro está nas Suas mãos. Não preciso de temer o amanhã! 3) Elas seguem-me. Devemos seguir sempre a Jesus, independentemente de os Seus planos coincidirem ou não com os nossos. Jesus quer sempre o melhor para a nossa vida.
No versículo 28, Jesus garante algo extraordinário! Ele diz que a vida eterna. Dar significa que é de graça, não implica pagamento. E Ele dá algo realmente precioso: a vida eterna, algo inviolável! No mesmo versículo, Jesus ainda diz que nunca pereceremos nem ninguém nos arrebatará da Sua mão. Que maravilha! Eu sou de Jesus e sempre serei, porque ninguém me poderá afastar dEle. É óbvio que está na minha mão essa possibilidade, mas se eu quiser estar sempre com Ele, estarei, porque nunca é da Sua vontade que nos afastemos dEle. No verso 29, Jesus diz que ninguém nos pode arrebatar da mão de Deus. Anteriormente, dissera que ninguém nos poderia arrebatar da Sua mão. Ou seja, Ele diz que é Deus. No versículo 30, Ele afirma isso mesmo, clara e directamente: "Eu e o Pai somos um".
Conclusão: Por que é que vale a pena seguir a Jesus? Porque Ele é Deus, o Verbo incarnado, o Emanuel... Vale a pena não mudar de pastor nem de prado. Não há boas aventuras fora de Jesus Cristo!